Marcello Sigwalt
Sou um profissional de comunicação, especializado em Economia, Política, Meio Ambiente, Ciência & Tecnologia, Educação, Esporte e Polícia, nas quais exerci as funções de editor, repórter, consultor de comunicação e assessor de imprensa. Destaco as atividades de edição e reportagem, mediante o uso de linguagem informativa e fluente que estimule o debate, a reflexão e a consciência crítica. No período de 2003-2011, em Brasília, atuei como assessor de imprensa no Congresso Nacional (na Câmara dos Deputados e no Senado federal); consultor de comunicação do Projeto de Gestão Ambiental Rural (PGAR), do Ministério do Meio Ambiente e das Nações Unidas, em 2006; editor da Assessoria de Comunicação do Ministério de Ciência e Tecnologia (Ascom/MCTI), em 2012. Como repórter especial, assinei a capa das revistas: Veja (prisão do senador Luiz Estevão, 2000); Galileu (Peritos criminais, 2010) e Conjuntura Econômica-FGV (Comércio exterior do Brasil e Crise Argentina, 2002). Atuei como editor-assistente do Portal iG para as eleições de 2010. Em 2013, cobri a cobertura do seminário internacional sobre energia, para a Câmara de Comércio Americana do Rio de Janeiro (Amcham-Rio). De 2014 a 2015, atuei como repórter especial da revista Desafios do Desenvolvimento (Ipea); repórter da revista Brasil Energia Petróleo (RJ) e editor do site Janus Investimentos (SP), em 2018 e 2019, e redator e editor do site Capitalist. De 2022 a 2025, fui editor de Economia do jornal Correio da Manhã (RJ). Atualmente, produzo conteúdo para os sites Linkedin e Substack.
Um ciclo vicioso que pode afetar, tanto a produção, quanto a demanda. Este é o cenário que está sendo construído pela política monetária empreendida pelo Banco Central (BC), que se obriga a manter um aperto monetário (vide Selic hoje no patamar de 14,25% ao ano), para conter uma inflação resiliente (projetada em 5,33% para 2026 pelo boletim Focus), como reflexo do desajuste fiscal (despesas superam receitas) patrocinado pelo governo federal, ‘de olho’ no pleito de outubro próximo.
Marcello Sigwalt 25/06/2026 às 21:42
Alvo de intensa controvérsia, desde sua ampla divulgação, a eliminação da escala 6 x 1 – sob o argumento inconsistente de que ela implicaria ‘ganhos de produtividade’ e até ‘de renda’ à classe trabalhadora – não resiste ao mais elementar princípio econômico. Isso porque, sem ganhos de produtividade efetivos, haverá custo extra a ser suportado pelas empresas, ‘regiamente’ repassado ao consumidor final, sempre ele.
Marcello Sigwalt 23/06/2026 às 17:45
A imperiosa necessidade de aplicar um duro corte nos gastos públicos e uma alta ‘cavalar’ de impostos, além de comprometer drasticamente a qualidade dos serviços básicos e o poder de compra da população, poderá resultar em uma convulsão social no país, com a população protagonizando protestos, greves e distúrbios frequentes.
Marcello Sigwalt 22/06/2026 às 00:32
Uma vontade política coletiva que permita a montagem de uma agenda suprapartidária e de Estado, com foco em ações concretas, como a redução do Custo Brasil; compromisso com o equilíbrio fiscal; metas factíveis que elevem a qualificação profissional e a adoção de uma miríade de incentivos, voltados à inovação.
Marcello Sigwalt 18/06/2026 às 19:19
Nem mesmo o fim da ‘montanha russa’ descrita pelo preço do petróleo tipo Brent (principal referência global) – que saltou de uma cotação de US$ 72 para US$ 120, até baixar ao patamar de US$ 76 o barril – devido ao acordo de paz recente firmado entre os EUA e o Irã, foi suficiente para aliviar a economia brasileira de pressões inflacionárias.
Marcello Sigwalt 17/06/2026 às 11:26
As próximas horas serão de tensão crescente em torno do viés a ser adotado pelo Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom/BC) com relação à taxa básica de juros (Selic), ao cabo da reunião dessa quarta-feira (17). Embora o mercado se apresente ‘dividido’ quanto à decisão do colegiado, a tendência mais forte das últimas semanas é de que a taxa se mantenha inalterada no patamar atual de 14,50% ao ano. Já uma ala minoritária ainda ‘aposta’ em uma queda 0,25 ponto percentual (p.p).
Marcello Sigwalt 15/06/2026 às 09:29
Tsunami global de aversão ao risco pode atingir em cheio economia nacional. Com fundamentos macroeconômicos negativos (trajetória fiscal inconsistente, custo de crédito proibitivo, inflação fora de controle e apreciação cambial e fuga de investimento direto), país pode ficar de fora de oportunidades de investimento estrangeiro.
Marcello Sigwalt 13/06/2026 às 16:53
