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Sem casa própria e com pouco dinheiro para o aluguel, pedreiro de Ribeirão Preto subiu em uma árvore, improvisou uma casa no alto e passou a viver ali porque dizia não ter dinheiro para pagar moradia

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Escrito por Alisson Ficher Publicado em 25/06/2026 às 12:14 Atualizado em 25/06/2026 às 12:37
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Pedreiro de 72 anos improvisou uma casa em árvore em Ribeirão Preto após ficar sem dinheiro para pagar aluguel e sem moradia formal.
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Pedreiro de 72 anos transformou uma árvore em abrigo improvisado em Ribeirão Preto depois de ficar sem casa, sem trabalho e sem dinheiro para pagar aluguel, em um caso relatado pela Folha de S.Paulo que expôs uma forma extrema de sobrevivência urbana.

Sem casa própria, sem trabalho e sem dinheiro para pagar aluguel, um pedreiro de 72 anos passou a viver em uma casa improvisada no alto de uma árvore em Ribeirão Preto, no interior de São Paulo.

De acordo com reportagem publicada pelo jornal Folha de S.Paulo, o caso expôs uma solução extrema diante da falta de moradia e mostrou como a ausência de renda pode levar a saídas fora do padrão.

Longe de ser um projeto de lazer, uma experiência ecológica ou uma escolha planejada de moradia alternativa, a construção surgiu como resposta prática a uma necessidade imediata de abrigo.

Segundo a reportagem, o homem disse que não podia pagar aluguel porque não tinha dinheiro, explicação que colocou a dificuldade financeira no centro da história e afastou qualquer leitura de escolha voluntária.

Pedreiro improvisou abrigo em árvore por falta de dinheiro

Montada no alto de uma árvore, a estrutura funcionava como abrigo para o pedreiro, que não tinha condições de bancar uma moradia convencional naquele momento.

Sem renda suficiente para arcar com aluguel, ele recorreu a uma saída incomum para ter onde dormir, preservar algum espaço próprio e evitar ficar completamente sem abrigo.

Em uma frase direta atribuída a ele pela Folha, o pedreiro resumiu a situação: “Não posso pagar aluguel. Não tenho dinheiro.”

Essa declaração ajuda a entender que a decisão não estava ligada a estilo de vida, aventura ou preferência pessoal, mas à ausência de recursos para arcar com moradia.

No lugar de paredes de alvenaria, contrato de locação ou endereço formal, a árvore passou a servir como base para um abrigo mínimo, improvisado a partir das condições disponíveis.

Pedreiro de 72 anos improvisou uma casa em árvore em Ribeirão Preto após ficar sem dinheiro para pagar aluguel e sem moradia formal.
Pedreiro de 72 anos improvisou uma casa em árvore em Ribeirão Preto após ficar sem dinheiro para pagar aluguel e sem moradia formal.

O contraste chama atenção porque a imagem de uma casa na árvore costuma remeter à infância, lazer ou contato com a natureza, enquanto o caso nasceu de uma dificuldade concreta.

Outro elemento que amplia o impacto da história é a profissão do homem envolvido, já que ele trabalhou como pedreiro e conhecia a rotina da construção civil.

Acostumado a lidar com obras, reformas e estruturas erguidas para outras pessoas, ele acabou usando a própria experiência prática para criar um lugar provisório onde pudesse permanecer.

Caso ocorreu em Ribeirão Preto, no interior paulista

Em Ribeirão Preto, uma das principais cidades do interior de São Paulo, a moradia improvisada chamou atenção por transformar um elemento comum da paisagem urbana em abrigo.

Foi ali que o pedreiro montou a estrutura elevada, depois de ficar sem condições de pagar aluguel e sem uma casa disponível para morar.

A Folha de S.Paulo identificou o caso como o de um homem sem lugar onde viver, sem apresentar a moradia como parte de projeto social, arquitetônico ou comunitário.

