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4 comentários 5 min de leitura

Filho de Leonardo escolheu Porto Belo para um aporte inicial de R$ 1.750.000 em um residencial a 550 metros do mar, com rooftop, spa, sauna, coworking, piscina e a promessa de virar endereço fixo da família

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Escrito por Bruno Teles Publicado em 19/02/2026 às 20:50 Atualizado em 19/02/2026 às 21:51
Porto Belo entra no radar com Pedro Leonardo, investimento de R$ 1.750.000 no Balneário Perequê e um residencial com pacote de lazer e trabalho; entenda o que muda para quem compra, mora e observa a valorização.
Porto Belo entra no radar com Pedro Leonardo, investimento de R$ 1.750.000 no Balneário Perequê e um residencial com pacote de lazer e trabalho; entenda o que muda para quem compra, mora e observa a valorização.
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Em Porto Belo, o investimento inicial de R$ 1.750.000 de Pedro Leonardo Dantas Costa mira um residencial no Balneário Perequê, a 550 metros do mar, com rooftop, spa, sauna, coworking e piscina, e a intenção de virar endereço fixo para a família, segundo o artista após notar infraestrutura em 2025.

Porto Belo virou, de repente, um nome repetido em conversas sobre mercado imobiliário e vida privada depois que Pedro Leonardo anunciou um investimento inicial de R$ 1.750.000 em um residencial a 550 metros do mar, no Balneário Perequê. Quando celebridade escolhe endereço, a cidade vira notícia e termômetro.

A movimentação não se limita a um imóvel em si. Ela coloca sob holofote uma promessa delicada, a de que o residencial pode deixar de ser apenas ativo financeiro e virar endereço fixo, com rooftop, spa, sauna, coworking e piscina como parte do pacote, e com a própria Porto Belo funcionando como pano de fundo dessa decisão.

Porto Belo entra no radar quando o investimento vira escolha de rotina

Pedro Leonardo descreveu que chegou a Santa Catarina em 2025 e se surpreendeu com o ritmo de crescimento e a infraestrutura, e isso ajuda a explicar por que Porto Belo aparece como porta de entrada para um investimento que já nasce com ambição de permanência.

A pergunta central não é só onde comprar, mas onde a família quer estar.

Ao situar o foco no Balneário Perequê, o caso também revela como bairros valorizados passam a concentrar narrativa, obras e disputa por atenção.

Porto Belo, nesse recorte, deixa de ser apenas cenário de praia e passa a ser argumento de mercado, com o residencial funcionando como peça que tenta conciliar lazer, trabalho e logística diária.

O que existe no residencial e por que o pacote pesa na decisão

O residencial citado no investimento é associado ao futuro empreendimento da Odeza Empreendimentos e é descrito com um conjunto de áreas comuns desenhadas para reduzir deslocamentos internos e aumentar o tempo disponível para uso do próprio prédio.

Rooftop com vista e espaço para contemplar o pôr do sol, academia equipada, spa, sauna, salão de festas com espaço gourmet, piscina adulto e infantil, coworking e brinquedoteca compõem a lista apresentada. É a tentativa de transformar metragem em rotina, não só em planta.

Esse tipo de desenho, ao mesmo tempo, carrega uma promessa e um risco. A promessa é de que o residencial resolva demandas de diferentes faixas etárias no mesmo endereço, algo que ganha peso quando se fala em filhas, casal e visitas.

O risco é que a experiência real dependa de manutenção, regras de uso e convivência, pontos que raramente aparecem na primeira camada do anúncio.

Quem é Pedro Leonardo e o que o investimento sinaliza para o mercado

O investimento é atribuído a Pedro Leonardo Dantas Costa, apresentado como filho mais velho do cantor Leonardo, e a fala dele ajuda a responder, de forma direta, o quem e o por quê do movimento.

Ele disse que a ideia inicial era rentabilizar, mas que acabou escolhendo um apartamento de três suítes pensando nas filhas e na esposa, e que está gostando tanto do local que vê a possibilidade de aquele imóvel ser sua casa.

