A Petrobras assinou um memorando com o governo do Rio Grande do Norte, demonstrando seu interesse em explorar a viabilidade da implantação de um projeto piloto de energia eólica offshore no Estado.
Segundo informações do jornal “Valor Econômico”, ainda não há previsão quanto ao valor do investimento e à capacidade de geração. Esses aspectos serão avaliados ao longo do desenvolvimento do projeto.
Conforme o acordo, a Petrobras será responsável por fornecer estudos para avaliar os possíveis impactos ambientais e sociais do projeto piloto.
Por sua vez, o governo do Rio Grande do Norte ficará encarregado de alinhar o projeto com programas e políticas estaduais, além de promover ações para melhorar a região onde o projeto será implementado.
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Energia eólica no Brasil
Atualmente, o Brasil possui uma capacidade de produção de energia eólica estimada entre 22 e 25 mil megawatts, conforme dados do Research Centre for Greenhouse Gas Innovation (RCGI).
A maior parte dessa capacidade (90%) está concentrada no Nordeste. O RCGI destaca a importância de ampliar essa capacidade por meio de pesquisas e estudos envolvendo a indústria e o meio acadêmico.
No final do ano passado, o Ministério de Minas e Energia assinou um acordo de adesão à Global Offshore Wind Alliance (GOWA), uma iniciativa que reúne governos, setor privado, organizações internacionais e outras partes interessadas para acelerar a implantação de energia eólica offshore.
O objetivo é impulsionar o desenvolvimento dessa fonte de energia para enfrentar as crises climáticas e de segurança energética em todo o mundo.
O Brasil tem se destacado na geração de energia renovável, conforme dados da ABEEólica. O país ocupa o sexto lugar no Ranking Mundial de capacidade eólica acumulada elaborado pelo Global Wind Energy Council (GWEC) e o terceiro lugar na categoria de Nova Capacidade Instalada de Eólica em Terra em 2022.

É muito orgulho saber a relevância que o nosso país tem quando se refere a energia eólica em todo o mundo.
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