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Petrobrás adianta as perfurações de poços para interligar FPSOs

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Escrito por Paulo Nogueira Publicado em 09/05/2019 às 15:49 Atualizado em 09/05/2019 às 15:54

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A estatal avança na perfuração de poços, enquanto aguarda a conclusão do desenvolvimento das unidades que serão interligadas os quatro navios-plataformas (FPSOs) em fase de construção  P-68, P-70, MERO 1 E SÉPIA

Na área de Atapu, localizado na Bacia de Santos 100% dos poços já foram perfurados e 13% completados, segundo informações da petroleira. No campo, será instalada a P-70, que hoje está com avanço físico de mais de 95% e tem previsão de entrar em operação no ano de 2020.

Com mais de 95% concluída a P-68 será instalada no campo de Berbigão, na Bacia de Santos, que hoje já conta com 56% de poços perfurados e 28% já completados, a previsão é que a plataforma entre em operação ainda neste ano.

A Petrobras também tem avançado na perfuração de poços que serão interligadas a plataformas e instaladas a partir de 2021. Uma delas é o FPSO Carioca, que será usado em Sépia. O campo tem 71% dos poços perfurados e 29% completados. A embarcação que irá explorar a área, cuja construção está nas mãos da japonesa Modec, tem mais de 55% de conclusão de suas obras.

o FPSO Guanaraba 1, que será instalado no campo de Mero, dentro da área de Libra segundo a estatal, o percentual de poços perfurados é de 44%, enquanto o navio-plataforma já conta com 40% de sua construção concluída. O FPSO Guanaraba 1,  é outra plataforma que também está sendo desenvolvida pela Modec.

Petrobras divulga prazos para licitação dos FPSOs de Mero 3 e 4

Com a demanda da Petrobras pelos FPSOs de Mero 3 e 4 cada vez mais crescente, o terceiro FPSO do campo de Mero pode começar no 2º semestre deste ano e o quarto deve ter a contratação iniciada seis meses depois, ou seja, no primeiro semestre de 2020.

O campo de Mero está atualmente em fase de testes, produzindo com apenas um poço de produção e um de injeção, com o FPSO Pioneiro de Libra, contratado do consórcio Teekay/Ocyan e a produção atual está em torno de 40 mil barris/dia.

O consórcio de Libra é formado pela Petrobras, que é a operadora, e suas sócias, Shell, Total, CNPC e a CNOOC.
O FPSO Mero I foi contratado com a Modec e, na licitação de Mero II, a SBM apresentou a melhor proposta, em uma disputa, também com a Modec. A contratação, ainda não foi fechada, o que deve ocorrer em breve, e caso a SBM seja declarada vencedora será a volta da SBM como construtora de FPSOs.

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Paulo Nogueira

Técnico em Elétrica desde 2008, formado pelo Instituto Federal Fluminense (IFF), antigo CEFET, uma das mais tradicionais instituições de ensino técnico do Brasil. Atuou por diversos anos nas áreas de petróleo e gás offshore, energia e construção, experiência que hoje aplica na produção de conteúdo especializado sobre o setor energético. Com mais de 8 mil publicações em revistas e portais online, dedica-se à cobertura do mercado de trabalho, petróleo e gás, energia, economia, renováveis e empreendedorismo. Para dúvidas, sugestões ou correções, entre em contato pelo e-mail paulohsnogueira@gmail.com. Este canal não recebe currículos.

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