City renovado já aparece na Tailândia com visual RS, pacote tecnológico mais completo e motorização híbrida e:HEV, enquanto a futura linha brasileira segue cercada por expectativa no segundo semestre, com mudanças próprias e foco no segmento de sedãs compactos.
A Honda já exibe na Tailândia o City renovado com pacote RS, visual mais esportivo e novos equipamentos de conveniência, enquanto a chegada da linha 2027 ao Brasil segue prevista para o segundo semestre, ainda sem confirmação oficial de data pela marca.
O sedã asiático antecipa parte das mudanças esperadas para a família City, mas a reestilização brasileira deve ter soluções próprias de desenho e manter a mecânica flex atual, segundo informações publicadas pela imprensa especializada no Brasil.
City RS 2027 ganha frente redesenhada e visual esportivo
A atualização apresentada no mercado tailandês reforça o apelo visual do City RS com dianteira redesenhada, grade mais larga, para-choque de aparência mais esportiva e assinatura luminosa conectando os faróis.
-
Duas novas 300cc da QJ Motor devem chegar ao Brasil como SBM para mirar a CB 300F e bagunçar a baixa cilindrada, com mais potência e refrigeração líquida que a Honda
-
Camaro pode ressurgir em 2027, mas não como você lembra: Chevrolet prepara retorno do ícone com quatro portas, câmbio manual e versão de performance extrema para encarar nova era dos esportivos
-
O BYD Song Pro vale a pena? O canal Anderson Sincero diz que não passa de R$ 140 mil, e o preço despencou R$ 47 mil, reforçando a desvalorização do híbrido plug-in na tabela Fipe
-
Caoa Changan CS75 chega por R$ 199.990 com 4,77 m de comprimento, porta-malas de até 1.620 litros, câmbio Aisin de 8 marchas, 180 cv, 37,2 polegadas em telas e banco Zero Gravity com massagem.
O conjunto segue a estratégia recente da Honda para dar ao sedã uma presença mais marcante, sem alterar a proposta de modelo compacto voltado ao uso urbano e familiar.
Na traseira, o City RS mantém lanternas de LED, mas passa a adotar lentes transparentes sobre fundo escurecido, recurso que aproxima o sedã de versões com acabamento mais esportivo.
O para-choque também recebeu um difusor visual mais pronunciado, embora o escapamento continue oculto sob a peça, solução comum em modelos que priorizam estética sem mudanças mecânicas radicais.
O acabamento RS preserva elementos já associados às versões de topo da Honda em mercados asiáticos, como detalhes escurecidos, emblemas específicos e combinações de cores exclusivas.

Entre os tons divulgados pela Honda na Tailândia está o Blazing Red Pearl, nome usado pela fabricante para o vermelho perolizado exibido na página oficial do modelo.
Honda City híbrido tem tela de 10 polegadas e câmera 360°
A cabine do City renovado ganhou uma central multimídia de 10 polegadas, compatível com Apple CarPlay e Android Auto sem fio, conforme a página oficial da Honda Thailand.
O modelo também oferece carregador por indução, retrovisor interno eletrocrômico, iluminação ambiente e sistema de câmera multivisão, recurso equivalente à câmera 360° citada para as versões mais equipadas.
A adoção desses itens aproxima o City de rivais mais caros e ajuda a reposicionar o sedã em um segmento pressionado pelo avanço dos SUVs compactos.
Ainda assim, a lista de equipamentos pode variar conforme o país, porque a Honda costuma adaptar pacotes, versões e nomenclaturas de acordo com a demanda local e a estrutura industrial de cada mercado.
Na Tailândia, a gama exibida pela marca é formada pelas versões S, e:HEV V, e:HEV SV e e:HEV RS.
A página oficial também destaca o pacote Honda Sensing, com recursos como frenagem autônoma de emergência, controle de cruzeiro adaptativo, assistente de permanência em faixa, alerta de saída de faixa e comutação automática de farol alto.
Sistema e:HEV reforça aposta em eficiência no mercado asiático
A principal diferença técnica está na oferta de motorização híbrida.
Na linha tailandesa, as versões e:HEV V, e:HEV SV e e:HEV RS usam o sistema híbrido da Honda, enquanto a versão S permanece como alternativa não eletrificada dentro da família City.
A imprensa especializada internacional informa que o conjunto híbrido mantém motor a combustão 1.5 de ciclo Atkinson e motor elétrico dianteiro, com funcionamento voltado à eficiência.

