Petrobras informou ontem (13/12), que teve que paralisar a produção de gás do campo de Manati, na Bahia

Flavia Marinho
por
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14-12-2021 09:44:35
em Petróleo, Óleo e Gás
Bahia - petróleo - exploração - produção - poços de petróleo plataforma de petróleo no Campo de Manati




Petrobras é a operadora do campo de Manati, com 35% de participação, em parceria com a Enauta, GeoPark e Petro Rio Coral Exploração Petrolífera

Petróleo brasileiro informou em fato relevante que na sexta-feira, 10/12, que em virtude do fechamento de válvula submarina do gasoduto de exportação, teve que paralisar a produção de gás do campo de Manati, localizado na Bacia de Camamu, no Estado da Bahia.

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De acordo com o comunicado da Petrobras, a operação do duto foi interrompida de maneira segura e equipes foram mobilizadas para o reparo, com previsão de retorno em uma semana.

As causas da ocorrência estão sendo apuradas pela estatal, que diz não haver risco de descontinuidade de atendimento pela companhia dos compromissos junto aos seus clientes e que Petrobras mantém os órgãos competentes informados. 

A Petrobras é a operadora do campo de Manati, com 35% de participação, em parceria com a Enauta Energia S.A. (45%), GeoPark LTDA (10%) e Petro Rio Coral Exploração Petrolífera LTDA (10%). A média de produção do campo em novembro/21 foi de 3,42 milhões de m3/d, sendo 1,20 milhão de m3/d à parcela Petrobras.

Petrobras perfura com sucesso poço exploratório de petróleo mais profundo da história do Brasil; profundidade recorde de 7.700 metros equivale a 1,3 vezes a altura do Monte Kilimanjaro, montanha mais alta da África

A gigante do petróleo brasileiro Petrobras, informou em fato relevante ao mercado, na última sexta-feira (10/12), que concluiu a perfuração do poço exploratório de petróleo pioneiro do bloco ES-M-669, no pré-sal da Bacia do Espírito Santo. Perfurado a 145 km da costa, em locação conhecida como Monai, figura mitológica da cultura Guarani, o projeto bateu diversos recordes, entre os quais o de poço mais profundo já perfurado no Brasil, com cerca de 7.700 metros; e maior camada de sal já perfurada no país, com aproximadamente 4.850 m.  

“O uso intensivo de tecnologia e a atuação eficiente das equipes envolvidas também permitiram que diminuíssemos em aproximadamente 50% o tempo de perfuração do poço, em comparação com a média histórica para projetos dessa natureza e complexidade, o que representa também uma redução de custos significativa. A exploração dessa nova fronteira no pré-sal, da Bacia do Espírito Santo, reafirma o foco da Petrobras em atuar em águas ultraprofundas por meio de parcerias com outras empresas”, destacou o diretor de Desenvolvimento da Produção, João Henrique Rittershaussen.

Diferentemente de um poço produtor de petróleo, um poço exploratório tem como objetivo obter informações sobre as características das rochas perfuradas, sua geologia, pressões existentes e presença de reservatórios com petróleo ou gás. A perfuração do poço pioneiro Monai obteve todas as informações geológicas esperadas para a avaliação adequada da área.

Os dados obtidos estão sendo analisados para a definição do futuro do bloco ES-M-669. Cabe salientar que as informações geológicas obtidas em áreas de fronteira exploratória, como é o caso do Monai, subsidiam também o aprimoramento dos estudos e modelagens para outras áreas e bacias, incorporando um importante conhecimento estratégico para a companhia. Leia a matéria completa aqui.

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Flavia Marinho
Engenheira de Produção pós graduada em Engenharia Elétrica e Automação. Experiente na indústria de construção naval onshore e offshore. Entre em contato para sugestão de pauta, divulgação de vagas de emprego ou proposta de publicidade em nosso portal.