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Ministério da saúde amplia uso da membrana amniótica no SUS e aposta em transplante inovador para acelerar tratamento da diabetes e recuperar lesões oculares

Escrito por Caio Aviz
Publicado em 20/04/2026 às 17:02
Atualizado em 20/04/2026 às 17:05
Médicos em hospital brasileiro manipulando tecido biológico semelhante à membrana amniótica durante procedimento clínico, com foco em tecnologia regenerativa e ambiente estéril
Profissionais de saúde manipulam tecido biológico em ambiente hospitalar, representando o uso da membrana amniótica no SUS para acelerar cicatrização e tratar pacientes com diabetes e alterações oculares
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A incorporação da membrana amniótica redefine o tratamento no sus, amplia opções terapêuticas e melhora a recuperação de pacientes com lesões e alterações oculares

Uma atualização relevante na saúde pública foi anunciada pelo Ministério da Saúde, gerando impacto direto no atendimento da rede pública. A ampliação do uso da membrana amniótica foi oficializada na quarta-feira (15), após recomendação da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec), e, com isso, uma série de aplicações passou a integrar o Sistema Único de Saúde. As Portarias nº 20 e nº 22, publicadas pela Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação em Saúde (SCTIE/MS), formalizaram a medida e reorganizaram o uso da tecnologia. Esse movimento demonstra que o sistema público busca ampliar o acesso a tratamentos mais eficazes e modernos.

Revisão técnica amplia uso da tecnologia no sus

A mudança decorre de avaliação técnica conduzida pela Conitec e, por isso, afeta diretamente a forma como determinados tratamentos são realizados no SUS. Afinal, a membrana amniótica passa a ser indicada para feridas crônicas, pé diabético e alterações oculares, ampliando o alcance da tecnologia. Além disso, a expectativa oficial aponta que mais de 860 mil pacientes sejam beneficiados anualmente, o que reforça o impacto da medida. Esse avanço demonstra que a incorporação de novas tecnologias pode reorganizar o atendimento e ampliar a eficiência dos tratamentos.

Tecnologia regenerativa acelera cicatrização e reduz complicações

A membrana amniótica é um tecido coletado durante o parto e, por isso, se destaca na medicina regenerativa como alternativa terapêutica relevante. O material possui ação anti-inflamatória e cicatrizante, o que reduz complicações no tratamento de diversas doenças e melhora a recuperação dos pacientes. No caso do pé diabético, por exemplo, a cicatrização pode ocorrer até duas vezes mais rápido em comparação aos curativos convencionais, o que evidencia a eficácia da tecnologia. Esse resultado demonstra que o uso do tecido contribui para tratamentos mais eficientes e seguros.

Impacto clínico reduz internações e melhora qualidade de vida

Segundo a secretária Fernanda De Negri, da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação em Saúde, a incorporação de tecnologias inovadoras fortalece o SUS e amplia o acesso a terapias modernas. A medida garante mais opções terapêuticas e, ao mesmo tempo, proporciona recuperação mais ágil aos pacientes, reduzindo complicações e infecções. Esse cenário contribui para a diminuição de internações prolongadas e para a redução dos custos hospitalares, ao mesmo tempo em que melhora a qualidade de vida. O posicionamento reforça que o Brasil passa a ocupar destaque no uso de tecnologias regenerativas.

Aplicação em doenças oculares amplia recuperação da visão

A tecnologia também é aplicada no tratamento de alterações oculares que afetam pálpebras, glândulas lacrimais e cílios, ampliando seu uso clínico. Nesses casos, o tecido auxilia na cicatrização de lesões e contribui para a redução da dor durante o tratamento, favorecendo a recuperação. Além disso, a membrana amniótica ajuda a restaurar a superfície ocular e melhora a qualidade da visão, o que otimiza os resultados clínicos. O material também reduz o risco de novas lesões e se mostra eficaz em casos mais complexos, como glaucoma, queimaduras oculares, inflamações, perfurações e úlceras da córnea.

Uso consolidado e expansão no sus

O uso da membrana amniótica já vinha sendo aplicado no SUS desde 2025, especialmente no tratamento de queimaduras extensas, o que demonstra sua eficácia clínica. A ampliação oficial agora integra a tecnologia a um conjunto maior de terapias disponíveis, fortalecendo o sistema público. Esse movimento evidencia como a adoção de soluções inovadoras contribui para melhorar o atendimento e ampliar o alcance dos tratamentos.

Como a ampliação de tecnologias regenerativas pode influenciar o futuro do atendimento no SUS e a recuperação de milhões de pacientes?

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Caio Aviz

Escrevo sobre o mercado offshore, petróleo e gás, vagas de emprego, energias renováveis, mineração, economia, inovação e curiosidades, tecnologia, geopolítica, governo, entre outros temas. Buscando sempre atualizações diárias e assuntos relevantes, exponho um conteúdo rico, considerável e significativo. Para sugestões de pauta e feedbacks, faça contato no e-mail: avizzcaio12@gmail.com.

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