Início Produção das refinarias da Petrobras estão a todo o vapor e atingem 97% de desempenho, aumentando o rendimento de diesel e gasolina, e aproveitando as condições favoráveis do mercado

Produção das refinarias da Petrobras estão a todo o vapor e atingem 97% de desempenho, aumentando o rendimento de diesel e gasolina, e aproveitando as condições favoráveis do mercado

25 de julho de 2022 às 16:28
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– Refinaria da Petrobras no Rio de Janeiro (Crédito: Arquivo Petrobras)

Campos de petróleo do pré-sal responderam por 73% ( 1,94 milhão de barris) de toda a produção da Petrobras ao longo do 2º Trimestre de 2022.

No dia 21 de julho, o gigante do petróleo brasileiro Petrobras, destacou o potencial de suas refinarias no Relatório de Produção e Vendas do 2º Trimestre de 2022, que trabalharam a todo o vapor e atingiram 97% de Fator de Utilização (FUT) no fim do mês de junho.

Segundo a petroleira, este FUT foi alcançado após a conclusão das paradas programadas de manutenção da Refinaria Henrique Lage (REVAP), em São José dos Campos (SP) e da Refinaria Duque de Caxias (REDUC), no Rio de Janeiro.  A Petrobras disse ainda que, esse desempenho permitiu maior rendimento de diesel, gasolina e QAV no trimestre, aproveitando condições favoráveis de mercado, respeitando os requisitos de segurança, de meio ambiente e de qualidade dos derivados produzidos e considerando o foco em geração de valor. 

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Segundo o informe da estatal, o volume de vendas de derivados no segundo trimestre teve aumento de 1% em relação ao primeiro trimestre e o volume de produção de combustíveis foi 2,6% maior em relação ao mesmo período do ano passado.  

Pré-sal representou 73% da capacidade total da Petrobras 

Os campos de petróleo do pré-sal se destacaram e responderam por 73% de toda a produção da Petrobras ao longo do 2º Trimestre de 2022. Deles foram extraídos 1,94 milhão de barris de óleo equivalente por dia (boed) entre abril e junho. 

De acordo com o relatório da Petrobras, no trimestre, a produção diária média da Petrobras de óleo, LGN e gás natural 2,65 milhões de barris de óleo equivalente, montante 5,1% abaixo do alcançado no trimestre anterior, em razão do início da vigência do contrato de partilha de produção dos volumes do excedente da Cessão Onerosa de Atapu e Sépia, em 2 de maio, com redução de participação da estatal nestes campos, além do maior número de paradas para manutenções e intervenções nas plataformas do pré-sal e do pós-sal. 

No entanto, houve compensação parcial com o início de produção do FPSO Guanabara (campo de Mero), em 30 de abril, e a continuidade da crescente produção (ramp-up) dos FPSOs Carioca (campo de Sépia) e P-68 (campos de Berbigão e Sururu), localizados no pré-sal da Bacia de Santos. 

Já o FPSO Carioca alcançou média de produção operada de 155 mil barris de petróleo por dia (bpd) no trimestre e a P-68 atingiu a capacidade plena de produção em 21 de junho, o que permitiu à unidade alcançar 152 mil bpd, atingindo média de produção operada de 130 mil bpd no trimestre.

Petrobras disse que esses efeitos já estavam previstos e não impactaram as perspectivas de produção para 2022, de 2,6 milhões boed, com variação de 4% para mais ou para menos.

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