Com alta condutividade e resistência à corrosão, o rutênio surge como o sucessor do cobre na fabricação de chips. Mas tem um problema (e dos grandes!): ele é extremamente escasso, representando só 0,0000002% da crosta terrestre. Será esse o novo ouro da tecnologia?
Por muito tempo, o cobre foi o rei absoluto dos semicondutores. Ele está ali, em praticamente todos os chips, garantindo que as conexões entre os transistores funcionem direitinho. Mas, como toda realeza, parece que o reinado dele pode estar com os dias contados com a chegada do rutênio.
Ele tem tudo para substituir o cobre, já que conduz eletricidade tão bem quanto e ainda tem uma resistência incrível à corrosão. Só que tem um detalhe: ele é raríssimo. E isso pode complicar bastante a adoção dele em larga escala.
O papel crucial do cobre na indústria de semicondutores
O cobre não foi escolhido à toa. Ele é excelente para conduzir eletricidade e calor, é fácil de moldar e, de quebra, resiste bem à corrosão. Tudo isso fez dele um dos materiais mais importantes na fabricação de semicondutores.
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O cobre tem um probleminha chato chamado difusão no silício. Basicamente, ele pode acabar infiltrando onde não devia e comprometendo o funcionamento dos chips. Para resolver isso, a IBM encontrou, lá em 1998, um jeito de revestir as conexões de cobre, impedindo que ele bagunçasse a estrutura do silício. Funcionou tão bem que essa solução é usada até hoje.
Só que os chips ficaram mais complexos, menores e mais rápidos. E agora, a indústria precisa de algo ainda melhor. Adivinha quem está na mira dos especialistas? O rutênio.
Por que o rutênio está chamando atenção como substituto do cobre?
Olhando as características do rutênio, dá até pra entender por que ele virou o queridinho da indústria. Ele é extremamente condutivo, resiste à corrosão como poucos metais e ainda sofre menos com eletromigração, aquele processo que desgasta os materiais dos chips com o tempo.
O problema é que o rutênio é absurdamente raro. Para você ter uma ideia, ele representa apenas 0,0000002% da crosta terrestre. Ou seja, encontrar e extrair esse metal em quantidade suficiente para substituir o cobre não é nada fácil.
As principais reservas dele estão na África do Sul, Rússia, Zimbábue, Canadá e EUA. E, se a demanda pelo rutênio aumentar, pode apostar que as grandes potências vão começar a disputar cada grama disponível.
A guerra tecnológica e a busca por novos materiais
Falando em disputas… Já deu pra perceber que os materiais estratégicos estão no centro de uma briga entre EUA e China. Isso já acontece com gálio, germânio e antimônio, que vêm sendo usados como moeda de troca nessa guerra comercial.
Agora imagine se o rutênio, um metal ainda mais raro e essencial, realmente entrar na jogada. O impacto seria gigantesco. Com poucas reservas no mundo, controlar esse material pode significar vantagem econômica e tecnológica. Se o cobre cair, o rutênio pode se tornar um dos recursos mais cobiçados da indústria.

O planeta está sendo destruído pela super população como disse o cientista e navegador francês Jack Custeau que pesquisava no mundo inteiro em 1900 era de 1, 6 bilhões de habitantes hoje somos mais de 8 bilhões e só passou 120 anos quando li essa entrevista em 84 não tive dúvidas e avisaram em 80 que o CO2 havia passado do equilíbrio em ppm parte por milhão e que tinha que começar a mudar pra energia limpa os poderosos gananciosos do petróleo não ouviram hoje estamos vendo tudo as mudanças climáticas preocupante planejamento familiar JÁ e plantar florestas e mudar pra energia limpa urgente o planeta pede socorro Deus abençoe a todos nós 🙏