No sistema e:HEV usado em mercados asiáticos, o motor elétrico é o principal responsável por movimentar o veículo em boa parte das situações, enquanto o propulsor a gasolina atua como gerador e pode tracionar diretamente em determinadas condições.
Essa arquitetura permite funcionamento mais suave em uso urbano, embora os números finais possam variar conforme homologação e mercado.
A referência de potência combinada de até 126 cv aparece associada ao conjunto híbrido já conhecido do City em outros países, mas a página aberta da Honda Thailand consultada não mostra todos os dados técnicos completos.
Por isso, a informação deve ser tratada como referência de configuração internacional, não como especificação confirmada para o Brasil.
Honda City 2027 no Brasil deve manter motor 1.5 flex
Para o mercado brasileiro, a expectativa é diferente.
Reportagens da Quatro Rodas apontam que o City 2027 deve chegar no segundo semestre com visual exclusivo para o país, mantendo o motor 1.5 aspirado flex de injeção direta, com 126 cv a 6.200 rpm e câmbio automático CVT com simulação de sete marchas.
A mesma apuração indica torque de 15,8 kgfm com etanol e 15,5 kgfm com gasolina, ambos a 4.600 rpm.
Essa configuração já é conhecida no City vendido no Brasil e tende a continuar como solução principal, sem previsão segura de uma versão híbrida do sedã nacional no lançamento da reestilização.
O Auto Segredos também informou que a reestilização brasileira deve seguir caminho próprio, diferente do visual vendido na Ásia.
Segundo a publicação, flagras feitos no país indicam mudanças específicas para o mercado nacional, o que reduz a chance de o City brasileiro copiar integralmente o desenho do modelo tailandês.

Preço convertido do Honda City RS chega perto de R$ 129 mil
A faixa equivalente a cerca de R$ 129 mil aparece como conversão aproximada para a versão mais cara do City em mercados asiáticos, mas o valor não representa preço oficial brasileiro.
Como impostos, câmbio, conteúdo de equipamentos e estratégia comercial mudam de país para país, a comparação serve apenas como referência internacional para dimensionar o posicionamento do sedã.
No Brasil, o preço da linha 2027 ainda não foi divulgado pela Honda.
A definição deverá considerar o City atual, a disputa com sedãs compactos remanescentes e a aproximação de versões mais caras com SUVs compactos, faixa em que a própria marca atua com modelos como WR-V e HR-V.
A estreia em agosto, associada ao Festival Interlagos, aparece como expectativa de mercado, mas não foi confirmada nos materiais oficiais consultados.
O que há de mais seguro, até agora, é a previsão de lançamento no segundo semestre de 2026, com mudanças visuais mais profundas, manutenção da mecânica flex e possível reforço no pacote de equipamentos do sedã e do hatch.

Agora de 150k vai saltar para uns 200k, uma pechincha.
Ah sim agora vou comprar,agora qie o salário mínimo foi para 7 mil e o poder de compra esta la em cima, umhummm 129 mil ta bem baratinho, e preço de televisão né.
Poderiam divulgar o preço de conversão direta de R$ 129 mil mais os impostos praticados no Brasil. Do jeito que foi divulgado parece que não querem assustar os futuros clientes interessados.
É o salário mínimo de 1600 da pra comprar sem entrada né,com esse desgoverno,a faca ta afiada.