A obra da nova ferrovia irá ligar a capital ao norte e sul do estado do Mato Grosso. O governador ressalta a geração de empregos e renda
Na última segunda-feira (19/07), o governo do estado do Mato Grosso anunciou um chamamento público para a construção de ferrovia estadual para ligar a capital Cuiabá aos municípios de Rondonópolis, Nova Mutum e Lucas do Rio Verde, cidades do interior do estado. O traçado do projeto tem 730 km, um investimento estimado em R$ 12 bilhões com 45 anos de operação e pode gerar cerca de 235 mil novos empregos ao estado. Confira ainda outra notícia: Novo centro tecnológico ferroviário será construído no estado de Goiás pelo Governo Federal
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A construção da nova ferrovia no Mato Grosso
A nova ferrovia que vai interligar Cuiabá a Rondonópolis, bem como Rondonópolis com Nova Mutum e Lucas do Rio Verde, além de se conectar com a malha ferroviária nacional, terá um investimento de R$ 12 bilhões. Segundo o estado do Mato Grosso, o investimento vai gerar mais de 235 mil empregos, além de potencializar a economia.
O início da obra será depois de 6 meses da apresentação do licenciamento ambiental, que ficará a cargo em parte pelo governo de Mato Grosso e a outra parte pela empresa que vencer o chamamento público da ferrovia. As obras devem ter início no final de 2022.
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Alvo de intensa controvérsia, desde sua ampla divulgação, a eliminação da escala 6 x 1 – sob o argumento inconsistente de que ela implicaria ‘ganhos de produtividade’ e até ‘de renda’ à classe trabalhadora – não resiste ao mais elementar princípio econômico. Isso porque, sem ganhos de produtividade efetivos, haverá custo extra a ser suportado pelas empresas, ‘regiamente’ repassado ao consumidor final, sempre ele.
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Segundo o governador, a ferrovia é importante para saída dos grãos e para conectar a indústria e o comércio de Mato Grosso com o mercado nacional. O governador Mauro Mendes diz que a indústria de alimentos, de etanol, vai passar por essa ferrovia. E tem toda a segurança jurídica para fazer e daqui a alguns anos irão ouvir o apito do trem daqui de Cuiabá até o médio-norte.
Aumento do escoamento no Mato Grosso
A ferrovia deve melhorar de forma expressiva a capacidade de escoamento de Mato Grosso, cuja estimativa é de chegar, em 2030, a produzir 120 milhões de toneladas de grãos por ano, segundo o governo estadual. O trecho também desafogar significativamente o transporte pelas rodovias.
Segundo o secretário estadual de Fazenda, Rogério Gallo, a ferrovia também vai diminuir os custos logísticos dos produtores, uma vez que o frete ferroviário reduziu mais de 35% nos últimos cinco anos. Mais de 250 empresas do Distrito Industrial de Cuiabá poderão usar a ferrovia para escoar seus produtos e receber insumos, cenário que deve estimular a instalação de novas indústrias.
Veja ainda: Ferrovia – R$ 26 bilhões em investimentos são previstos para o setor ferroviário de Minas Gerais, com geração de mais de 370 mil empregos
O governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), assinou um decreto para transferir à iniciativa privada a administração de 19 ferrovias do estado. A expectativa é atrair cerca de R$ 26,7 bilhões para o setor ferroviário. Segundo o Governo, a exploração de linhas de menor extensão, conhecidas como “shortlines”, pode gerar mais de 370 mil empregos.
O desejo, segundo o Governo, é possibilitar o primeiro trecho ferroviário do País administrado no modelo de autorização, pelo qual uma empresa privada atua por conta e risco próprios. Com o movimento, o estado de Minas Gerais se antecipa ao Congresso Nacional, que ainda não aprovou o projeto de lei que permite esse tipo de regime em ferrovias federais.
A Assembleia Legislativa do Estado de Minas Gerais já deu aval ao modelo, faltando apenas a regulamentação, despachada nesta terça, pelo governador Romeu Zema. Minas mapeou 19 projetos que, potencialmente, podem ser operados no modelo de autorização, com investimentos estimados em R$ 26,7 bilhões.
