Carteira de Identidade Nacional passará a ter uso internacional em países sul-americanos, mas viajantes ainda precisam aguardar a implementação oficial e conferir regras de embarque antes de substituir documentos já aceitos, como RG estadual e passaporte.
Brasileiros poderão usar a Carteira de Identidade Nacional (CIN), conhecida como novo RG, como documento de viagem para entrar em oito países da América do Sul, após acordo assinado nesta sexta-feira (29) em reunião de ministros da Justiça e do Interior do Mercosul, realizada no Paraguai.
A medida inclui a CIN na relação de documentos de identificação aceitos por Argentina, Paraguai, Uruguai, Bolívia, Chile, Colômbia, Equador e Peru, países que já permitem a entrada de brasileiros sem passaporte em determinadas condições previstas nos acordos regionais de circulação de pessoas.
Ainda não há uma data oficial para o início da aceitação da Carteira de Identidade Nacional nas fronteiras desses países, mas a expectativa informada é que o documento comece a ser utilizado pelos viajantes brasileiros a partir de agosto, após os ajustes administrativos necessários.
-
Polícia Federal entra no caso para identificar responsável por invasão ao sistema da Defesa Civil que enviou dez alertas falsos, assustou moradores de diferentes capitais e transformou mensagens sobre risco real em notificações com “misantropia” e até ataque alienígena
-
Seca extrema faz vila fantasma reaparecer no fundo de reservatório que abastece Atenas, revelando casas, escola e ruínas engolidas desde os anos 1980 enquanto o lago encolhe e expõe a crise de água que ameaça a capital da Grécia
-
Uma aldeia inteira dormia no fundo de um lago há 3 mil anos: mergulhadores sugam sedimentos na Itália e revelam mais de 600 estacas de madeira, ferramentas de bronze e vestígios de um povoado da Idade do Bronze escondido sob a água
-
Chamam de “casa da Shopee” e até de papelão, mas a casa de R$ 20 mil é um Wood Frame certificado da Alea, financiado pelo Minha Casa Minha Vida: entenda se vale mais que a alvenaria
Novo RG amplia documentos aceitos em viagens pela América do Sul
Com a mudança, a CIN passa a integrar o conjunto de documentos que podem ser usados por brasileiros em viagens aos oito países sul-americanos abrangidos pelo acordo, ao lado do passaporte e dos modelos de identidade já aceitos atualmente pelas autoridades migratórias.
Na prática, a decisão não torna o passaporte obrigatório para esses destinos nem elimina, de imediato, a validade dos documentos que já eram utilizados por turistas brasileiros, como o RG emitido pelos estados, desde que esteja em bom estado de conservação e permita a identificação do titular.
A Carteira de Identidade Nacional foi criada para substituir gradualmente os antigos RGs estaduais e adotar o CPF como número único de identificação em todo o país, reduzindo diferenças entre cadastros locais e dificultando a existência de registros duplicados.
O novo modelo também segue padrões internacionais de segurança e identificação, com elementos como QR Code e código MRZ, tecnologia semelhante à usada em passaportes e documentos de viagem, o que facilita a leitura por sistemas de controle migratório.
Países que aceitarão a Carteira de Identidade Nacional
O acordo prevê a aceitação da CIN por Argentina, Paraguai, Uruguai, Bolívia, Chile, Colômbia, Equador e Peru, todos localizados na América do Sul e integrantes ou associados a mecanismos regionais de circulação que facilitam o trânsito de cidadãos brasileiros.
| País | Documento previsto pelo acordo |
|---|---|
| Argentina | Carteira de Identidade Nacional |
| Paraguai | Carteira de Identidade Nacional |
| Uruguai | Carteira de Identidade Nacional |
| Bolívia | Carteira de Identidade Nacional |
| Chile | Carteira de Identidade Nacional |
| Colômbia | Carteira de Identidade Nacional |
| Equador | Carteira de Identidade Nacional |
| Peru | Carteira de Identidade Nacional |
Esses destinos já recebem turistas do Brasil com documentos de identidade reconhecidos nos acordos do Mercosul e de países associados, o que permite viagens sem passaporte em situações de turismo, desde que o documento apresentado esteja válido, legível e atualizado.
Mesmo com a ampliação da lista, a recomendação para quem pretende viajar é verificar as exigências migratórias antes do embarque, principalmente em companhias aéreas, rodoviárias internacionais e páginas consulares, porque a implementação pode variar até a comunicação formal entre os governos.
O uso da CIN como documento de viagem também não altera regras de entrada que dependam de outros fatores, como prazo de permanência, finalidade da viagem, exigências sanitárias, autorização para menores ou comprovação solicitada pela autoridade migratória no momento da chegada.
CIN digital e documento físico em viagem internacional
A versão digital da Carteira de Identidade Nacional fica disponível no aplicativo Gov.br após a emissão do documento, mas a orientação atual para viagens internacionais é portar a versão física, já que a aceitação em fronteiras depende dos procedimentos adotados por cada país.
Órgãos de identificação estaduais alertam que a ausência do documento físico pode causar impedimento de embarque ainda no Brasil ou recusa na entrada no exterior, sobretudo em viagens aéreas, nas quais a conferência documental costuma ocorrer antes da chegada ao destino.
Por isso, quem pretende usar a CIN para viajar deve aguardar a confirmação do início da validade internacional, conferir se o documento físico está em mãos e evitar depender apenas da carteira digital exibida no celular durante o deslocamento.
