Com um grande desempenho econômico no terceiro trimestre, mineração em Minas Gerais melhorou diversos indicadores socioeconômicos
Entre os meses de julho a setembro, setor de mineração mostrou uma grande melhora em alguns indicadores. Devido a esses bons resultados, os investimentos no setor de mineração no Brasil de 2020 a 2024, aumentou de US$ 32,5 bilhões para mais de US$ 37 bilhões. Estados de Minas Gerais, Bahia e Pará serão os respectivos com maiores investimentos.
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O Estado de Minas sempre foi o maior produtor mineral e o maior arrecadador de impostos do segmento, liderando em doações e deve ainda atrair US$ 12,5 bilhões. A Bahia fica em segundo lugar, com US$ 10,5 bilhões (28%), e Pará com US$ 8,6 bilhões (23%).
Os projetos de investimentos incluem ferro, fertilizantes, ouro, bauxita, lítio, nióbio, quartzo e calcário.
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Segundo Flávio Ottoni Penido e Wilson Brumer, respectivamente diretor-presidente e presidente do Instituto Brasileiro de Mineração, para eles, o Estado de Minas Gerais, mesmo com um grande investimentos, não consegue voltar a ser o protagonista no setor mineral. Nos últimos anos, o Pará tem estado à frente das vendas, principalmente em minério de ferro.
Wilson Brumer disse que “Novas fronteiras de mineração estão se abrindo no País e a disputa, no curto e médio prazos, permanecerá entre Pará e Minas Gerais. Mas no período mais longo, vejo o Pará com enorme potencial de se consolidar como principal produtor brasileiro”.
Além disso, segundo o presidente da Instituição, o plano de investimentos em Minas Gerais inclui um projeto de restauração da barragem de rejeitos. Quando considerados apenas novos negócios ou expansões, o valor total no Estado deve chegar a cerca de US$ 10 bilhões. Ele conclui dizendo que “o Volume parecido com o da Bahia e próximo ao do Pará. Assim, Minas pode recuperar alguma representatividade, mas o País caminha para ter três grandes produtores de minerais: Pará, Minas Gerais e Bahia”.

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