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Por R$ 40 mil, usado Honda City 1.5 flex entrega até 116 cv, porta-malas de 506 litros e câmbio manual de 5 marchas

Escrito por Alisson Ficher
Publicado em 28/01/2026 às 20:25
Honda City usado por cerca de R$ 40 mil reúne motor 1.5 flex de até 116 cv, porta-malas de 506 litros e câmbio manual simples e confiável.
Honda City usado por cerca de R$ 40 mil reúne motor 1.5 flex de até 116 cv, porta-malas de 506 litros e câmbio manual simples e confiável.
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Preço de referência em torno de R$ 40 mil coloca o Honda City 1.5 flex no radar de quem busca sedã compacto usado com porta-malas grande, motor de até 116 cv e câmbio manual simples. Modelo chama atenção pelo espaço e por números técnicos que ajudam a comparar versões.

Na faixa dos R$ 40 mil, o Honda City 1.5 flex aparece como uma alternativa recorrente para quem busca um sedã compacto usado com bom espaço interno e porta-malas grande, sem abrir mão de um conjunto mecânico conhecido no mercado brasileiro.

Pela referência da Tabela FIPE, o City 1.5 LX 16V flex 4 portas com câmbio manual figura na casa de R$ 40.080, valor que o coloca entre os modelos mais acessíveis do segmento quando o critério é combinar espaço de sedã e uso cotidiano sem complexidade excessiva.

Preço de referência e variação no mercado de usados

Esse patamar de preço é um recorte de referência, usado para balizar negociações e comparar versões.

No comércio real, o valor final costuma variar conforme estado de conservação, quilometragem, histórico de revisões, procedência e região, além de itens de acabamento e eventuais reparos já realizados.

Ainda assim, a FIPE serve como indicador de mercado e ajuda a separar carros com preço alinhado de anúncios que se afastam do padrão, para mais ou para menos, sem justificativa clara.

Motor 1.5 flex e potência de até 116 cv

Honda City usado por cerca de R$ 40 mil reúne motor 1.5 flex de até 116 cv, porta-malas de 506 litros e câmbio manual simples e confiável.
Honda City usado por cerca de R$ 40 mil reúne motor 1.5 flex de até 116 cv, porta-malas de 506 litros e câmbio manual simples e confiável.

O que sustenta o apelo do City nessa faixa é uma combinação de números que costumam pesar na decisão de compra.

A ficha técnica do modelo na configuração 1.5 flex registra potência de até 116 cv com etanol e 115 cv com gasolina, com transmissão manual de cinco velocidades, um pacote que prioriza condução linear e respostas previsíveis no uso urbano e em rodovias.

Esses dados constam em fichas técnicas de mercado que reúnem especificações do veículo quando sai de fábrica e são usadas como base por consumidores e lojistas.

Porta-malas de 506 litros e espaço interno

O porta-malas de 506 litros é outro elemento que chama atenção por entregar capacidade que, na prática, facilita o uso familiar e o transporte de bagagens em viagens curtas.

Esse volume está entre os maiores da categoria dos sedãs compactos vendidos no país e costuma aparecer como argumento de compra para quem sai de hatch compacto e quer ganhar espaço sem migrar para um sedã médio mais caro e mais pesado de manter.

Com entre-eixos de 2,55 metros, a carroceria também favorece um aproveitamento interno que atende bem ao dia a dia, especialmente para quem transporta passageiros com frequência.

Consumo informado e direção elétrica no dia a dia

No uso, o conjunto 1.5 flex é associado à proposta de baixo esforço no trânsito e condução com rotações moderadas, especialmente quando acompanhado de câmbio manual.

A mesma ficha técnica que apresenta potência e dimensões também divulga números de consumo, informando marcas como 10,9 km/l na cidade e 12,5 km/l na estrada com gasolina, além de 7,6 km/l na cidade e 8,7 km/l na estrada com etanol, sempre como valores de referência do modelo em condições padronizadas.

Honda City usado por cerca de R$ 40 mil reúne motor 1.5 flex de até 116 cv, porta-malas de 506 litros e câmbio manual simples e confiável.
Honda City usado por cerca de R$ 40 mil reúne motor 1.5 flex de até 116 cv, porta-malas de 506 litros e câmbio manual simples e confiável.

No mundo real, esses resultados dependem de manutenção, calibração de pneus, estilo de condução, qualidade do combustível e condições de tráfego, mas servem como comparação inicial para quem está pesquisando usados.

Outro ponto que costuma pesar na escolha é a direção com assistência elétrica registrada na ficha técnica, um item que, no dia a dia, reduz esforço em manobras e ajuda na rotina de cidade.

Para quem dirige bastante, a ergonomia e a posição de dirigir típicas do City também entram no pacote de conveniência, já que o sedã foi projetado para uso familiar e urbano, com foco em praticidade.

O desenho do painel e a disposição de comandos variam conforme versão e ano-modelo, mas o conjunto tende a seguir uma proposta funcional, sem soluções muito fora do padrão.

