As obras de construção de Angra 3 foram retomadas! Com tecnologia alemã, usina vai gerar 12 milhões de megawatts-hora por ano!
A Eletronuclear informou que na terça-feira (15), às 15h36, a usina nuclear Angra 2 foi desconectada do Sistema Interligado Nacional (SIN). O motivo foi o desarme automático do conjunto turbogerador, na parte não nuclear da planta, causado pelo acionamento da proteção de falha para terra do rotor do gerador principal.
A usina nuclear havia voltado a operar na última segunda-feira (14) depois de ter ficado parada por quatro dias por conta do mesmo problema. Os profissionais da Eletronuclear já estão trabalhando para identificar sua causa e estabelecer uma previsão de retorno de Angra 2 ao SIN.
Assista o vídeo abaixo e conheça por dentro a usina nuclear de Angra dos Reis
Reinício da concretagem marca retomada das obras de Angra 3
A Eletronuclear realizou na tarde de 11 de novembro, na central nuclear de Angra dos Reis, o reinício do processo de concretagem da usina Angra 3. O evento marca a retomada das obras civis da usina, prevista para ficar pronta em 2028. O novo presidente da empresa, Eduardo Grand Court, esteve presente na ocasião.
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A preparação para o recomeço da concretagem teve início em fevereiro deste ano com a assinatura do contrato entre a Eletronuclear e o consórcio Agis, composto por Ferreira Guedes, Matricial e ADtranz. De lá para cá, as empresas vencedoras da licitação atuaram na preparação do canteiro de obras para a retomada do empreendimento, o que incluiu a montagem de uma central de concreto no local.

A geração de Angra 1, 2 e 3 juntas vai equivaler a 60% do consumo de energia do estado do Rio de Janeiro e 3%, do Brasil!
O lançamento do primeiro concreto deu início ao Plano de Aceleração da Linha Crítica de Angra 3, que visa a concluir a obra civil dos principais prédios da usina. Isso inclui o edifício do reator e outras instalações ligadas à segurança nuclear.
Além disso, está prevista a execução de parte relevante da montagem eletromecânica, como o fechamento da contenção, esfera de aço localizada dentro do edifício do reator, e a instalação de equipamentos importantes, como a piscina de combustível usado, a ponte polar e o guindaste do semipórtico.
Com tecnologia alemã, Angra 3 vai gerar 12 milhões de megawatts-hora por ano, energia suficiente para abastecer o consumo residencial de toda a região Norte e de quase toda a região Centro-Oeste do Brasil. A geração de Angra 1, 2 e 3 juntas vai equivaler a 60% do consumo de energia do estado do Rio de Janeiro e 3%, do país.


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