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Mansões milionárias, milhares de cabeças de gado, pistas de pouso e fazendas gigantes: o império rural dos maiores astros do sertanejo longe dos palcos e no coração do agro

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Escrito por Ana Alice Publicado em 09/05/2026 às 23:03 Atualizado em 09/05/2026 às 23:08
Assista o vídeoAstros do sertanejo mantêm fazendas milionárias com gado, lazer, mansões e atividades rurais em diferentes regiões do Brasil. (Imagem: Ilustrativa)
Astros do sertanejo mantêm fazendas milionárias com gado, lazer, mansões e atividades rurais em diferentes regiões do Brasil. (Imagem: Ilustrativa)
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Propriedades rurais ligadas a grandes nomes do sertanejo reúnem lazer, pecuária, estruturas milionárias e vínculos com a vida no campo, em uma relação que atravessa carreira artística, patrimônio e identidade pública.

Fora dos palcos, nomes conhecidos do sertanejo brasileiro mantêm propriedades rurais usadas para descanso, convivência familiar e atividades ligadas ao agronegócio.

Em estados como Goiás, São Paulo e Mato Grosso do Sul, fazendas associadas a Leonardo, Zezé Di Camargo, Marrone, Rionegro & Solimões e Almir Sater reúnem estruturas de lazer, criação de animais e áreas destinadas à produção rural.

Esses imóveis não se limitam ao uso particular entre uma agenda de shows e outra.

Em reportagens publicadas sobre o tema, as propriedades aparecem com pastos, lagos, piscinas, quadras, haras, pistas de pouso, sedes amplas e atividades agropecuárias.

A relação entre o sertanejo e o campo, recorrente nas trajetórias e repertórios de parte desses artistas, também se reflete na forma como alguns deles investem em imóveis rurais.

Fazenda de Leonardo em Goiás

Leonardo é frequentemente citado em reportagens sobre artistas sertanejos com propriedades rurais.

O cantor é associado à Fazenda Talismã, em Jussara, no noroeste de Goiás, imóvel descrito como uma área com estrutura de lazer, criação de gado, haras, lago e pista de pouso.

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Segundo publicações sobre a propriedade, a fazenda é avaliada em cerca de R$ 60 milhões e teria aproximadamente 5 mil cabeças de gado.

O espaço também é usado pelo cantor e por familiares em períodos de descanso, além de aparecer em registros públicos feitos por pessoas próximas ao artista.

A sede é descrita como uma construção de alto padrão, com áreas abertas e ambientes voltados à convivência.

Entre as estruturas mencionadas em reportagens estão piscina, churrasqueira, salão de jogos e espaços esportivos, além de áreas verdes no entorno da casa principal.

No aspecto produtivo, a pecuária ocupa parte relevante da propriedade.

Goiás tem presença expressiva na criação de bovinos, e a fazenda de Leonardo é apresentada em publicações especializadas como uma área com atividade rural ligada ao gado.

Ainda assim, os dados disponíveis publicamente variam conforme a reportagem, sem detalhamento oficial completo sobre toda a operação.

Rionegro & Solimões e a vida no campo

Rionegro & Solimões, dupla formada por José Divino Neves e Luiz Felizardo, também aparecem em reportagens sobre artistas ligados a propriedades no campo.

A fazenda associada aos cantores é descrita como um imóvel no interior de São Paulo, voltado à convivência familiar, ao lazer e a atividades rurais.

As publicações mencionam a presença de lago para pesca, pastos, criação de animais e uma casa com características comuns a fazendas brasileiras, como varanda, uso de madeira e ambientes integrados.

O imóvel é apresentado como um espaço de descanso entre compromissos profissionais.

A relação da dupla com o interior também está presente no repertório.

Rionegro & Solimões ficaram conhecidos por músicas como “Peão Apaixonado”, “Frio da Madrugada”, “Bate o Pé” e “Na Sola da Bota”, canções associadas ao universo sertanejo e à cultura popular de cidades do interior.

Nesse contexto, a propriedade rural reforça um vínculo já explorado pela carreira artística da dupla.

A fazenda aparece menos como uma operação empresarial detalhada em dados públicos e mais como um espaço ligado à rotina familiar e à imagem construída pelos cantores ao longo da trajetória musical.

Fazenda É o Amor, de Zezé Di Camargo

Zezé Di Camargo batizou sua propriedade rural com o nome de um dos principais sucessos de sua carreira: É o Amor, música que projetou nacionalmente a dupla formada com Luciano no início dos anos 1990.

