Projetos da Jacobina Mineração e da Acelen ampliam empregos, fortalecem a qualificação profissional, impulsionam inclusão produtiva, movimentam fornecedores locais e ajudam a transformar cidades do interior da Bahia com investimentos sociais e desenvolvimento econômico regional
A presença da indústria no interior da Bahia tem provocado mudanças importantes em cidades fora dos grandes centros urbanos.
Empresas ligadas à mineração e ao refino ampliam empregos, formação profissional, inclusão produtiva e investimentos sociais em diferentes regiões do estado.
Esse movimento aparece na trajetória de Ediherle Cruz, que iniciou sua relação com a mineração ainda como estagiária.
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Anos depois, ela chegou ao cargo de coordenadora da Célula de Gestão de Contrato da Jacobina Mineração Pan American Silver, no interior baiano.
Segundo Ediherle, a evolução profissional mostra dedicação, busca por desenvolvimento e valorização dos talentos locais pela empresa.
A profissional também afirma que diferentes gerações de sua família construíram histórias profissionais dentro da Jacobina Mineração.
Mineração impulsiona desenvolvimento em Jacobina
Em Jacobina, município localizado a cerca de 345 quilômetros de Salvador, a Jacobina Mineração opera cinco minas subterrâneas de ouro.
Atualmente, a companhia emprega mais de 3 mil colaboradores, sendo mais de 96% da própria região e 98% baianos.
Nos últimos seis anos, a empresa investiu mais de R$ 40 milhões em projetos sociais.
Essas ações foram voltadas para educação, saúde, cultura, inclusão produtiva e desenvolvimento comunitário.
O alcance dos projetos já beneficiou diretamente mais de 90 mil pessoas por meio de iniciativas ligadas à operação industrial.
Segundo Edvaldo Amaral, Country Manager da Jacobina Mineração Pan American Silver no Brasil, a empresa busca gerar oportunidades reais para a população.
O executivo destaca que a companhia investe em emprego, qualificação profissional, inclusão social e desenvolvimento econômico regional.
Capacitação abre espaço para novos talentos
Entre os programas da mineradora estão o Qualificar para Realizar, a Escola de Mineração e o projeto Dissemina.
O Dissemina foi criado para ampliar a presença feminina em áreas industriais.
Inicialmente, o projeto começou com 160 mulheres em capacitação para operação de equipamentos pesados e manutenção.
O Projeto Viva Bem também levou atendimentos gratuitos de saúde e ações educativas para comunidades próximas.
O Dia Integrar, realizado em 18 edições, reúne serviços gratuitos de educação, cultura e assistência social.
Dessa forma, a mineração passa a atuar não apenas como atividade econômica, mas também como agente de transformação comunitária.

Acelen amplia investimentos no Recôncavo Baiano
No Recôncavo Baiano, a atuação da Acelen reforça o impacto da indústria no desenvolvimento territorial.
A empresa ampliou investimentos em qualificação profissional, fornecedores locais e ações comunitárias em Madre de Deus, São Francisco do Conde e Candeias.
Um dos principais focos da companhia é a formação de mão de obra especializada para o setor de refino.
Cerca de mil colaboradores já passaram pelo Centro de Excelência em Educação Acelen Acender.
Uma parceria com o Senai Cimatec contribuiu para formar 350 técnicos em refino e manutenção.
Segundo João Raful, vice-presidente de Recursos Humanos da Acelen, o crescimento industrial precisa caminhar com inclusão social.
Desde que assumiu a gestão da Refinaria de Mataripe, a empresa ampliou oportunidades de emprego e fortaleceu fornecedores locais.
Juventude, diversidade e pequenos negócios ganham força
A Acelen também aposta na inclusão produtiva e no fortalecimento de pequenos negócios.
O programa Rede de Valor apoiou 34 micro e pequenas empresas fornecedoras da região.
Já o Jornada Jovem Acelen formou 321 participantes.
Segundo a companhia, cerca de um terço desses jovens entrou no mercado de trabalho nos dois primeiros anos após a formação.
A diversidade aparece como prioridade nas ações da empresa.
Em parceria com o Senai-BA, a Acelen desenvolveu uma formação gratuita para técnicas em petroquímica.
A iniciativa ampliou a presença feminina em um setor historicamente masculino.
Somente na Refinaria de Mataripe, a companhia já investiu mais de R$ 4 bilhões desde o início da operação.
A combinação entre indústria, qualificação profissional, fornecedores locais e investimentos sociais ajuda a redesenhar o futuro econômico da Bahia.
Afinal, quantas cidades do interior ainda podem ganhar novas oportunidades quando emprego, capacitação e investimento industrial caminham juntos?

Caio Aviz deve ser um paga **** de minerdoras, grileiros e afins, pois fazer uma reportagem (?) dessas sem ver o que a mineração faz nas comunidades e na natureza só pode ser um vendido