Criada com a holding JLX, a Le Prince reúne sete rótulos com curadoria do Master of Wine Dirceu Vianna Júnior. A marca aposta no consumo cotidiano em um país que bebe pouco, e a Família Neymar projeta vender mais de 4 milhões de garrafas de vinho no primeiro ano.
A Família Neymar vendeu 300 mil garrafas de vinho antes mesmo de abrir as portas, tem rótulos de R$ 59 a R$ 50 mil numerados e associados a momentos da carreira do jogador e quer faturar R$ 100 milhões no primeiro ano de operação. A aposta marca a entrada da família no setor de bebidas.
Unindo a paixão pelo vinho ao empreendedorismo, a Família Neymar decidiu entrar no setor e lançou a Le Prince, marca criada em parceria com a holding JLX. Segundo informações da revista pegn, a proposta é aproximar o consumidor brasileiro de rótulos de diferentes origens e inserir a bebida no dia a dia. O nome da marca faz referência ao apelido Príncipe da Vila, ligado à trajetória de Neymar Jr no Santos. Antes do lançamento, a marca afirma ter vendido 300 mil garrafas antecipadamente, e projeta faturar R$ 25 milhões com 1 milhão de unidades no início e R$ 100 milhões com mais de 4 milhões de garrafas no primeiro ano, chegando a 10 milhões de rótulos até o fim de 2026. O portfólio, de sete rótulos, tem curadoria de Dirceu Vianna Júnior, detentor do título de Master of Wine.
A entrada da Família Neymar no mercado de vinhos

Unindo a paixão pelo vinho ao empreendedorismo, a Família Neymar decidiu entrar no setor e lançou a Le Prince, marca criada em parceria com a holding JLX. A proposta é aproximar o consumidor brasileiro de garrafas de vinho de diferentes origens e inserir a bebida no dia a dia.
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Ao contrário de lançamentos tradicionais, que costumam direcionar produtos premium a públicos de maior poder aquisitivo, a Le Prince foi criada para quebrar a ideia de que o vinho é restrito a momentos formais. O nome da marca faz referência ao apelido Príncipe da Vila, ligado à trajetória de Neymar Jr no Santos.
300 mil garrafas vendidas antes da estreia e as projeções
Antes do lançamento, a marca afirma ter vendido 300 mil garrafas de vinho de forma antecipada. Neste início da operação, a expectativa é faturar R$ 25 milhões com a venda de 1 milhão de unidades.
Ao longo do primeiro ano, a projeção sobe para mais de 4 milhões de garrafas comercializadas e receita de R$ 100 milhões, e a marca estima chegar a 10 milhões de rótulos até o fim de 2026. São projeções da própria empresa, que está apenas começando a operar, e que ainda dependem da resposta do consumidor.
Um país que bebe pouco vinho
O negócio aposta no potencial de crescimento do mercado brasileiro de garrafas de vinho, ainda pouco desenvolvido. O consumo médio é de cerca de 2,5 litros por pessoa ao ano, bem abaixo de países vizinhos como o Chile, onde esse volume chega a até 20 litros anuais.
É nesse cenário que ganha peso a aposta no consumo cotidiano, já que a marca quer tirar a bebida das ocasiões formais. O desafio, porém, não é pequeno: convencer um público que ainda bebe pouco vinho a tornar o produto parte da rotina, em um mercado bem menos maduro do que o de vizinhos da América do Sul.
Sete rótulos e a curadoria de um Master of Wine
O portfólio é composto por sete rótulos e conta com a curadoria de Dirceu Vianna Júnior, e esta é a primeira vez que o profissional, detentor do título de Master of Wine, assume a seleção técnica de uma marca brasileira. O catálogo está organizado em quatro linhas, que reúnem garrafas de vinho de diferentes origens, estilos e propostas.
A linha Red traz vinhos chilenos da vinícola Terraustral, com preço sugerido de R$ 59,90; a linha Black reúne dois vinhos espanhóis, da região de Rioja e do tipo Albariño, entre R$ 149 e R$ 199,90; a linha Green tem dois vinhos europeus, incluindo um francês de Châteauneuf-du-Pape, entre R$ 250 e R$ 350.
Já a linha Blue, produzida em parceria com uma vinícola de Bordeaux, na França, tem garrafas numeradas e associadas a momentos da carreira de Neymar Jr, com preços que podem chegar a R$ 50 mill.
Com a Le Prince, a Família Neymar entrou no mercado de vinhos vendendo 300 mil garrafas de vinho antes mesmo de abrir as portas, com um portfólio de sete rótulos com curadoria de um Master of Wine e preços que vão de R$ 59,90 a R$ 50 mil na linha mais exclusiva.
A marca projeta receita de R$ 100 milhões e mais de 4 milhões de garrafas no primeiro ano, com estimativa de 10 milhões até o fim de 2026, apostando no consumo cotidiano em um país que ainda bebe pouco vinho, cerca de 2,5 litros por pessoa ao ano.
Se as projeções vão virar realidade, isso vai depender de como o mercado brasileiro responde à proposta de tirar o vinho das ocasiões formais e levar a bebida para o dia a dia.
E você, o que achou da marca de vinhos da Família Neymar e dos seus preços? Pagaria R$ 50 mil em uma garrafa numerada? Comente a sua opinião e troque ideias com outros leitores sobre negócios e consumo.

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