SBM Offshore, fatura da gigante do petróleo brasileiro, Petrobras, um contrato de afretamento de 22 anos para fornecimento do FPSO de Mero 4
A Petrobras anunciou ontem, a assinatura de mais um contrato com a SBM Offshore, desta vez para afretamento do FPSO Alexandre de Gusmão, que será a quarta unidade de produção do campo de Mero, primeira área de partilha da produção no Pré-sal da Bacia de Santos.
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O contrato de afretamento é de 22 anos e o primeiro óleo da unidade está prevista para 2025. O FPSO poderá processar até 180 mil barris de óleo e 12 milhões de m3 de gás por dia.
A unidade será interligada a 15 poços, sendo oito produtores de óleo, seis injetores de água e gás, um poço conversível de produtor para injetor de gás. O campo de Mero é o terceiro maior do Pré-sal e está localizado na área de Libra.
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Este será o terceiro FPSO em construção pela SBM. Além do FPSO Sepetiba (Mero-2022), a operadora também está construindo o FPSO Almirante Tamandaré (Búzios – Bacia de Santos).
Os contratos reforçam a atuação da Petrobras em parceria na área de E&P com foco em águas profundas e ultra-profundas. A companhia segue atuando de forma eficiente e competitiva, maximizando o potencial dos ativos e promovendo mais retorno para a empresa e para a sociedade.
Operado pela Petrobras, Campo de Mero é o terceiro maior do Pré-sal
O campo de Mero é o terceiro maior do pré-sal e está localizado na área de Libra, operada pela Petrobras (40%) em parceria com a Shell Brasil Petróleo Ltda. (20%), TotalEnergies EP Brasil Ltda. (20%), CNODC Brasil Petróleo e Gás Ltda. (10%), CNOOC Petroleum Brasil Ltda. (10%) e Pré-Sal Petróleo S.A. (PPSA), que exerce papel de gestora desse contrato.
A previsão é que a produção do primeiro sistema definitivo de Mero (Mero 1) seja iniciada no ano de 2022, através do FPSO Guanabara, seguido por Mero 2 (FPSO Sepetiba), em 2023, e Mero 3 (FPSO Marechal Duque de Caxias), em 2024.