A mesma cautela vale para o antigo RG estadual, que segue aceito em viagens a países do bloco, mas pode gerar problemas se estiver plastificado de forma irregular, danificado, com foto muito antiga ou com dados que dificultem a identificação do viajante.
Como solicitar a nova identidade nacional
A emissão da Carteira de Identidade Nacional é feita pelos órgãos de identificação dos estados e do Distrito Federal, com agendamento conforme as regras locais, e a primeira via é gratuita para todos os brasileiros que ainda não possuem o novo documento.
Em São Paulo, o Poupatempo informa que a solicitação da CIN pode ser iniciada pelos canais digitais do serviço, inclusive pelo aplicativo, mas o cidadão deve comparecer ao atendimento agendado para apresentar documentos, tirar foto e realizar a coleta biométrica.
Após a emissão, o documento pode ser retirado no local indicado pelo órgão responsável ou enviado pelos Correios quando essa opção estiver disponível, serviço que depende das regras do estado emissor e pode envolver prazo próprio de entrega.
No caso paulista, a carteira fica pronta em até 22 dias úteis, segundo o serviço estadual, e o usuário pode solicitar o envio pelos Correios, o que viabiliza o recebimento em casa depois da etapa presencial obrigatória.
Em outros estados, o procedimento pode ser diferente, já que cada unidade da federação organiza o atendimento, os canais de agendamento, a entrega e a disponibilidade de serviços digitais conforme sua própria estrutura administrativa.

CPF passa a ser identificação única na CIN
A CIN foi pensada para unificar a identificação civil no Brasil, substituindo o modelo anterior em que uma mesma pessoa podia ter números diferentes de RG emitidos por estados distintos, situação que dificultava a integração de bases públicas.
Com o CPF como número único, o novo documento reduz inconsistências cadastrais e facilita a validação da identidade em serviços públicos e privados, além de permitir integração com a conta Gov.br quando a versão digital é disponibilizada ao cidadão.
A carteira também tem prazos de validade definidos por faixa etária: cinco anos para crianças menores de 12 anos, dez anos para pessoas de 12 a 59 anos e validade indeterminada para quem tem 60 anos ou mais.
Embora a nova identidade esteja em processo de substituição do RG tradicional, não há exigência de troca imediata para todos os brasileiros, e os documentos antigos continuam válidos até os prazos previstos nas normas de transição, desde que estejam em boas condições.
O que muda para o viajante brasileiro
Para o turista, a principal mudança será a possibilidade de apresentar a Carteira de Identidade Nacional física como documento de viagem nos oito países contemplados, assim que a aceitação estiver operacionalizada pelas autoridades migratórias de cada destino.
A medida tende a simplificar a documentação de quem já possui a CIN, mas não dispensa planejamento, porque o viajante deve conferir com antecedência se o país já está aceitando o novo modelo e se a companhia de transporte reconhece o documento no embarque.
Até a implementação plena, o passaporte e o RG estadual continuam sendo alternativas para entrada nos países citados, observadas as regras específicas de cada local e a necessidade de apresentar um documento em bom estado e compatível com os registros de identificação.
A ampliação do uso internacional da CIN reforça a transição do Brasil para um documento nacional padronizado, mas a adoção prática nas fronteiras dependerá da comunicação entre governos, da atualização dos sistemas migratórios e da orientação aos agentes responsáveis pela conferência dos viajantes.

Esses Chineses governantes são insanos, obcecados, querem dominar o mundo, são complexados , porque Taywan não aceitou o regime deles, estão lá prosperando naquele tamanho de território, e a China Socialista 1 ou 2 território em densidade demográfica em terras continuas do mundo , criam invenções maravilhosa, povo trabalhador inteligente 🧠, precisa fazer isso , estava esses dias precisando Israel por causa do golfo Pérsico, e ameaçou , fez até comparação de força bélica,contingente de soldados, dizendo que não iria sobrar nada, no fim recuaram receberam ordens dos próprios oficiais Chineses, não sei o que viram lá até agora a mídia comunicou nada sobre, o Xi Gi Pim fez uma declaração certa vez que eles tiveram muito tempo a se curvar para o Japão e acrescentou que : ” agora vai ser a vez do Japão se ajoelhar nos pés deles; enfim que essa geração de agora ambos os lados tem a ver com isso inclusive os outros países e o mundo, eles querem dominar o mundo, principalmente Taywan pegar de volta por causa dos componentes da inteligência artificial ( IA ) . O mundo inteiro depende de certos componentes remotos que só Taywan tem, inclusive produzem componentes para a IA, eles os Chineses querem se apoderar de Taywan por causa disso, mas o Japão já se posicionou em favor de Taywan protegendo a ilha se continuarem a quererem dominar Taywan, e o governo Taiwanês também investiu pesado na compra de materiais bélicos, tanques , drones pequenos e precisos ao alvo mais baratos, para se prosicionarem perdi da praia, sem dúvidas de errarem o alvo dos soldados Chineses nas embarcações antes de se aproximarem da praia. É isso aí o plano maligno de mexer com quem está quieto e não fez nada para eles, não aceitam , olhem o tamanho do território deles e terras que poderiam plantar, colher e até exportar como fazem com outros produtos, são inteligentes, pois faz, tire os pés do chão, inventem, olha Israel, um dos maiores viveiro de flores no mundo fica em Israel, e tem muito alimentos que eles cultivam por gotejamento preparado dentro da irrigação investimentos que fizeram , e lá é deserto.
Oi, boa noite!!
Oii Boa tarde