Consulta ao segundo lote da restituição do Imposto de Renda 2026 já está disponível; pagamento de R$ 16 bilhões será realizado em 30 de junho para contribuintes contemplados pela Receita Federal.
A consulta ao segundo lote da restituição do Imposto de Renda 2026 já está disponível. O pagamento de R$ 16 bilhões será realizado em 30 de junho para os contribuintes contemplados pela Receita Federal.
Segundo lote soma mais de 9,5 milhões de beneficiados
Além do volume recorde de contribuintes atendidos, o segundo lote reforça o cronograma de pagamentos do IRPF 2026.
Somados, o primeiro e o segundo lotes beneficiarão 18,3 milhões de contribuintes. Ao mesmo tempo, os pagamentos alcançarão o montante de R$ 32 bilhões.
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Alvo de intensa controvérsia, desde sua ampla divulgação, a eliminação da escala 6 x 1 – sob o argumento inconsistente de que ela implicaria ‘ganhos de produtividade’ e até ‘de renda’ à classe trabalhadora – não resiste ao mais elementar princípio econômico. Isso porque, sem ganhos de produtividade efetivos, haverá custo extra a ser suportado pelas empresas, ‘regiamente’ repassado ao consumidor final, sempre ele.
Quem recebe a restituição neste lote
De acordo com a Receita Federal, R$ 4,49 bilhões serão destinados aos contribuintes com prioridade legal.
A distribuição ocorrerá da seguinte forma:
- 155.060 restituições para idosos com mais de 80 anos;
- 1.106.923 restituições para idosos entre 60 e 79 anos;
- 106.294 restituições para pessoas com deficiência física ou mental ou com moléstia grave;
- 507.768 restituições para contribuintes cuja principal fonte de renda é o magistério.
Além disso, 7.709.752 restituições serão destinadas aos contribuintes que utilizaram a declaração pré-preenchida e/ou optaram pelo recebimento via Pix.
Por outro lado, segundo a Receita Federal, não haverá pagamento para contribuintes sem prioridade neste lote.
Calendário da restituição do Imposto de renda 2026
Conforme o cronograma divulgado pela Receita Federal, os pagamentos serão realizados nas seguintes datas:
- 1º lote: 29 de maio de 2026;
- 2º lote: 30 de junho de 2026;
- 3º lote: 31 de julho de 2026;
- 4º lote: 28 de agosto de 2026.
Como consultar a restituição do IRPF 2026
Para verificar se a restituição foi liberada, o contribuinte deve acessar a área Meu Imposto de Renda no portal da Receita Federal. Em seguida, deve selecionar a opção Consultar a Restituição.
Além disso, também é possível acompanhar a situação da declaração por meio do extrato de processamento disponível no e-CAC.
Caso alguma pendência seja identificada, a declaração poderá ser retificada para correção das informações.
Da mesma forma, a Receita Federal disponibiliza aplicativo para tablets e smartphones. Assim, o contribuinte pode consultar informações sobre restituições e situação cadastral do CPF.
O que fazer em caso de erro nos dados bancários
Segundo nota oficial da Receita Federal, os pagamentos são realizados apenas em contas bancárias de titularidade do contribuinte.
Por isso, quando ocorre erro nos dados informados ou problema na conta indicada, o crédito não é efetuado.
Entretanto, para evitar prejuízos, o contribuinte pode solicitar o reagendamento junto ao Banco do Brasil pelo prazo de até um ano após a primeira tentativa de pagamento.
Nesse caso, será necessário informar o valor da restituição e o número do recibo da declaração.
Como verificar se a declaração caiu na malha fina
Além da consulta à restituição, o contribuinte também poderá verificar a existência de pendências na declaração.
Para isso, deverá acessar o Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte (e-CAC) utilizando conta gov.br nos níveis prata ou ouro.
Posteriormente, deverá acessar Declarações e Demonstrativos, selecionar Meu Imposto de Renda e consultar a declaração de 2026.
A Receita Federal informará se:
- A declaração foi processada normalmente;
- Há pendências que resultaram em retenção na malha fina.
Caso exista alguma divergência, a Receita indicará o motivo da retenção e os procedimentos necessários para regularização.
Se o erro tiver sido cometido pelo próprio contribuinte, uma declaração retificadora deverá ser enviada. Depois disso, a declaração poderá sair da malha fina.
Por outro lado, quando a inconsistência estiver relacionada à fonte pagadora ou a terceiros, será necessário aguardar a correção das informações por parte do responsável.
