Petrobras segue roteiro e continua incentivando venda de sua refinarias apesar da forte resistência de seu corpo interno de engenheiros – Aepet
A Aepet – Associação Engenheiros da Petrobras – ainda resiste à decisão da estatal de vender participação em oito de suas refinarias, que continua seguindo roteiro e incentivando o mercado. Veja também:
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A estatal fez o anúncio do desinvestimento no ano passado, informando a venda de participação em oito de suas refinarias. São elas: REFAP (Refinaria Alberto Pasqualini), REPAR (Refinaria Presidente Getúlio Vargas), RLAM (Refinaria Landulpho Alves Mataripe), REGAP (em Minas Gerais) e RNEST (Refinaria Abreu e Lima no Pernambuco).
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Tais plantas industriais compõem dois blocos regionais de refino, com REFAP e REPAR fornecendo combustível e outros derivado para a região sul do país, enquanto RLAM e RNEST atendem a região nordeste.
As interessadas nos ativos deverão apresentar proposta até o dia 5 de março deste ano. Os interesses vem de todas parte: petroleiras, fundos de investimentos, grupos internacionais e empresas brasileiras do setor de distribuição de combustíveis.
Dentre eles, Grupo Ultra, Cosan, Sinopec, fundo de investimentos Mabadala (Abu Dabi), EIG (empresa americana que controla o Porto de Açu) são exemplos de empresas que já manifestarm interesse nas refinarias, segundo fontes do setor.
Contudo, a Aepet diz que, com as vendas, a Petrobras estará deixando receitas futuras por conta de dinheiro recebido a curto prazo na alienação de parte dessas refinarias. Segundo a associação, é um equívoco se desfazer de qualquer percentual delas, já que elas possuem mercado cativo e apresentam bons resultados operacionais e financeiros.
