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Comperj se aproximando: Brasília acabou de liberar US$ 3,2 bilhões para o início das obras

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Escrito por Paulo Nogueira Publicado em 07/08/2017 às 14:13
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O dinheiro para as obras do Comperj já está no caixa da Petrobras e deputado federal disse que as obras sairão até o fim de 2017 oficialmente

[supsystic-social-sharing id=’1′]O deputado Federal Altineu Côrtes visitou o Comperj em Itaboraí-RJ na semana passada após requerimento de Brasília. Ele também é integrante da Comissão do Minas e Energia da Câmara Federal. Segundo Cortês, o governo liberou cerca de US$3,2 bilhões( na cotação de hoje seriam R$10 bilhões) para o empreendimento e já foi depositado na conta da estatal para início em 2018. Ele ainda garante que pelo menos 6 mil empregos diretos serão gerados com esse injeção em valor líquido no projeto.

A reunião aconteceu no último dia 28 com prefeitos de todas as localidades, representantes da Petrobras entre outras pessoas ligadas ao legislativo  desses municípios. Cortês disse que a visita teve como objetivo avaliar as condições da obra, ouvir as demandas de cada cidade envolvida, ele disse que ficou bastante satisfeito e que o esforço valeu a pena.

Perguntado sobre a real a real perspectiva de início das obras ele disse no momento as obras se encontram em dois estágios distintos:

Estágio 1

É a liberação do dinheiro do Governo Federal para o início das obras, que processará 19 milhões m³ de gás diariamente e que representará 21% de tudo que é produzido no Brasil. Ele ainda acrescenta que esta obra sairá até o final de 2017.

Estágio 2

É a proposta de uma multinacional chinesa, que está disponibilizando US$5 bilhões na Petrobras para investimentos. Esse valor não é todo para o Comperj, ela também quer injetar parte desse dinheiro no Porto do Açú, que fica localizado no município de São João da Barra-RJ.( Clique aqui para ver aonde ele quer aplicar o dinheiro). Mas parte desse valor que ela qur investir, ela deseja finalizar as obras da UPGN, o que irá potencializar ainda mais a geração de empregos em Itaboraí.

Ele lembra o quanto é colossal e o que justifica este investimento: ” Há 300 km de gasodutos vindos da Bacias de Santos em unidades offsore, sendo que a grande parte vem submerso em nossas mares e vai gerar 3 milhões de m³ a mais do que o principal polo petroquímico atual em operação no país. Em outras palavras, essas obras levarão a indústria do petróleo ao próximo nível.”

Prioridade

Altineu Côrtes disse também que deseja que a mão de obra seja local, dos municípios que fazem parte do Conlest, mas para isso, é necessário que as profissionais busquem qualificação para que o projeto consiga dar prioridade  a essas pessoas. Fonte: O São Gonçalo

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Paulo Nogueira

Técnico em Elétrica desde 2008, formado pelo Instituto Federal Fluminense (IFF), antigo CEFET, uma das mais tradicionais instituições de ensino técnico do Brasil. Atuou por diversos anos nas áreas de petróleo e gás offshore, energia e construção, experiência que hoje aplica na produção de conteúdo especializado sobre o setor energético. Com mais de 8 mil publicações em revistas e portais online, dedica-se à cobertura do mercado de trabalho, petróleo e gás, energia, economia, renováveis e empreendedorismo. Para dúvidas, sugestões ou correções, entre em contato pelo e-mail paulohsnogueira@gmail.com. Este canal não recebe currículos.

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