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A fazenda fica em Araguapaz, em Goiás, e é citada em reportagens como uma área de cerca de 1.500 hectares.

Publicações sobre o imóvel apontam avaliação estimada em torno de R$ 65 milhões, embora esse tipo de valor dependa de critérios de mercado, estrutura, localização e atividade produtiva.

A fazenda já foi associada à pecuária e, em reportagens recentes, passou a ser descrita também por iniciativas ligadas ao cuidado de animais.

Em entrevistas repercutidas por veículos nacionais, Zezé afirmou que não permite o abate de animais na propriedade.

As mesmas publicações mencionam que o local abriga cães resgatados e animais que passaram a viver na fazenda.

Além desse uso, reportagens ligam a propriedade a atividades rurais como agricultura e melhoramento genético de bovinos.

Não há, nas informações públicas disponíveis, detalhamento oficial completo sobre a participação de cada atividade na receita da fazenda.

A escolha do nome da propriedade também tem relação direta com a carreira do cantor.

Ao usar o título da música que marcou o início da projeção nacional da dupla, Zezé associou a fazenda a um elemento conhecido de sua trajetória artística.

Fazenda Favo de Mel, de Marrone

Marrone, da dupla com Bruno, também é citado em reportagens sobre grandes propriedades rurais de artistas sertanejos.

A Fazenda Favo de Mel, em Jussara, Goiás, é descrita como uma área de cerca de 35 mil hectares, com criação de gado da raça Nelore.

Segundo publicações sobre o imóvel, a propriedade teria aproximadamente 20 mil cabeças de gado.

A raça Nelore tem ampla presença na pecuária brasileira e é usada em diferentes sistemas de produção pela adaptação às condições climáticas do país.

Reportagens também apontam que a fazenda participa de atividades ligadas à comercialização de bovinos e a leilões.

Esse tipo de operação costuma envolver criadores, compradores e investidores do setor, mas os dados públicos disponíveis não permitem detalhar de forma independente o faturamento ou a dimensão exata de cada evento realizado na propriedade.

Além da área produtiva, a fazenda é descrita como um espaço com estrutura de lazer.

As publicações mencionam lago para pesca esportiva, piscina personalizada, quadra de vôlei e áreas de convivência destinadas a encontros familiares e sociais.

A sede principal da propriedade é apresentada como um imóvel amplo, com suítes e ambientes integrados.

A descrição aparece em reportagens sobre imóveis de artistas e propriedades rurais de alto padrão, sem que haja confirmação pública detalhada sobre todos os itens internos da casa.

O nome Fazenda Favo de Mel também remete ao repertório de Bruno & Marrone.

Assim como ocorre com outros artistas sertanejos, a propriedade aparece vinculada tanto ao patrimônio pessoal quanto à imagem construída ao longo da carreira musical.

Almir Sater, Pantanal e pecuária

Almir Sater mantém uma relação pública com o campo há décadas.

Cantor, violeiro, compositor e ator, ele construiu parte de sua carreira artística em torno da viola caipira, da cultura pantaneira e da vida rural.

Em Mato Grosso do Sul, o artista é associado a propriedades ligadas à pecuária.

Reportagens sobre sua atuação como criador apontam uma fazenda na região de Maracaju, com cerca de 2 mil hectares.

As mesmas publicações mencionam a criação de bovinos da raça Senepol, utilizada por pecuaristas devido à adaptação ao clima tropical e ao desempenho produtivo.

Almir Sater em sua Fazenda - Imagem: Reprodução
Almir Sater em sua Fazenda – Imagem: Reprodução

A propriedade de Almir Sater também foi citada em reportagens sobre a novela “Pantanal”.

O remake exibido pela TV Globo em 2022 teve gravações em áreas do Centro-Oeste ligadas ao bioma, e publicações de entretenimento associaram propriedades do artista ao cenário usado na produção.

No caso de Almir, o vínculo com a vida rural aparece em diferentes frentes: na música, na televisão e na atividade agropecuária.

A presença do campo em sua imagem pública decorre de uma trajetória artística marcada por referências ao Pantanal e à cultura interiorana.

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Ana Alice

Redatora e analista de conteúdo. Escreve para o site Click Petróleo e Gás (CPG) desde 2024 e é especialista em criar textos sobre temas diversos como economia, empregos e forças armadas.

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