Bacia do Amazonas tem início das obras de terminal de gás pela Eneva

Amazonas tem início de obras da Eneva

Projeto na Bacia do Amazonas tem ainda uma termelétrica á gás que será construída pela Techint e uma unidade de tratamento de gás

Uma cerimônia no município de Silves, no Amazonas marcou o início das obras de construção do terminal de liquefação do campo de Azulão, pela Eneva.
Entre as principais autoridades que participaram do evento estavam o ministro do MME, Bento Albuquerque, o diretor da ANP, Décio Oddone, o governador do Amazonas, Wilson Lima, e o CEO da Eneva, Pedro Zinner. Há exatos um mês atrás o projeto recebeu a última licença ambiental !

O empreendimento

O gás do campo de azulão, na bacia do Amazonas, abastecerá a termelétrica Jaguatirica II em Boa Vista, Roraima, que a Techint construirá.
A previsão é que as obras de construção da térmica levem dois anos e que partes da usinas seja entregues a partir de junho de 2021.

O ministro do MME afirmou que o empreendimento está dentro do Novo Mercado de Gás, “O compromisso que temos não é só de fornecer energia mais barata, mas também de permitir que o gás natural se torne realidade com o desenvolvimento sustentável e a reindustrialização do Brasil. Cerca de 70% da nossa indústria depende do gás e nós vamos fornecer isso”, disse Bento Albuquerque.

Todo o empreendimento na Bacia do Amazonas tem um investimento de R$ 1,8 bilhão e a previsão de faturamento anual mínimo é de R$ 2,7 bilhões.
A Eneva contratou a termelétrica através do leilão de geração de energia promovido pela Aneel em maio deste ano e a campo de Azulão foi comprado á Petrobras no ano passado.

A Eneva pagou US$ 56,5 milhões pelo ativo que três poços perfurados, sendo dois produtores e um injetor, e reserva estimada em 3,6 bilhões de m³ de gás natural.

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Renato Oliveira

About Renato Oliveira

Engenheiro de Produção com pós-graduação em Fabricação e montagem de tubulações com 30 anos de experiência em inspeção/fabricacão/montagem de tubulações/testes/Planejamento e PCP e comissionamento na construção naval/offshore (conversão de cascos FPSO's e módulos de topsides) nos maiores estaleiros nacionais e 2 anos em estaleiro japonês (Kawasaki)