Revolucionando o transporte de cargas no Brasil, o trem Double Stack, que começou a operar em 2019, é o primeiro do tipo na América Latina e tá dando o que falar. Mas o que ele tem de tão especial? Vamos descobrir!
Desde os tempos do café, os trens têm sido peça-chave no Brasil. Em 1957, a malha ferroviária chegou a 31.000 km, mas depois disso, a coisa deu uma esfriada.
As rodovias ganharam a preferência e as ferrovias ficaram meio de lado. Mas, como dizem por aí, “nem tudo está perdido”. A indústria ferroviária brasileira tá dando a volta por cima e o trem Double Stack é a prova disso.
Double Stack: o gigante dos trilhos no Brasil
O trem Double Stack é um verdadeiro colosso. Com vagões de dois andares, ele aumenta a capacidade de transporte em 40%.
-
Ferrovia volta a ser destaque no Brasil após aval do STF: projeto de R$ 25,2 bilhões promete economizar R$ 9 bilhões em fretes, transportar 50 milhões de toneladas por ano e transformar Sinop em potência logística do agronegócio.
-
Por que o operador de guindaste só pode obedecer ao sinaleiro certo na obra: entre dezenas de trabalhadores, uma mão erguida pela pessoa errada pode confundir a manobra e transformar uma carga de toneladas em risco imediato
-
O que muda com as novas regras do transporte público que pode reduzir a pressão sobre a passagem e abrir caminho para a tarifa zero no Brasil
-
Trens aposentados deixam trilhos europeus e viram toneladas de aço, alumínio e cobre em pátios de desmontagem onde a reciclagem supera 90%, mas baterias, compósitos e eletrônicos criam uma nova fronteira de resíduos ferroviários
Isso significa que ele pode levar até três contêineres empilhados, incluindo um de 40 pés e dois de 20 pés. E não para por aí: ele também pode carregar um contêiner de 53 pés. É carga que não acaba mais!
Além de ser um monstro no transporte, o Double Stack é amigo do meio ambiente
Comparado aos caminhões, ele emite muito menos poluentes. E ainda por cima, é mais econômico: um trem de 100 vagões pode substituir até 140 caminhões bitrem. Isso é economia e sustentabilidade na veia!
Claro que colocar um trem desses pra rodar não é moleza. Foram necessárias 27 obras na malha paulista, incluindo ajustes em passarelas, viadutos e até na vegetação. Mas, como diz o ditado, “quem não arrisca, não petisca”. E a Brado Logística, responsável pelo projeto, mostrou que tá disposta a jogar esse jogo.
O futuro brilhante das ferrovias brasileiras
O trem Double Stack é só o começo. Com a conclusão da Ferrovia Norte-Sul e outros projetos em andamento, o futuro das ferrovias no Brasil tá brilhando mais que farol de carro novo.
A expectativa é que, até 2055, 22,7 milhões de toneladas de carga passem pelos trilhos da Norte-Sul. E o Double Stack vai estar lá, firme e forte, ajudando a carregar essa barca.
O trem Double Stack tá mostrando que o Brasil pode sim ser um gigante no transporte ferroviário. Com mais carga, menos poluição e economia no bolso, ele tá aí pra provar que, quando o assunto é inovação, a gente também tá na linha de frente.


Seja o primeiro a reagir!