Ainda este ano muitos empregos serão gerados em São Paulo com o inicío das obras de construção do Metrô

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LPC Latina ganha licitação para realizar a instrumentação geotécnica com a retomada da construção das obras da linha 6-Laranja do Metrô de São Paulo

Em São Paulo, mais um passo foi dado para a retomada da Linha 6-Laranja, cuja construção está paralisada há três anos, onde apenas 15% da construção da linha avançaram. O Metrô acaba de selecionar a empresa Latina Projetos Civis, vencedora da licitação, para a instrumentação geotécnica da linha. As obras têm expectativa de retomada ainda neste ano.

A partir de agora, LPC Latina será responsável pela análise do solo nos canteiros de obras de todo o ramal, que ligará a Brasilândia ao centro da capital, até a estação São Joaquim.

Se você é morador da região fique atendo que em breve serão anunciadas excelentes oportunidades de emprego para atender o projeto da construção das obras da linha 6-Laranja do Metrô de São Paulo.

Retomada

Vale lembrar que o prazo para caducidade do contrato de concessão expira no dia 11 de novembro. A data foi alterada porque três grupos empresariais internacionais formalizaram propostas para a aquisição da participação do consórcio Move São Paulo na Parceria Público-Privada (PPP).

Com a prorrogação até novembro, a concessionária Move São Paulo permanecerá responsável pela conservação e preservação da segurança dos canteiros de obras e dos imóveis vinculados à concessão.

Segundo a gestão João Doria (PSDB), a meta é concluir as obras até 2025. Serão construídas 8 novas estações (8,3 km de extensão) até o bairro da Penha, na Zona Leste, Grande São Paulo.

De acordo com o governo, serão investidos R$ 5,5 bilhões no trecho. Parte deste valor já foi utilizada na desapropriação de 96% dos 226 imóveis necessários para a obra.

Relembrando

O contrato é do Consórcio Move São Paulo, responsável pela construção da linha 6 Laranja do Metrô (Vila Brasilândia/São Joaquim).

O Consórcio Move São Paulo, formado pelas empresas Odebrecht, Queiroz Galvão e UTC, assumiu o contrato de construção em 2015, mas entregou até a paralisação dos serviços, em 02 de setembro de 2016, apenas 15% das obras.

Em 2014, o governo concluiu o processo de licitação do projeto, que foi dividido em oito lotes. Terrenos no entorno começaram a ser desapropriados.

Em 2016, no entanto, o Metrô decidiu suspender as obras diante de dificuldades orçamentárias. À época, o governo afirmou que priorizaria projetos que já estavam em andamento. Desde então, as obras de expansão seguiam paradas.

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