Investimento de R$ 2,6 bilhões em projeto que teve início em 2016, a Scania dá início a produção de caminhões movidos a combustíveis alternativos, GNV
Em São Bernardo do Campo, no ABC Paulista no estado de São Paulo, a Scania deu início na última semana, a produção de caminhões movidos a GNV (gás natural), biometano (obtido através de resíduos orgânicos) e GNL (gás liquefeito). Ligado ao estaleiro EJA e Sete Brasil, Ex-funcionário da Sembcorp Marine é acusado de lavagem de dinheiro e corrupção em contrato de sondas
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O Brasil, atrás somente de alguns países europeis, é o único a produzir veículos desta modalidade, e que, nos próximos dias, dará início a exportação dos veículos, a iniciar pela Argentina.
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Os caminhões do tipo GNV e GNL também estão aptos a utilizarem o biometano, independente da proporção, o que os caracteriza como veículos flex. A empresa já produz tais veículos desde 2014, em sua matriz, na Suíça. No Brasil, o início da produção é inédita, tendo em vista que já ocorrentam importações do produto, mas nunca produção dos mesmos.
Investimento de R$ 2,6 bilhões em projeto de produtos movidos a combustíveis alternativos que teve início em 2016, boa parcela do valor já foi consumido, entre 2016 e 2020. Contudo, a expectativa dos próximos passos é a produção de veículos híbridos, previstos para 2021 a 2024, em seu novo programa de investimentos. Após isso, a longo prazo será a vez dos veículos elétricos.
Pela baixa escala produtiva, os preços dos novos veículos gira em torno de 30 a 40% acima das versões existentes, movidos a diesel, que custam a partir de R$ 400 mil.
Em São Bernardo do Campo, a fábrica da Scania é a segunda maior do grupo em capacidade produtiva – 30 mil unidades por ano. Atualmente, a fábrica possui 4 mil funcionários e utiliza cerca de 75% de sua capacidade. O que se espera, se a demanda pelos produtos aumentarem, é que também ocorra o aumento da capacidade e geração de novos empregos.

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