Presidente Jean Paul Prates instaura procedimento administrativo na companhia de energia em colaboração com a Controladoria Geral da União. Redução de valor em processo de vendas.
A Petrobras está realizando uma análise interna para avaliar a viabilidade da venda da Refinaria de Mataripe (BA) para a Acelen em 2021, conforme confirmado pelo presidente Jean Paul Prates. A auditoria da Controladoria Geral da União (CGU) resultou em críticas sobre a venda, que foi fechada abaixo da avaliação da própria Petrobras, e gerou repercussão na mídia.
O desinvestimento da Refinaria de Mataripe em meio à pandemia e a desvalorização das cotações do barril de petróleo, evidenciam os desafios enfrentados pela Petrobras e o impacto nas cadeias de produção global. A conclusão do negócio em um momento desafiador demonstra a estratégia da companhia em ajustar suas operações e buscar a otimização de recursos.
Venda da Refinaria de Mataripe pela Petrobras causa polêmica
A Controladoria Geral da União realizou uma investigação interna sobre o desinvestimento da Petrobras na Refinaria de Mataripe, concluindo que a empresa assumiu um risco ao prosseguir com o processo de venda em meio à pandemia. Este fato resultou na redução de valor da operação, o que gerou questionamentos e controvérsias em relação ao valor acordado com a Mubadala Capital, fundo soberano dos Emirados Árabes Unidos, envolvido no negócio. Esse é um tema que tem gerado intensos debates, uma vez que o valor final acordado foi questionado pelo Tribunal de Contas da União (TCU).
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O processo de desinvestimento da Petrobras nas refinarias tem sido objeto de muita controvérsia, com diversas entidades questionando o valor acordado e os procedimentos administrativos envolvidos. Segundo a Federação Única dos Petroleiros (FUP), a venda da antiga Refinaria Landulpho Alves (Rlam) por um valor 45% inferior ao calculado pela Petrobras gerou questionamentos e ações judiciais em busca de punição para os executivos responsáveis.
Além disso, a venda das refinarias da Petrobras tem suscitado preocupações em relação às relações bilaterais do Brasil com os Emirados Árabes, bem como com as entidades envolvidas no processo de desinvestimento. A entrada iminente do Brasil na OPEP+ em 2024, grupo dos exportadores de petróleo do Golfo Pérsico, também tem adianteado debate e controvérsia em relação às vendas das refinarias.
Controladoria Geral da União e a venda de Refinarias
A Controladoria Geral da União realizou uma investigação interna sobre o desinvestimento da Petrobras na Refinaria de Mataripe, concluindo que a empresa assumiu um risco ao prosseguir com o processo de venda em meio à pandemia. Este fato resultou na redução de valor da operação, o que gerou questionamentos e controvérsias em relação ao valor acordado com a Mubadala Capital, fundo soberano dos Emirados Árabes Unidos, envolvido no negócio. Esse é um tema que tem gerado intensos debates, uma vez que o valor final acordado foi questionado pelo Tribunal de Contas da União (TCU).
O procedimento administrativo instaurado para avaliação desse desinvestimento específico está sob apreciação das áreas de integridade pertinentes na companhia. Além disso, a Petrobras está colaborando com as investigações dos órgãos de controle em relação à venda da refinaria. O CEO da empresa, Jean Paul Prates, reiterou a importância de esclarecer as circunstâncias que cercam a venda da refinaria, em meio a pedidos de ação judicial e controvérsias em relação aos valores praticados no negócio.
Em meio a todas essas polêmicas, a Petrobras está em conversas com a Mubadala sobre uma possível recompra do ativo, sinalizando uma mudança de rumo em relação às vendas de refinarias. Além disso, a entrada do Brasil na OPEP+ e as novas relações bilaterais resultantes dessas transações também têm gerado discussões significativas em relação ao processo de desinvestimento da Petrobras.
Desinvestimentos da Petrobras e as controvérsias envolvidas
A Controladoria Geral da União realizou uma investigação interna sobre o desinvestimento da Petrobras na Refinaria de Mataripe, concluindo que a empresa assumiu um risco ao prosseguir com o processo de venda em meio à pandemia. Este fato resultou na redução de valor da operação, o que gerou questionamentos e controvérsias em relação ao valor acordado com a Mubadala Capital, fundo soberano dos Emirados Árabes Unidos, envolvido no negócio. Esse é um tema que tem gerado intensos debates, uma vez que o valor final acordado foi questionado pelo Tribunal de Contas da União (TCU).
A venda das refinarias da Petrobras tem sido objeto de polêmica e controvérsias, com diversas entidades questionando o valor acordado e os procedimentos administrativos envolvidos. As relações bilaterais, as mudanças de administração e os possíveis impactos econômicos e geopolíticos resultantes dessas transações também têm gerado muita discussão em relação às vendas das refinarias.
É importante esclarecer que já há procedimento administrativo instaurado para avaliação desse negócio específico, sob apreciação das áreas de integridade pertinentes na companhia. O CEO da Petrobras reiterou a importância de colaborar com as investigações dos órgãos de controle em relação à venda da refinaria, enfatizando a seriedade e a transparência no processo de desinvestimento da estatal.
Fonte: EPBR

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