Ex-bilionário afirma que variedade transgênica pode revolucionar o etanol e substituir o plástico em escala global
O empresário Eike Batista voltou a chamar atenção com um novo plano ambicioso: uma variedade geneticamente modificada de cana-de-açúcar, capaz de multiplicar a produção de etanol e o uso industrial do bagaço. Em entrevista ao CNN Money (via Estadão/Broadcast+), Eike afirmou acreditar que o BNDES vai procurá-lo para apoiar financeiramente o projeto, que ele diz ter potencial para transformar o Brasil em líder global de bioprodutos.
Batista sustenta que a chamada “supercana” pode triplicar a produção de etanol e elevar em até 11 vezes o aproveitamento do bagaço, viabilizando desde combustíveis sustentáveis para aviação (SAF) até copos e canudos biodegradáveis. A proposta faz parte de sua tentativa de reabilitação empresarial após o colapso de seu antigo império nos setores de petróleo, mineração e logística.
O que é a “supercana” de Eike Batista?
Segundo Eike, a variedade desenvolvida por seu grupo é resultado de duas décadas de pesquisa e desenvolvimento e teria uma produtividade estável de 180 toneladas por hectare por até 10 anos mais que o dobro da média nacional atual, de 78 toneladas.
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Um ciclo vicioso que pode afetar, tanto a produção, quanto a demanda. Este é o cenário que está sendo construído pela política monetária empreendida pelo Banco Central (BC), que se obriga a manter um aperto monetário (vide Selic hoje no patamar de 14,25% ao ano), para conter uma inflação resiliente (projetada em 5,33% para 2026 pelo boletim Focus), como reflexo do desajuste fiscal (despesas superam receitas) patrocinado pelo governo federal, ‘de olho’ no pleito de outubro próximo.
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A promessa é que o cultivo em larga escala permitiria ao Brasil substituir derivados de petróleo por biomateriais renováveis, com foco tanto no mercado interno quanto em exportações verdes. O ex-bilionário enxerga Petrobras e BNDES como agentes naturais desse novo ciclo, mas ainda não confirmou nenhum investimento formal.
Qual o papel do BNDES e da Petrobras nesse plano?
Embora não tenha apresentado conversas concretas, Eike afirma que o apoio do BNDES seria estratégico, tanto para viabilizar crédito quanto para atrair investidores externos. Ele também vê a Petrobras como possível parceira indutora, principalmente se a estatal retomar investimentos em etanol e bioenergia.
“A Petrobras pode iniciar e depois abrir espaço para o setor privado”, disse o empresário, sinalizando a necessidade de um esforço coordenado entre iniciativa privada, pesquisa agrícola e políticas públicas.
Por que isso pode impactar o Brasil?
Se o projeto se confirmar nos moldes anunciados, ele pode alterar profundamente a cadeia produtiva do setor sucroenergético e reduzir a dependência brasileira de combustíveis fósseis e plásticos derivados de petróleo. Também colocaria o Brasil em posição estratégica na transição energética global.
A proposta, no entanto, esbarra em desafios conhecidos de Eike Batista: execução, escala e credibilidade. Após a derrocada de seu conglomerado na década passada, muitos investidores ainda veem suas apostas com cautela. O caso do Porto do Açu, hoje sob controle estrangeiro, ainda é lembrado como símbolo da ascensão e queda do empresário.
Você acredita que a “supercana” pode mesmo transformar o Brasil nos próximos 20 anos? O BNDES deveria investir nesse projeto? Deixe sua opinião nos comentários, queremos ouvir quem conhece o agro e a indústria por dentro.

Se eu tivesse grana, eu sem dúvida seria um investidor!
Mais um golpe à vista. Cria-se uma ideia mirabolante, investem o mínimo possível e o restante sabe para onde vai. E o brasileiro só levando na radiola.
Acredito nessa idéia=projeto…. É MELHOR O BNDES investir no Brasil…. Do que emprestar DINHEIRO PARA QUEM NÃO PAGA(Bolívia,África,Uruguai,Venezuela…etc….)
SEM falar…. Que Eike Batista…. Não se dá pôr DERROTADO…. É um homem OBCECADO pôr projetos REVOLUCIONÁRIOS… que se bem ADMINISTRADOS….. COM CERTEZA DARÃO EX-CELENT ❗ RETORNO….