O dispositivo plug-and-play desenvolvido pela JX Nippon Sanso em parceria com a startup One Click utiliza um sistema avançado de eletrólise integrada para produzir combustível sob demanda e eliminar definitivamente a dependência de gás fóssil nas cozinhas residenciais modernas.
Uma nova tecnologia de cozinha doméstica permite que um fogão a hidrogênio opere por diversas horas utilizando apenas 100 ml de água e 1 kWh de eletricidade. O dispositivo, desenvolvido pela empresa JX Nippon Sanso em parceria com a startup One Click, utiliza um sistema de eletrólise integrada para gerar o combustível sob demanda.
A inovação elimina a necessidade de cilindros de gás externos, apresentando-se como uma alternativa sustentável para a substituição de combustíveis fósseis em residências.
Eficiência energética e consumo de recursos
O sistema funciona a partir da quebra da molécula de água para a produção imediata de hidrogênio verde através da energia elétrica. Com o consumo de apenas 1 kWh, o fogão a hidrogênio consegue manter o funcionamento contínuo por um período prolongado, otimizando o gasto energético. Essa eficiência permite que o usuário realize o preparo de refeições completas com uma quantidade mínima de recurso hídrico armazenado em um reservatório interno.
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A tecnologia plug-and-play facilita a instalação, exigindo apenas uma conexão com a rede elétrica convencional e o abastecimento manual de água.
O processo de queima do hidrogênio resulta apenas em vapor d’água, o que contribui para a melhoria da qualidade do ar em ambientes internos. Por não emitir dióxido de carbono durante a combustão, o fogão a hidrogênio atende às metas de descarbonização residencial e sustentabilidade ambiental.
Segurança e design do sistema integrado
A segurança do equipamento é garantida por um mecanismo que produz o gás apenas no momento do uso, evitando o armazenamento de grandes volumes inflamáveis. O design compacto do fogão a hidrogênio integra o eletrolisador e os queimadores em uma única unidade funcional e moderna.
Esta configuração resolve os desafios logísticos associados ao transporte e armazenamento de gases combustíveis tradicionais em áreas urbanas densas.
A startup One Click e a JX Nippon Sanso projetaram o dispositivo para ser intuitivo, operando de maneira semelhante aos modelos a gás liquefeito de petróleo. Sensores monitoram constantemente a pressão e a temperatura para assegurar que a produção de hidrogênio ocorra dentro dos parâmetros ideais de operação. Assim, o fogão a hidrogênio combina a familiaridade do uso doméstico com a tecnologia de ponta necessária para a transição energética global.
Perspectivas para o mercado de eletrodomésticos
A introdução desta tecnologia no mercado visa reduzir a dependência de infraestruturas complexas de distribuição de gás encanado.
O custo operacional reduzido, derivado do baixo consumo de água e energia, torna o fogão a hidrogênio uma opção economicamente viável a longo prazo. O projeto reflete o esforço da indústria em adaptar soluções industriais de hidrogênio para o cotidiano dos consumidores finais.
A colaboração entre as empresas parceiras focou em criar um produto que não exija reformas estruturais nas cozinhas para ser implementado com sucesso.
Espera-se que a popularização do fogão a hidrogênio impulsione novas pesquisas sobre o uso doméstico deste elemento químico como fonte de calor. O avanço representa um passo significativo para tornar as casas independentes de fontes de energia não renováveis e mais resilientes energeticamente.
Clique aqui para acessar o estudo.

Essa tecnologia de obtenção de hidrogênio sob demanda a partir da água já existe até para alimentar motores a combustão em automóveis. O poder de combustão do hidrogênio é muito superior ao da gasolina, e o resíduo da queima é vapor de água! Solução definitiva: sem uso de combustíveis fósseis, poluição zero e custo inexpressivo da água. Mas tem a poderosa indústria do petróleo no caminho, que não deixa isso acontecer.
Grande ilusão :::: O processo só é possível com gasto de energia elétrica que não anda nada barata; na natureza nada se cria nada se forma tudo se transforma ::: é impossível produzir mais energia do que aquela que se consumiu para liberá_la _ além do que as células eletrolíticas tendem a se deteriorar pela oxidação formando óxidos…. exigindo reposição dos eletrodos.
Não seria aprovado no Brasil, pois utiliza duas fontes baratas, água e energia. Nossos governantes só pensam em arrecadar impostos. Iriam colocar muitas barreiras, alegar que causaria falencia de mts empresas e gerar demissões, etc. Nunca pensam no consumidor que é apenas um escravo gerador de impostos.