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Jovem de Balneário Camboriú, Mateus Natan já tirou R$ 22 mil em joias da areia com detector de metais, mira R$ 1 milhão e ainda devolveu um iPhone achado no mar

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Escrito por Bruno Teles Publicado em 26/06/2026 às 00:39 Atualizado em 26/06/2026 às 00:41
Caçador de tesouros de Balneário Camboriú faz do detectorismo renda: tirou R$ 22 mil em joias na areia com detector de metais e devolveu um iPhone.
Caçador de tesouros de Balneário Camboriú faz do detectorismo renda: tirou R$ 22 mil em joias na areia com detector de metais e devolveu um iPhone.
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Conhecido como caçador de tesouros, Mateus Natan transformou o detectorismo em renda nas praias de Balneário Camboriú: já soma mais de R$ 22 mil em joias na areia garimpadas com detector de metais, mira o primeiro milhão e ainda virou notícia ao devolver um iPhone que achou soterrado no mar.

Aos 27 anos, Mateus Natan da Silva ficou conhecido na internet fazendo algo que parece brincadeira de criança, mas virou profissão: ele caminha pelas praias lotadas com um detector de metais na mão e desenterra o que os banhistas perdem na areia. O que começou como hobby de adolescente hoje rende dinheiro de verdade e milhares de seguidores. Alianças, relógios, câmeras GoPro e até motor de barco já saíram do chão sob seus pés.

Segundo reportagem do ND Mais, o caçador de tesouros de Balneário Camboriú já estima ter recuperado mais de R$ 22 mil em objetos garimpados na areia, e diz mirar uma meta ousada: chegar a R$ 1 milhão com o que tira das praias. Os valores são declarados pelo próprio Mateus e não auditados, mas dão a dimensão de como o detectorismo deixou de ser passatempo e virou fonte de renda.

Quem é o caçador de tesouros de Balneário Camboriú

Mateus Natan tem 27 anos e mora em Balneário Camboriú, no Litoral Norte de Santa Catarina.

A paixão pelo detectorismo começou cedo, ainda na adolescência, por influência do pai.

Ele comprou o primeiro detector de metais aos 15 anos, mas só achava moeda solta e muito lixo, e acabou desistindo.

O reencontro com o hobby veio na pandemia, quando ele decidiu transformar a busca em conteúdo para a internet.

O primeiro vídeo, em que encontrou apenas 70 centavos, viralizou e marcou o início da carreira como caçador de tesouros e influenciador digital.

Hoje ele soma centenas de milhares de seguidores que acompanham cada garimpo nas praias de Balneário Camboriú.

Como funciona a caça às joias na areia

Caçador de tesouros de Balneário Camboriú faz do detectorismo renda: tirou R$ 22 mil em joias na areia com detector de metais e devolveu um iPhone.
Mateus dedica de 8 a 10 dias por mês à procura de objetos perdidos no litoral.

A maior parte do tempo, o trabalho é de paciência, varrendo metro a metro com o aparelho.

Quando o sinal apita, ele cava com cuidado para não perder o ponto exato.

A especialidade virou justamente encontrar joias na areia: alianças, anéis, correntes e brincos que escorregam dos dedos e pescoços dentro da água.

Boa parte das joias na areia aparece perto da arrebentação, onde o vaivém das ondas solta as peças.

Cada aliança recuperada pode valer centenas ou milhares de reais, e é aí que o detectorismo deixa de ser hobby e vira renda.

Para o caçador de tesouros, o segredo está em conhecer os horários de maré e os pontos de maior movimento.

O detector de metais que limpa a praia de quebra

Nem tudo que apita é tesouro, e Mateus faz questão de mostrar isso.

Cerca de 90% do que ele tira da areia é lixo: tampinhas, latas, pedaços de plástico e chumbo de pesca.

Na prática, o detector de metais acaba prestando um serviço ambiental para a cidade.

A cada saída, ele enche sacos de resíduos metálicos que ficariam enterrados na orla por anos.

O mesmo equipamento que busca joias na areia também devolve a praia mais limpa aos banhistas.

É um efeito colateral que o caçador de tesouros gosta de exibir nos vídeos.

O iPhone achado no mar que rastreou a dona pelo Pix

Caçador de tesouros de Balneário Camboriú faz do detectorismo renda: tirou R$ 22 mil em joias na areia com detector de metais e devolveu um iPhone.
O episódio que mais repercutiu não envolveu ouro, e sim um celular.

Mateus encontrou um iPhone soterrado na Praia Central de Balneário Camboriú, ainda em condições de funcionar.

Para recuperar o aparelho, ele lavou tudo em água corrente, tirando o sal e a areia.

Depois deixou o iPhone mergulhado no arroz por dois dias para puxar a umidade de dentro.

Quando carregou e o telefone ligou, veio o desafio: descobrir de quem era.

Sem contato de emergência salvo, ele teve a ideia de usar o número do chip como chave Pix.

O Pix revelou o nome da dona, Isadora, uma turista do Paraná que havia perdido o aparelho na areia.

Segundo o NSC Total, o caçador de tesouros localizou a turista e devolveu o iPhone, emocionando a dona.

Do hobby de R$ 0,70 ao sonho do primeiro milhão

A trajetória de Mateus mostra como um passatempo pode escalar rápido na era das redes.

Do vídeo de 70 centavos aos garimpos com centenas de milhares de visualizações, foi questão de meses.

Hoje o detectorismo se divide entre o garimpo na praia e a renda de criador de conteúdo.

A meta declarada de R$ 1 milhão soma o valor das peças encontradas ao longo dos anos.

Vale lembrar: esse número é uma projeção do próprio Mateus, não uma fortuna já no bolso.

Ainda assim, as joias na areia já pagaram o investimento no equipamento e renderam os tais R$ 22 mil.

Para quem começou achando moeda e lixo, o detectorismo virou um negócio de verdade em Balneário Camboriú.

O que o caso do caçador de tesouros de Balneário Camboriú mostra

O caso de Mateus Natan ensina que disciplina e constância transformam um hobby em renda.

Não é sorte de um dia, é rotina de 8 a 10 saídas por mês com o detector de metais.

Vale manter o pé no chão, porém.

Os R$ 22 mil e a meta de R$ 1 milhão são números declarados pelo próprio caçador de tesouros, sem auditoria independente.

Boa parte do retorno também vem das redes sociais, não apenas das joias na areia.

E nem todo dia tem aliança de ouro: na maioria das vezes, o que sai do chão é lixo.

Ainda assim, a história tem o que toda boa virada precisa: trabalho, técnica e um gesto honesto, como devolver o iPhone à dona.

Mais que o valor das peças, fica a prova de que detectorismo é paciência somada a propósito.

E você, deixaria um caçador de tesouros vasculhar a areia onde perdeu algo na praia? Conta aqui nos comentários se você já achou ou perdeu alguma joia na areia, queremos ler a sua história.

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Bruno Teles

Falo sobre tecnologia, inovação, petróleo e gás. Atualizo diariamente sobre oportunidades no mercado brasileiro. Com mais de 7.000 artigos publicados nos sites CPG, Naval Porto Estaleiro, Mineração Brasil e Obras Construção Civil. Sugestão de pauta? Manda no brunotelesredator@gmail.com

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