O que checar antes de fechar negócio

Ao avaliar um City nessa faixa de valor, a atenção ao histórico de manutenção é o ponto mais importante para transformar a compra em algo previsível.

Carro usado de mercado amplo pode ter passado por diferentes donos e estilos de uso, e isso aparece em detalhes como estado de embreagem, funcionamento do ar-condicionado, integridade do sistema de arrefecimento e ruídos de suspensão.

A inspeção deve incluir verificação de vazamentos, leitura de falhas por scanner quando possível e análise do funcionamento em marcha lenta e em aceleração progressiva, sempre com o motor em temperatura normal de operação.

Também faz diferença observar como o carro se comporta em pisos irregulares e em frenagens leves.

Trincas em buchas, batidas secas ao passar por lombadas e vibrações no volante em determinadas velocidades podem indicar necessidade de serviços em suspensão, rodas, pneus ou freios.

Como o modelo usa suspensão dianteira independente do tipo McPherson e traseira semi-independente com eixo de torção, a avaliação deve considerar tanto componentes comuns de desgaste, como amortecedores e buchas, quanto sinais de desalinhamento que se revelam em desgaste irregular de pneus.

Procedência, carroceria e documentação

A parte de carroceria e acabamento entra como outro filtro objetivo.

Diferenças de tonalidade na pintura, desalinhamento de capô e portas, pontos de oxidação e marcas de reparo mal executado podem indicar intervenções anteriores que merecem investigação.

Honda City usado por cerca de R$ 40 mil reúne motor 1.5 flex de até 116 cv, porta-malas de 506 litros e câmbio manual simples e confiável.
Honda City usado por cerca de R$ 40 mil reúne motor 1.5 flex de até 116 cv, porta-malas de 506 litros e câmbio manual simples e confiável.

Em paralelo, o interior ajuda a contar a história do uso: desgaste muito acima do esperado em volante, pedais e banco do motorista pode sugerir quilometragem alta ou uso intenso, ainda que o hodômetro marque menos.

Conferir manual, chave reserva e notas de revisão contribui para dar contexto à procedência e reduz o risco de surpresas depois da compra.

No campo documental, a checagem de pendências e restrições deve anteceder qualquer sinal.

Consultas de débitos, histórico de sinistro quando disponível e laudo cautelar são práticas adotadas por parte do mercado para reduzir risco de comprar um veículo com problemas ocultos.

Para o comprador, esse tipo de verificação entra como custo adicional, mas pode representar economia ao evitar um carro com histórico de colisão estrutural, adulteração ou restrições administrativas.

Quando o barato sai caro

Mesmo quando o preço de referência está na casa dos R$ 40 mil, anúncios podem aparecer acima disso em unidades mais conservadas, com baixa quilometragem e histórico completo.

Na direção oposta, valores muito abaixo do padrão pedem atenção redobrada e checagem técnica mais rigorosa, porque o desconto pode estar associado a manutenção pendente, desgaste elevado ou problemas de documentação.

Em um usado, o custo total não se resume ao que se paga na compra: revisão inicial, troca de fluidos, pneus e correções de itens de desgaste têm impacto direto no orçamento do primeiro ano de uso.

Com um porta-malas de 506 litros e motor 1.5 flex de até 116 cv, o City entra no radar de quem quer um sedã compacto com números objetivos e ampla presença no mercado, especialmente quando a referência de preço ajuda a filtrar versões e negociações.

Na hora de escolher, o que costuma separar um bom negócio de um carro problemático é menos o emblema na grade e mais a combinação de procedência, manutenção e inspeção bem feita.

Entre preço de referência e uso real, o que pesa mais na sua decisão ao escolher um sedã compacto usado: histórico de manutenção comprovado ou menor quilometragem no painel?

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Filipe
Filipe
30/01/2026 19:25

Só os primeiros City. De 2014 pra frente é tudo mais caro!

Antonio Dutra
Antonio Dutra
29/01/2026 16:26

É muito importante também, verificar o ano de fabricação do carro, para saber se o valor é compatível.

Adriano
Adriano
28/01/2026 22:43

Tenho um LX 11/12. Faz 14 km /L na cidade e 17 km / L na rodovia, sempre com ar ligado. Carro muito confiável. Sempre viajo longas distâncias com ele. Manutenção em dia sempre com peças genuínas. Para se ter uma ideia de preço de manutenção. Troca de óleo e filtros (cabine, combustível e motor) R$600,00 aproximadamente, a cada 8500 km.
Jogo de velas R$600,00 a cada 60.000 km. Não dá dor de cabeça.

Alisson Ficher

Jornalista formado desde 2017 e atuante na área desde 2015, com seis anos de experiência em revista impressa, passagens por canais de TV aberta e mais de 12 mil publicações online. Especialista em política, empregos, economia, cursos, entre outros temas e também editor do portal CPG. Registro profissional: 0087134/SP. Se você tiver alguma dúvida, quiser reportar um erro ou sugerir uma pauta sobre os temas tratados no site, entre em contato pelo e-mail: alisson.hficher@outlook.com. Não aceitamos currículos!

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