Chile surpreende e iguala potências como França e Reino Unido em submarinos balísticos, consolidando sua força naval com investimentos em tecnologia e indústria de defesa.
O Chile surpreendeu analistas militares e econômicos ao atingir um patamar inédito no cenário global. Segundo o ranking 2025 do Military Watch, o país igualou França e Reino Unido no número de submarinos balísticos operacionais.
Superou ainda economias maiores, como Alemanha e Coreia do Norte, consolidando sua posição entre as principais frotas do mundo.
O avanço chileno não se resume a números. É fruto de uma política consistente de investimento estratégico em defesa, tecnologia e indústria naval. Com quatro submarinos de última geração, a Marinha do Chile destaca-se por sua capacidade operacional e modernização contínua.
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A China está projetando um navio porta-contêineres com reator nuclear de tório que vai funcionar por 40 anos sem reabastecer, e o gigante de 25.000 contêineres do Jiangnan Shipyard vai cruzar oceanos sem emitir carbono numa indústria que queima 300 milhões de toneladas de combustível por ano
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Um barco inteiro saiu da impressora 3D sem molde e sem emenda: robô gigante da CEAD cria cascos de até 12 metros em peça única, troca meses de estaleiro por código e coloca a construção naval diante de uma virada que parece ficção científica
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O “navio-doca” que afunda de propósito para engolir superiates como brinquedos: Yacht Servant tem 214 metros, 46 metros de boca, 6.380 m² de convés e usa operação float-on/float-off para transformar luxo marítimo em estacionamento semissubmersível
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O submarino francês de titânio que desce onde a luz desaparece: Nautile leva três pessoas a 6.000 metros de profundidade, alcança 97% do fundo dos oceanos e já investigou o Titanic, vulcões submarinos e regiões que permanecem inacessíveis para a maioria das embarcações do planeta
A frota atual é formada por dois submarinos da classe Thomson (Tipo 209/1400), fabricados na Alemanha, e dois da classe Scorpène, desenvolvidos em parceria entre a espanhola Navantia e o Naval Group, da França.
Essas aquisições integram um plano de longo prazo que envolveu altos investimentos em tecnologia, infraestrutura marítima e inovação industrial, com foco nos estaleiros de Talcahuano, principal base naval do país.
Além de reforçar a segurança nacional, o programa naval impulsionou setores estratégicos da economia. A indústria naval, engenharia mecânica e serviços de alta tecnologia ganharam força, gerando empregos especializados e estimulando parcerias internacionais.
No cenário latino-americano, o Chile agora ultrapassa o Brasil, cuja frota de submarinos é considerada menos desenvolvida nesta categoria.
No panorama mundial, apenas Estados Unidos, com 14 unidades, Rússia, com 11, e China, com 6, superam os chilenos em quantidade de submarinos balísticos.
A estabilidade macroeconômica do Chile tem sido crucial para viabilizar esses investimentos de defesa. A estratégia amplia a soberania do país sobre rotas marítimas importantes, fortalece o comércio exterior e projeta a imagem de uma nação segura e tecnologicamente avançada.
Com a defesa cada vez mais conectada à inovação, o Chile transformou seu setor militar em ativo econômico estratégico, elevando sua presença tanto na região quanto no cenário global.
Com informações de Revista Economia.

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