Refinaria Repar no Paraná é destaque no pacote de privatizações da Petrobras

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A conclusão da venda das primeiras quatro refinarias da Petrobras: Repar, RLAM, Refap e a Refinaria Abreu e Lima, RNEST, em Pernambuco, deve ocorrer em março.

A venda do primeiro grupo de refinarias da Petrobras ficou para 2020, afirmou na última semana o presidente da estatal, Roberto Castello Branco. Mais de 20 empresas mostraram interesse na compra destes ativos, que foram anunciados em junho deste ano, onde a a previsão inicial era a venda da primeira unidade até o fim de 2019. Brasil atrai 93% da renda global de rodadas de petróleo.

O grande destaque do conjunto de refinarias é a paranaense Presidente Getúlio Vargas, a Repar, em Araucária, na Região Metropolitana de Curitiba.

A refinaria está localizada à 1h30 do Porto de Paranaguá e a menos de 3 horas do Porto de Itajaí, dois dos principais do país, a unidade é tida como a mais estratégica de todo o conjunto de oito unidades que serão privatizadas.

Repar está entre as quatro do lote inicial de venda. A refinaria paranaense se sobressai mesmo em meio a refinarias até mais próximas de portos, como a Landulpho Alves (RLAM), na Bahia, que fica a uma hora do Porto de Salvador.

A refinaria Presidente Getúlio Vargas (Repar) tem capacidade de processamento de 33 mil m³ de petróleo por dia, sendo  responsável por aproximadamente 12% da produção nacional de derivados de petróleo.

Ela também destina 85% dos seus produtos para o abastecimento do Paraná, Santa Catarina, sul de São Paulo e do Mato Grosso do Sul. O excedente da produção total é destinado para outras regiões do país ou exportado.

O pacote colocado à venda junto a refinaria Alberto Pasqualini (REFAP) na Grande Curitiba,  inclui cinco terminais de armazenamento instalados em cidades estratégicas, como Paranaguá e Itajaí, colocando Repar como destaque de compradores de peso.

Petrobras não comenta sobre o processo de venda neste estágio de negociação, mas, segundo informações, a Ultra (dos postos Ipiranga) e Raízen (controladora da Shell), se mostraram interessadas.

Além dos outros grupos que pretendem entrar na disputa, como PetroChina e Sinopec (ambos chineses), Valero e CVR Energy (norte-americanos), Mubadala (Abu Dhabi) e Trafigura (Holanda).

A PetroChina, é a petrolífera com mais alto valor de mercado no mundo. O grupo árabe Mudadala, por sua vez, é um fundo que gere aproximadamente 225 bilhões de dólares.

Neste estágio, as empresas ainda não precisam assinar suas propostas oficiais de compra. A estimativa é que esse processo ocorra nos primeiros meses de 2020.

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