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Sede da Petrobras em Salvador, na Bahia, era um templo de corrupção, disse Castello Branco na Câmara dos Deputados

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Escrito por Paulo Nogueira Publicado em 08/10/2019 às 22:44

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Castello Branco citou ainda a sede da Petrobras em Salvador – conhecida como Conjunto Pituba – formada por uma torre de 22 andares que custou R$ 2,087 bilhões

Nesta terça-feira 8 de outubro, o presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco, afirmou , que “natureza trabalhou contra” a Bahia que, segundo ele, já foi um Estado muito importante para a empresa, mas hoje só representa 1,5% da produção da companhia. Petrobras inicia a venda de campos terrestres do Polo Tucano Sul, no estado.

“Infelizmente a nossa produção na Bahia hoje ficou irrelevante, assim como outros Estados do Nordeste, como Ceará, Rio Grande do Norte, Alagoas e Sergipe”, afirmou Castello Branco, em audiência pública na Comissão de Minas e Energia da Câmara dos Deputados.

Castello Branco citou ainda a sede da Petrobras em Salvador – conhecida como Conjunto Pituba – formada por uma torre de 22 andares que custou R$ 2,087 bilhões, enquanto a empresa mal ocupa cinco andares do prédio. “Tomamos a decisão de desocupar prédio, que é um monumento ao desperdício, um verdadeiro templo da corrupção”, afirmou.

O tema da sessão na comissão é “o fechamento da Petrobras na Bahia e o desmonte da Petrobras no Nordeste”. “Não estamos fechando nossas operações no Nordeste. Nós estamos vendendo para empresas privadas interessadas nesses ativos, que estão investindo na região e vão gerar empregos. A Petrobras não tem dinheiro para investir em tudo”, completou.

A petroleira venderá escritórios no exterior

Roberto Castello Branco, disse que a estatal terá somente seis escritórios no exterior até o fim deste ano.

A venda dos ativos é uma forma de reduzir as dívidas da estatal. Segundo Castello Branco, os desinvestimentos já realizados, assim como os previstos no futuro, não significam uma redução de empregos e nem o desmonte da petrolífera.

Atualmente, a petrolífera possuí 11 unidades em outros países. A medida faz parte do plano de desinvestimentos da Petrobras.

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Paulo Nogueira

Técnico em Elétrica desde 2008, formado pelo Instituto Federal Fluminense (IFF), antigo CEFET, uma das mais tradicionais instituições de ensino técnico do Brasil. Atuou por diversos anos nas áreas de petróleo e gás offshore, energia e construção, experiência que hoje aplica na produção de conteúdo especializado sobre o setor energético. Com mais de 8 mil publicações em revistas e portais online, dedica-se à cobertura do mercado de trabalho, petróleo e gás, energia, economia, renováveis e empreendedorismo. Para dúvidas, sugestões ou correções, entre em contato pelo e-mail paulohsnogueira@gmail.com. Este canal não recebe currículos.

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