Um novo discursos envolvendo as eleições dos EUA entrou em debate, e tudo indica que depois das eleições a economia da China crescerá entre 7% a 8,2%
A prioridade agora com as eleições ocorrendo nos EUA é qualificar os profissionais do Brasil para que em breve possamos negociar e ter relações produtivas com os empresários e autoridades da China, é hora de alavancar a economia brasileira junto a China e aproveitar o momento de tensão politica.
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O futuro das relações Brasil-China na economia: direito, política e desenvolvimento
O programa brasileiro cujo nome é – O futuro das relações Brasil-China: direito, política e desenvolvimento tem como principal objetivo amparar todos os brasileiros inscritos de tal modo que aprendam e entendam todas as informações cruciais para negociações futuras com a mesma visando benefícios para a economia brasileira. As inscrições do curso ocorrem entre os dias 23 a 27 de novembro via zoom das 9h ate às 12h.
“Até onde sabemos a China já prepara a sua economia junto ao seu 14º Plano Quinquenal que abrange os anos de 2021 ate 2025, desse modo, é de suma importância para nós brasileiros entender o Plano anterior – e estudar o plano decenal de cooperação que se prolonga dos anos 2022 ate 2031, afirma o professor Evandro em um webinar da FGV.’’
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O presente eleitoral de Trump dos EUA para a China
Para a China, por incrível que pareça, o Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, é um presente sem fim. Sua calamitosa resposta à pandemia do COVID-19 fez com que a China, cujo governo inicialmente controlou mal o surto em janeiro deste ano, viesse a parecer um exemplo de governança eficaz. Além disso, a política externa “EUA em Primeiro Lugar” de Trump alienou tradicionais aliados dos EUA, tornando difícil construir uma ampla coalizão para combater a China segundo o jornal o Exame.
Por certo, Trump dos EUA desferiu dolorosos golpes no presidente chinês Xi Jinping. Suas guerras comerciais e tecnológicas estão destruindo as relações comerciais entre EUA e China, e o apoio de seu governo a Taiwan enfureceu os líderes chineses. Mas enquanto os eleitores americanos se preparam para ir às urnas em 3 de novembro, Trump aparentemente tem mais um presente para dar a Xi: um colapso eleitoral.
A China poderia e pode se beneficiar ainda mais se Trump emergisse como vencedor de uma eleição contestada – uma perspectiva provável, dadas as arcaicas e complexas regras que regem as eleições presidenciais dos EUA e o papel potencialmente decisivo da Suprema Corte.

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