Por isso, a história se distancia de modelos conhecidos de moradia alternativa, como casas compactas, contêineres adaptados ou veículos transformados em residência para reduzir custos.

Nesses casos, geralmente existe planejamento, compra de materiais, investimento inicial e algum nível de escolha prévia sobre o estilo de vida que será adotado.

Com o pedreiro de Ribeirão Preto, o ponto de partida foi diferente, porque a árvore virou base de moradia quando o aluguel deixou de ser uma possibilidade real.

A construção no alto, portanto, apareceu como uma resposta emergencial para quem não tinha acesso imediato a uma casa comum, a um quarto alugado ou a outra solução estável.

Moradia improvisada não era projeto de vida alternativa

A casa montada na árvore não deve ser tratada como símbolo de aventura, romantização da vida simples ou exemplo de moradia alternativa planejada.

O motivo declarado pelo pedreiro aponta para uma situação de vulnerabilidade, marcada pela falta de trabalho, pela ausência de casa própria e pela impossibilidade de pagar aluguel.

Segundo a Folha, ele pretendia permanecer no local até conseguir dinheiro para se mudar, o que reforça o caráter temporário da solução improvisada.

Essa informação afasta a interpretação de que a moradia no alto da árvore fosse uma escolha definitiva, já que o próprio homem a relacionava à falta de recursos.

Para quem observa a cena de fora, viver em uma árvore pode parecer estranho, desconfortável ou inseguro diante dos padrões habituais de habitação.

Naquele contexto, porém, a estrutura representava o espaço possível para o pedreiro manter algum abrigo enquanto buscava condições de mudar para outro lugar.

Também fica evidente como a noção de casa pode mudar quando faltam recursos básicos para pagar moradia, manter endereço fixo e garantir privacidade.

Para muitas pessoas, casa envolve documentação, contas, paredes, segurança e estabilidade; para ele, naquele momento, significava um abrigo mínimo onde pudesse permanecer.

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Aluguel aparece como ponto central da história

O aluguel ocupa o centro da narrativa porque foi apresentado pelo próprio pedreiro como o obstáculo que o impediu de acessar uma moradia formal.

Mais do que um detalhe secundário, a ausência de dinheiro aparece como a razão direta para a construção improvisada e para a permanência no alto da árvore.

A falta de casa própria também ajuda a explicar por que o homem buscou uma alternativa tão distante das condições esperadas de habitação.

Sem imóvel, sem trabalho e sem condições de pagar locação, ele encontrou na estrutura elevada uma saída limitada, mas possível, para enfrentar a falta de abrigo.

O contraste torna a cena ainda mais marcante: um trabalhador da construção civil, setor ligado diretamente à produção de casas, prédios e reformas, terminou improvisando o próprio teto em uma árvore.

Essa situação não transforma o improviso em solução ideal, nem reduz a gravidade da falta de moradia, mas revela a dimensão prática da necessidade.

A moradia elevada, nesse sentido, não deve ser lida apenas como curiosidade, porque expõe a distância entre o custo de manter um teto e a instabilidade da renda.

Sem detalhes verificáveis sobre bairro, dimensões da estrutura, tempo total de permanência ou eventual atendimento posterior por órgãos públicos, o fato comprovado permanece claro: um pedreiro de 72 anos improvisou uma casa em árvore em Ribeirão Preto porque dizia não ter dinheiro para pagar aluguel.

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Alisson Ficher

Jornalista formado desde 2017 e atuante na área desde 2015, com seis anos de experiência em revista impressa, passagens por canais de TV aberta e mais de 12 mil publicações online. Especialista em política, empregos, economia, cursos, entre outros temas e também editor do portal CPG. Registro profissional: 0087134/SP. Se você tiver alguma dúvida, quiser reportar um erro ou sugerir uma pauta sobre os temas tratados no site, entre em contato pelo e-mail: alisson.hficher@outlook.com. Não aceitamos currículos!

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