Para Porto Belo, a relevância não está em uma figura pública comprar, mas no efeito de vitrine. Famosos funcionam como amplificadores de percepção, e percepção é matéria prima de valorização.

Ao mesmo tempo, é um sinal que não substitui análise básica: preço, fase do projeto, condições de contrato e dinâmica de oferta na região continuam definindo o que o investimento entrega, independentemente do nome na escritura.

Porto Belo, VGV e a disputa do litoral que virou planilha

O caso ganha outra camada quando aparecem números de mercado associados à própria Porto Belo.

A cidade, com pouco mais de 30 mil habitantes, é citada como tendo alcançado VGV de R$ 3,8 bilhões em 2025, superando Balneário Camboriú, que teria somado R$ 2,4 bilhões no mesmo período, segundo dados atribuídos à plataforma DWV. Nesse recorte, Porto Belo não é só destino, é métrica.

O ranking mencionado coloca Itapema com R$ 4,1 bilhões no topo, seguida de Porto Belo, depois Balneário Camboriú, Itajaí com R$ 2,2 bilhões e Curitiba com R$ 2,0 bilhões.

O mesmo recorte aponta que, em mercados mais valorizados, o ticket médio por imóvel chegou a R$ 2,85 milhões, com Balneário Camboriú liderando esse indicador, seguida por Torres e São Paulo. O dado sugere que o jogo não é apenas volume de unidades, mas valor agregado, ticket médio e posicionamento.

O que ainda fica em aberto em Porto Belo

Mesmo com o investimento e a lista de comodidades, há perguntas que continuam sem resposta pública e que fazem diferença para qualquer leitura responsável.

A primeira é o cronograma e as condições do empreendimento, já que se fala em futuro apartamento e não em unidade pronta.

A segunda é o custo de manter o padrão prometido, porque a conta de condomínio costuma ser o teste de realidade de qualquer residencial com rooftop, spa, sauna, coworking e piscina.

A terceira é o impacto territorial, algo que Porto Belo sente quando a valorização acelera. Moradores antigos lidam com mudanças de trânsito, preço de serviços e perfil de comércio, enquanto novos residentes buscam conveniência e segurança.

É nesse atrito entre promessa e cidade real que o investimento se prova ou se desgasta.

O investimento de Pedro Leonardo em Porto Belo expõe, ao mesmo tempo, um movimento pessoal e um termômetro de mercado, com Balneário Perequê aparecendo como endereço desejado e o residencial tentando concentrar vida, trabalho e lazer no mesmo ponto.

No fim, a pergunta mais útil não é se é tendência, mas se faz sentido para quem vive e para quem compra.

Se você mora em Porto Belo ou já pensou em investir no Balneário Perequê, o que pesaria mais na sua decisão, o pacote do residencial ou o momento do mercado, e qual detalhe você sempre descobre tarde demais quando entra num investimento desse tamanho?

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MARIO RIBEIRO GOMES TOMAS
MARIO RIBEIRO GOMES TOMAS
20/02/2026 14:33

Só faltou informar onde fica , qual cidade ? Kkk

Léia
Léia
Em resposta a  MARIO RIBEIRO GOMES TOMAS
21/02/2026 03:32

EM PORTO BELO SC, ORA POIS .😁🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣

MARIO RIBEIRO GOMES TOMAS
MARIO RIBEIRO GOMES TOMAS
20/02/2026 14:32

Só não informou onde fica , qual cidade kkkk

Lúcia Thereza
Lúcia Thereza
Em resposta a  MARIO RIBEIRO GOMES TOMAS
20/02/2026 22:30

Em Porto Belo SC
Ou será que entendi errado ?

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Bruno Teles

Falo sobre tecnologia, inovação, petróleo e gás. Atualizo diariamente sobre oportunidades no mercado brasileiro. Com mais de 7.000 artigos publicados nos sites CPG, Naval Porto Estaleiro, Mineração Brasil e Obras Construção Civil. Sugestão de pauta? Manda no brunotelesredator@gmail.com

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