Dados divulgados pela ANP mostrou que a produção de biodiesel não foi animadora para as usinas, mas houve melhora em relação à 2020
A ANP – Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis, mostrou que a produção do biodiesel, biocombustível líquido considerado uma fonte de energia renovável, foi de 489,3 mil metros cúbicos no início do ano. É relativamente comum que o mercado experimente uma desaceleração no começo de cada ano. Tipicamente, os meses de janeiro e fevereiro são os mais fracos.
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Geralmente, janeiro e fevereiro são os meses mais fracos de atividade das usinas de biodiesel, que tem o pico de produção no mês de outubro. No entanto, o pico de produção do ano passado ocorreu em agosto, dois meses antes do que era previsto e teve uma drástica queda no mercado.
Mais quatro usinas de biodiesel entram no programa de descarbonização do RenovaBio
As usinas de biodiesel, localizadas nos estados do Rio Grande do Sul, Goiás e Mato Grosso, irão aderir ao mercado do RenovaBio
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Um ciclo vicioso que pode afetar, tanto a produção, quanto a demanda. Este é o cenário que está sendo construído pela política monetária empreendida pelo Banco Central (BC), que se obriga a manter um aperto monetário (vide Selic hoje no patamar de 14,25% ao ano), para conter uma inflação resiliente (projetada em 5,33% para 2026 pelo boletim Focus), como reflexo do desajuste fiscal (despesas superam receitas) patrocinado pelo governo federal, ‘de olho’ no pleito de outubro próximo.
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O programa RenovaBio do Governo Federal, cujo objetivo é expandir a produção de biocombustíveis no Brasil, irá ganhar mais quatro novas usinas para o mercado de descarbonização. Foi aberto processo de consulta pública para a certificação das usinas de biodiesel de Canoas (RS) pertencente a Bianchini, Palmeiras (GO) da Minerva, São Simão (GO) e Sorriso (MT), ambas do Grupo Caramuru.
O programa RenovaBio:
O principal instrumento do RenovaBio é o estabelecimento de metas nacionais anuais de descarbonização para o setor de combustíveis, de forma a incentivar o aumento da produção e da participação de biocombustíveis na matriz energética de transportes do país.
Os produtores e importadores de biocombustíveis que desejem aderir ao programa contratarão firmas inspetoras credenciadas na Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) para realização da Certificação de Biocombustível e validação da Nota de Eficiência Energético-Ambiental e do volume elegível.
