Após a petroquímica reduzir o consumo de energia em fábrica Bahia, a Braskem quer ampliar sua eficiência energética em outros Estados
A Braskem, atuante no setor químico e petroquímico, quer investir e ampliar o programa de eficiência energética nos Estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Alagoas e Rio Grande do Sul, após reduzir o consumo de energia elétrica em sua fábrica no Polo de Camaçari, na Bahia. A empresa investiu R$ 65 milhões e reduziu 833 GWh.
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No processo de melhoria do aproveitamento energético da fábrica no Polo de Camaçari, foram implementadas dez medidas de economia de energia, principalmente para operação digital e otimização da energia utilizada pelos fornos das unidades, tais equipamento são os que mais precisam de energia elétrica na fábrica.
A iniciativa do projeto tem dois objetivos: de um lado, gerar uma economia financeira para a empresa; de outro, ajudar a cumprir a meta de reduzir as emissões de carbono em 15% até 2030. Para 2050, a companhia pretende chegar a zero emissões. Gustavo Checcucci, iretor de Energia da Braskem, diz que “Estamos estruturando, em cada um dos nossos sítios, projetos de eficiência para ao longo desta década”.
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Gustavo ainda diz que “Estamos muito alinhados com a transformação energética e teremos o desafio de nos reinventarmos durante esse processo”, ao falar que as ideia do projeto de eficiência energética em Camaçari está sendo realizada a dois anos e foi concluída no início deste ano.
O executivo conta que a Braskem está avaliando outros projetos no setor de energia, como a eletricidade própria produzida a partir de fontes renováveis, como a solar e a eólica. “Até pelo consumo energético nosso, que é grande, é até natural esse processo”
A petroquímica atualmente mantém três contratos com empresas como EDF, Canadian e Voltalia, para o desenvolvimento de parques eólicos operados por parceiros. Quando esses parques entrarem em operação, deverão representar cerca de 15% do consumo de energia elétrica da empresa no mercado livre, que atualmente varia anualmente entre 350 e 400 MW.
“Com eles, temos volume de energia importante e, com esses contratos, parceiros estão desenvolvendo nova energia em locais e regiões diferentes para que consigamos montar portfólio de energia renovável”, conclui Gustavo.

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