Pacote de oito refinarias do programa de desinvestimentos da Petrobras atrai as maiores tradings e petroleiras do mundo
Confirmando o alto interesse das grandes empresas pelas refinarias da Petrobras, quando cerca de 20 empresas assinaram o termo de confidencialidade que garantem o acesso aos dados das refinarias, a lista de grandes empresas interessadas no negócio, devem confirmar um dos maiores desinvestimentos da história da Petrobras, que devem arrecadar até US$ 18 bilhões.
As empresas pediram para não ter seus nomes divulgados para garantirem a confidencialidade das negociações, mas especula-se que entre as interessadas estão as tradings Vitol, Glencore e Trafigura.
Entre as interessadas brasileiras estão a Ultrapar Participações e a Raízen, uma joint venture entre a brasileira Cosan e a Shell.
-
“Meu sonho era usar batom”: diz idosa que corrigiu lábio leporino com cirurgia aos 67 anos e transformou desejo guardado por décadas em exposição emocionante em Mossoró
-
Califórnia é obrigada a desviar 65% do resíduo de construção do aterro e transforma milhões de toneladas de entulho em base de estrada, asfalto novo e cavaco de madeira
-
Dupla compra pontoon afundado por US$ 4 mil no Facebook, passa 14 meses transformando o barco num tiny home flutuante com 600 W de energia solar e o lança no mar pesando 8,8 mil libras
-
Pai mora com 3 filhos em casa flutuante de 15 metros totalmente fora da rede, derruba o custo de vida para 500 libras por mês e filtra a água do canal com um sistema que montou por 300 libras
A licitação
A Petrobras dividiu as oito refinarias em dois grupos de quatro e a primeira rodada de ofertas não vinculantes acontecerá no dia 11 de outubro, segundo as fontes colaboradora da agência Reuters.
Somadas as oito refinarias da Petrobras tem capacidade total de refino de 1,1 milhão de barris ao dia.
Completando a lista de interessadas, segundo as fontes, também estão as chinesas PetroChina Co e Sinopec, que já tem uma joint venture no Brasil com a espanhola Repsol.
Especula-se que a gigante saudita Saudi Aramco, também estaria olhando os números das refinarias da Petrobras para fazer parte do certame.
Por imposição do Cade a Petrobras mudou o processo de venda, agora as refinarias terão que ser vendidas na sua totalidade e não mais 60% como era a intenção inicial da petroleira.
O propósito é a não formação de cartel e as refinarias deverão ser vendidas uma a uma, com uma mesma empresa não podendo comprar duas refinarias na mesma região, no Nordeste ou no Sul.
Leia também ! Aumenta vazamento de óleo no FPSO que adernou na Bacia de Campos !
