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EUA negociam liberação de US$ 20 bilhões em ativos congelados em troca da entrega total do estoque de urânio enriquecido pelo Irã

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Escrito por Fabio Lucas Carvalho Publicado em 17/04/2026 às 22:48
Acordo proposto prevê US$ 20 bilhões para o Irã em troca da renúncia ao estoque de urânio e supervisão nuclear.
Acordo proposto prevê US$ 20 bilhões para o Irã em troca da renúncia ao estoque de urânio e supervisão nuclear.
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O governo dos Estados Unidos avalia rascunho de acordo para encerrar hostilidades e neutralizar a capacidade nuclear iraniana através de incentivos financeiros.

A investigação da Casa Branca e as negociações diplomáticas de alto nível indicam que os Estados Unidos consideram liberar US$ 20 bilhões em ativos iranianos congelados como parte de um acordo histórico.

Em contrapartida, o governo de Teerã deverá entregar a totalidade de seu estoque de urânio enriquecido, uma medida vista como fundamental para encerrar o conflito iniciado em fevereiro. O plano, detalhado em um rascunho de três páginas, busca consolidar um cessar-fogo duradouro e garantir que o programa nuclear iraniano permaneça sob estrita supervisão internacional.

Termos do acordo e o impasse sobre o enriquecimento

A proposta central envolve a transferência de cerca de 2.000 quilos de urânio enriquecido, incluindo 450 quilos com 60% de pureza, para fora do território iraniano ou sua neutralização monitorada.

A investigação da Casa Branca sobre a viabilidade do pacto destaca que os Estados Unidos exigem uma moratória de 20 anos para novas atividades de enriquecimento, enquanto o Irã propôs inicialmente um prazo de apenas cinco anos. Mediadores internacionais, com apoio de países como Paquistão, Egito e Turquia, trabalham para reduzir essa divergência e estabelecer um cronograma aceitável para ambas as potências.

As discussões avançaram significativamente nesta semana, embora autoridades norte-americanas ressaltem que lacunas importantes ainda precisam ser superadas antes da assinatura final. O governo iraniano busca alívio financeiro imediato para sua economia, enquanto a prioridade de Washington é a desativação permanente de instalações nucleares subterrâneas.

De acordo com o memorando de entendimento, o Irã manteria apenas reatores de pesquisa acima do solo destinados exclusivamente à produção de isótopos médicos.

Destino do material nuclear e supervisão internacional

Um dos pontos mais sensíveis da investigação da Casa Branca e das rodadas de negociação em Islamabad refere-se ao destino físico do urânio estocado nas profundezas de instalações fortificadas.

Enquanto Washington pressiona pela remoção total do material para o território americano, uma proposta de compromisso sugere o envio de parte do urânio para um país terceiro neutro. O restante do material seria submetido ao processo de “down-blending” (diluição) dentro do próprio Irã, sob a fiscalização rigorosa de inspetores internacionais para garantir que não possa ser convertido em armamento.

A segurança no Estreito de Ormuz também integra o escopo das negociações, com relatos de que o Irã iniciou a remoção de minas navais para assegurar o fluxo comercial. Apesar do otimismo moderado de alguns setores, a investigação da Casa Branca enfrenta questionamentos internos sobre a aplicação dos recursos bilionários que seriam devolvidos a Teerã.

O governo federal defende que o acordo é a via mais rápida para neutralizar a ameaça nuclear sem a necessidade de uma escalada militar prolongada.

Próximos passos e a posição do Executivo

O presidente Donald Trump afirmou que os negociadores devem se reunir novamente neste final de semana para tentar selar o acordo antes do vencimento do cessar-fogo atual, previsto para 22 de abril.

A investigação da Casa Branca aponta que o montante de US$ 20 bilhões é um valor intermediário, após o Irã ter rejeitado uma oferta inicial de US$ 6 bilhões voltada apenas para ajuda humanitária. O desfecho dessas conversas determinará não apenas o futuro nuclear da região, mas também a estabilidade das rotas globais de suprimento de energia.

Embora o Executivo tenha negado publicamente que o dinheiro seja um pagamento direto, analistas reforçam que o desbloqueio dos fundos congelados é a peça-chave para a cooperação de Teerã. A transparência sobre o uso desses valores e a eficácia do monitoramento do urânio diluído permanecem como os pilares de sustentação do pacto.

A conclusão bem-sucedida da investigação da Casa Branca sobre os riscos operacionais do acordo poderá redefinir a geopolítica do Oriente Médio nos próximos anos.

Com informações Axios

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Gleiton Ribeiro
Gleiton Ribeiro
24/04/2026 22:01

Ele tá querendo urânio do Irã para fazer bombas nucleares e aí Irã não pode fazer esse **** de petróleo tá ficando louco tá perdendo a guerra,ir não tem mas opções, agora anda fazendo, chantagem,ir roubando navio, que grande potência esse estado unidos que precisa estoqui outro país,mas fraco , porque não vai bate de frente com a China Rússia, Coreia do Norte

Fabio Lucas Carvalho

Jornalista especializado em uma ampla variedade de temas, como carros, tecnologia, política, indústria naval, geopolítica, energia renovável e economia. Atuo desde 2015 com publicações de destaque em grandes portais de notícias. Minha formação em Gestão em Tecnologia da Informação pela Faculdade de Petrolina (Facape) agrega uma perspectiva técnica única às minhas análises e reportagens. Com mais de 10 mil artigos publicados em veículos de renome, busco sempre trazer informações detalhadas e percepções relevantes para o leitor.

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