A primeira onda de frio do inverno chega no domingo, dia 21 de junho de 2026, com termômetros até 10 graus abaixo da média do Acre ao sul de Goiás. Há risco de geada no Sul e no Sudeste e de marcas negativas no Rio Grande do Sul.
O frio intenso tem data marcada para chegar ao Brasil: o próximo fim de semana, junto com o início oficial do inverno. A nova estação começa no domingo, 21 de junho de 2026, e traz consigo uma onda de baixas temperaturas que deve derrubar os termômetros em boa parte do país. Segundo a Climatempo, o fenômeno pode fazer as marcas ficarem até 10 graus abaixo da média e deve se estender do Acre ao sul de Goiás, atingindo principalmente a faixa Centro-Sul.
A expectativa dos meteorologistas é de que o pico do frio não seja passageiro. A previsão indica que o frio mais intenso deve durar ao menos até o início da semana seguinte, com risco de geada em diversas áreas e até de temperaturas negativas no Rio Grande do Sul. Antes mesmo da chegada oficial do inverno, a quinta-feira já amanheceu com cara da estação em várias regiões. As informações foram divulgadas pelo g1, com base na previsão da Climatempo e de órgãos de meteorologia.
Quando o frio intenso chega e até quando dura
A virada de estação será sentida de forma direta nos termômetros. O inverno começa oficialmente no domingo, dia 21, e traz junto a primeira onda de frio intenso da temporada. De acordo com a Climatempo, as temperaturas podem ficar até 10 graus abaixo da média histórica, num fenômeno que abrange uma extensa faixa do território, do Acre ao sul de Goiás.
-
A tecnologia parecia cara demais para muitas famílias, até um garoto de 13 anos usar peças de Lego para criar uma impressora em braile de baixo custo
-
Uma sociedade esquecida viveu isolada em cavernas por 500 anos na Espanha, e agora o DNA antigo dos restos humanos revelou varíola, sinais de violência e uma rotina marcada pela criação de animais
-
Estudo brasileiro acha sinal químico que denuncia estrelas que comeram planeta: análise de estrelas gêmeas revela excesso de berílio resistente a 3,5 milhões °C, detectado por telescópio de 8,2 metros, e levanta dúvidas sobre a raridade de sistemas como o Solar.
-
Astrônomos encontram um “fóssil” da Via Láctea que sobreviveu por 12,5 bilhões de anos, ficou escondido perto do centro da galáxia e agora revela quatro gerações diferentes de estrelas
A duração do episódio também chama atenção. A previsão é de que o frio mais forte se mantenha pelo menos até o início da semana seguinte, prolongando o desconforto das baixas temperaturas por vários dias. As áreas marcadas em roxo nos mapas meteorológicos, justamente as mais afetadas, concentram boa parte da Região Sul e do centro do país, onde o impacto deve ser mais perceptível.
O risco de geada do Sul ao Sudeste
Um dos efeitos mais esperados dessa massa de ar frio é a formação de geada. O fenômeno deve ser mais sentido no Rio Grande do Sul, em Santa Catarina, no Paraná, no sul de São Paulo e no sul de Minas Gerais, especialmente nos pontos mais altos e nas áreas de serra. Nessas regiões, o amanhecer gelado se tornou a marca dos últimos dias.
A intensidade varia conforme a altitude e a localização. Em algumas áreas de serra, as mínimas ficam próximas de 2°C, e há chance de marcas negativas no Rio Grande do Sul. A geada também pode aparecer na Serra Gaúcha, na Serra Catarinense, no interior de Santa Catarina, no sul do Paraná e em pontos do sudeste gaúcho, configurando um cenário tipicamente invernal no extremo sul do país.
A chuva e o vento que chegam pelo Sul
Apesar do predomínio do frio, o tempo não fica totalmente seco. A partir da noite de quinta-feira, a chuva começa a voltar pelo extremo oeste do Rio Grande do Sul, de Santa Catarina e do Paraná. Essa nova área de instabilidade muda o panorama na Região Sul e adiciona um novo elemento à previsão.
O avanço se intensifica no dia seguinte. Na sexta-feira, a instabilidade deve se espalhar por mais áreas do Sul, com risco de pancadas moderadas a fortes, trovoadas e rajadas de vento que podem ficar mais intensas em alguns momentos. Mesmo com a chuva, o frio não desaparece, e as tardes seguem amenas, principalmente nas áreas de serra, onde as máximas permanecem mais baixas ao longo do dia.
Como fica o tempo no Sudeste
A Região Sudeste também sente os efeitos do ar frio, especialmente no início do dia. A quinta-feira foi marcada por frio em São Paulo, no sul de Minas Gerais e na Serra da Mantiqueira, com condição para geada nos pontos mais altos e possibilidade em áreas mais frias do interior paulista e até da Grande São Paulo.
Ao longo do dia, porém, a tendência muda um pouco. O tempo fica mais estável na maior parte da região, depois da perda de força das instabilidades, com a chuva restrita a pontos do litoral do Rio de Janeiro, do Espírito Santo e a áreas do leste e nordeste de Minas Gerais. Nas capitais, São Paulo deve ter máxima em torno de 19°C, o Rio de Janeiro perto de 23°C e Belo Horizonte também próximo dos 23°C, com tempo firme.
O cenário no restante do país
Enquanto o Centro-Sul enfrenta o frio intenso, outras regiões vivem realidades bem diferentes. No Centro-Oeste, o ar frio influencia principalmente Mato Grosso do Sul e o sul de Goiás, mas a maior parte da área tem tempo firme. Campo Grande deve ter máxima perto de 25°C, enquanto Cuiabá volta a registrar calor mais intenso, com máxima prevista de 34°C.
No Norte e em parte do Nordeste, o calor e a umidade seguem no comando. O Norte deve ter pancadas de chuva no Amazonas, em Roraima, no Amapá, em parte do Pará, no Acre e em Rondônia, principalmente entre a tarde e a noite. No Nordeste, o tempo fica dividido entre o interior seco e quente e a faixa litorânea, que ainda recebe umidade do oceano e favorece chuva em estados como Bahia, Pernambuco e Ceará.
E você, está preparado para encarar o frio intenso que chega com o inverno? Conta aqui nos comentários como está o tempo na sua cidade e se você prefere o calor ou as baixas temperaturas.


Seja o primeiro a reagir!