Mapeamento realizado nos campos de Urucu, Juruá e Araracanga, no Amazonas, foi estendido também para o Recôncavo Baiano, no Nordeste.
Petrobras informou ontem (05/07) que o Centro de Pesquisa e Inovação da Petrobras (Cenpes) desenvolveu um projeto de mapeamento digital de solos, que já conseguiu mapear uma área de 18.700 km² (equivalente a 85% do território de Sergipe). Inicialmente realizado nos campos de Urucu, Juruá e Araracanga, no Amazonas, o mapeamento foi estendido também para o Recôncavo Baiano, uma das principais áreas de exploração petrolífera no Nordeste.
Segundo a Petrobras, para realizar esse trabalho de mapeamento digital, a equipe do Cenpes criou um algoritmo que permite, a partir do estudo de uma área menor, extrapolar o mapeamento para um território extenso com o uso de ferramentas digitais. Com essa nova metodologia, o custo do mapeamento foi reduzido em 16 vezes – e a metodologia pode ser replicada em outras áreas.
Mapeamento digital define rotas para monitoramento das instalações de produção, fortalecendo a prevenção de acidentes.
Com o mapeamento, é possível identificar as áreas onde a construção causa menos impacto e definir rotas para monitoramento das instalações de produção, fortalecendo a prevenção de acidentes.
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Além disso, uma contribuição dessa pesquisa foi o mapeamento do estoque de carbono em ambientes onde ainda existem lacunas de conhecimento, como no solo da floresta e em áreas alagadas, revelando dados inéditos sobre o carbono nestes ambientes.
Estes dados ajudarão a companhia no cálculo do sequestro de carbono em áreas preservadas ou recuperadas, contribuindo para a melhor quantificação do benefício climático dessas ações e a possível conversão em créditos de carbono.
