Macaé recebe nova base de apoio offshore da Petrobras e vai ampliar seu desenvolvimento econômico
A Petrobras continua avançando em seus negócios. Foi inaugurada ontem (28) uma Base de Apoio Offshore em Macaé, dentro do Porto de Imbetiba. Com a retomada das atividades após a pandemia, a gigante do petróleo nacional calcula um investimento de R$ 24 milhões para operação nos próximos meses, em atividades relacionadas ao pré-sal e à retroárea, que já tem sua ocupação em mais de 90%. O empreendimento vai gerar vagas de emprego e trazer avanços na economia da região.
O evento de inauguração da base de apoio offshore aconteceu com a presença do Diretor Executivo de Relações Institucionais e Sustentabilidade, Joelson Falcão Mendes, e do gerente executivo de Logística de E&P, Daniel Gago. Também estiveram presentes o presidente da Câmara de Vereadores de Macaé, Nilton César, e do prefeito da cidade, Welberth Rezende. Saiba mais sobre essa grande infraestrutura na matéria de hoje.
Veja como era o Porto de Imbetiba antes e depois dos investimentos da estatal no vídeo abaixo
Base de apoio offshore de Macaé vai criar vagas de emprego e dar retorno milionário à União
Essa nova base de apoio offshore e os investimentos da companhia na região prometem um grande avanço no desenvolvimento econômico da região, com a geração de mais de 244 vagas de emprego diretas, além de outras indiretas. As vagas estarão diretamente relacionadas à operação de veículos, de equipamentos e de organização da nova base de apoio offshore. Tudo isso aquece o mercado regional após a retomada das atividades no pós-pandemia e estimula o crescimento da cidade em geral.
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Um ciclo vicioso que pode afetar, tanto a produção, quanto a demanda. Este é o cenário que está sendo construído pela política monetária empreendida pelo Banco Central (BC), que se obriga a manter um aperto monetário (vide Selic hoje no patamar de 14,25% ao ano), para conter uma inflação resiliente (projetada em 5,33% para 2026 pelo boletim Focus), como reflexo do desajuste fiscal (despesas superam receitas) patrocinado pelo governo federal, ‘de olho’ no pleito de outubro próximo.
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Além disso, essa nova base vai estimular atividades de outras empresas na região e estimular a arrecadação de impostos. Dessa forma, o retorno esperado é de R$ 44 milhões ao ano por meio de recolhimento em ISS (imposto sobre serviços). Ou seja, a remodelação do porto de Imbetiba vai modernizar o trabalho e ainda trazer retorno à União, por meio do recolhimento de impostos de empresas que tenderão a atuar com mais força nas proximidades da região.
Petrobras vai usar a base de apoio offshore de Macaé para dar suporte à rotina de ancoragem e aumentar o número de atracações, diminuindo o tempo de espera das embarcações
Com o uso de tecnologia, a estatal vai remodelar o esquema de atracações de embarcações no Porto do Imbetiba e renovar toda a infraestrutura para agilizar o tempo de espera no porto. Em 2019, a região portuária recebeu todos os projetos de ancoragem de plataformas da companhia e agora vai dar um novo passo para tornar tudo isso ainda mais viável.
O porto tinha capacidade de 115 atracações por mês e agora se espera que esse valor suba para 150, com menor tempo de espera. Para isso, a região vai contar com 3 guindastes de grande porte, sendo um com capacidade para movimentar até 120 toneladas por um espaço de 25 metros e outros dois com capacidade de 30 toneladas em até 35 metros. Além disso, também será adotado um novo modelo de rebocador, o AHTS 21000, embarcação de elevada potência para suprir a demanda mais rapidamente.
Isso será possível graças à Unidades de Produção (FPSO), além da ancoragem de sondas de perfuração por meio de equipamentos modernos e de grandes dimensões. Além disso, a retroárea vai expandir de 16 para 24 mil metros quadrados, o que vai ser essencial para acomodar estruturas de grande porte e sua montagem, que não seria viabilizada por transporte rodoviário.
Atualmente, o tempo de espera de algumas embarcações é de 12 horas, à mercê das condições climáticas e atraso nas atracações. Isso promete ser reduzido significativamente com a melhora da logística das embarcações e atracações no porto de Imbetiba, feita pela Petrobras.

