O rápido avanço do exército chinês pode redefinir o equilíbrio de poder aéreo global
Em uma recente audiência no Senado dos EUA, o Almirante John C. Aquilino, líder do Comando Indo-Pacífico dos EUA, lançou um alerta: ‘a China está a caminho de possuir a maior força aérea do planeta’. Este comentário sublinha a expansão e modernização acelerada das capacidades do exército chinês, que já incluem a maior marinha do mundo, de acordo com poderaéreo.
De acordo com o relatório do Pentágono de 2023, a combinação da Força Aérea e Marinha chinesas totaliza mais de 3.150 aeronaves, uma cifra que não inclui drones ou aviões de treinamento. Em comparação, a Força Aérea dos EUA detém aproximadamente 4.000 aeronaves, excluindo-se os equipamentos de treinamento e veículos aéreos não tripulados, com milhares adicionais pertencentes a outras divisões das forças armadas americanas.
A produção acelerada do exército chinês
Adentrando mais profundamente, observa-se um ceticismo entre os especialistas em poder aéreo sobre a possibilidade de o exército da China ultrapassar os EUA em termos de quantidade de aeronaves militares no curto prazo. No entanto, é inegável o aumento significativo na capacidade de produção chinesa, especialmente notável na fabricação de seus caças avançados, como o J-20. Este último está sendo produzido a uma taxa anual de cerca de 100 unidades. Em contraste, os Estados Unidos produzem anualmente 135 caças F-35, dos quais entre 60 a 70 são alocados para aliados e parceiros internacionais.
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Comparação de capacidades entre o exército chinês e dos EUA
Daniel Rice, do Krulak Center for Innovation and Future Warfare, ressalta que não se deve comparar diretamente o J-20 com o F-35, devido às suas missões e capacidades distintas. Ele classifica o J-20 como uma aeronave de “4,5 geração”, refletindo as diferenças nas definições de gerações entre o exército da China e dos EUA.
A disputa naval entre potências
Além disso, a discussão se estende à supremacia naval. Embora a China possua um número maior de navios e submarinos, a tonelagem total da frota naval americana é o dobro da chinesa, graças ao tamanho superior dos navios dos EUA.
Taiwan e a projeção de poder
Aquilino também expressou preocupações estratégicas em seu testemunho escrito, particularmente em relação a Taiwan. A proximidade geográfica da ilha permite que o exército da China opere sua força aérea sem a necessidade de reabastecedores ou aeronaves de longa duração.

Drones: O futuro do poder aéreo
Por fim, a inclusão de drones nas avaliações de poder militar pode vir a beneficiar a China, que está avançando na modernização com novos sistemas aéreos não tripulados, como o Xianglong, o WZ-8 supersônico e o GJ-11 stealth. A capacidade crescente de drones, aliada ao progresso em inteligência artificial, pode rapidamente inclinar a balança a favor da China.

Tendo em vista que os EUA desestabilizam a paz no mundo promovendo guerras nos 4 continentes pra faturar com sua indústria bélica, países que não são colônias americanas tenque reforçar seu poder militar afinal, os americanos pensam que são os donos do mundo dês da segunda guerra, a queda da URSS só veio a agravar essa situação, parabéns a China, o Brasil deveria fazer o mesmo já que tropas americanas já estiveram na Amazônia brasileira se adaptando pra no futuro promover mais uma guerra, agora na América do Sul.