O projeto conta com a instalação de 1.600 painéis solares fotovoltaicos sobre o telhado do prédio anexo ao Ministério da Defesa
O projeto de implantação da usina solar fotovoltaica, na Esplanada dos Ministérios do programa de eficiência dos gastos no Ministério da Defesa, já está em funcionamento há mais de 90 dias, e vem gerando energia renovável e limpa, além de proporcionar economia de recursos financeiros. O Morro da Babilônia, na Zona Sul do Rio, vai receber a primeira usina de energia solar em uma favela no Brasil
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Ocupando uma área de aproximadamente, 3.200 m², o projeto-piloto conta com a instalação de 1.600 painéis fotovoltaicos sobre o telhado do prédio anexo ao Ministério da Defesa .
A usina possui uma potência instalada de 528 kWp e gera, em média, 72.000 KWh/mês, o que representa energia suficiente para atender cerca de 350 residências populares.
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Para o Gerente do Departamento de Engenharia e Serviços Gerais (DESEG), Thiago D’Arolla Pedrosa Galvão, “Um dos compromissos mais importantes entre governo, empresa e sociedade é garantir qualidade de vida no planeta, nas próximas décadas. Conscientes dessa responsabilidade, estamos dando um importante passo nesse caminho”.
Custos
Com a nova usina solar fotovoltaica, é possível suprir mais de 50% da energia consumida pelo Anexo do Ministério da Defesa, economizando 69.513 kg de emissão de dióxido de carbono na atmosfera.
O Ministério da Defesa poderá reduzir mais de 40% da conta de energia mensal. Quando o consumo de energia for menor do que a capacidade gerada pela usina solar, o excedente será disponibilizado para a Companhia Energética de Brasília (CEB), gerando crédito pela energia injetada e abatimento no valor da conta de luz.
Foram investidos R$ 2,4 milhões no projeto de implantação da usina solar fotovoltaica, na Esplanada dos Ministérios e, o retorno está estimado em torno de seis anos. A vida útil do sistema é de 25 anos.

