Decisão da gigante têxtil Brandili encerra, a partir de janeiro de 2026, a unidade de Otacílio Costa, na Serra Catarinense, onde cerca de 100 funcionários foram dispensados, enquanto a produção é centralizada em Apiúna para sustentar plano de expansão nacional, crescimento previsto no mercado brasileiro e ganhos de eficiência operacional.
A gigante têxtil Brandili anunciou que, a partir de janeiro de 2026, irá encerrar as atividades da fábrica de Otacílio Costa, na Serra Catarinense, e concentrar as operações produtivas na matriz localizada em Apiúna, no Vale do Itajaí.
Segundo a empresa, a mudança integra um plano de expansão nacional e busca ganhos de eficiência, maior integração entre as áreas e manutenção do padrão de qualidade que sustenta o crescimento da marca no mercado brasileiro, especialmente diante do cenário projetado para 2026.
Unidade em Otacílio Costa será encerrada e 100 funcionários foram dispensados

A unidade de Otacílio Costa, na Serra Catarinense, empregava cerca de 100 profissionais, que foram todos dispensados com o anúncio do encerramento das atividades.
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De acordo com o comunicado, o fechamento da fábrica está programado para ocorrer a partir de janeiro de 2026, quando a produção estará concentrada na matriz de Apiúna, no Vale do Itajaí.
A fábrica da cidade serrana funcionava como um importante polo de empregos locais, e o encerramento das atividades representa um impacto direto para os trabalhadores e para a economia do município.
A decisão da gigante têxtil altera a dinâmica produtiva e trabalhista na região, ao deslocar a demanda de trabalho para outra cidade catarinense.
Centralização em Apiúna faz parte da expansão nacional da empresa
Segundo o Grupo Brandili, a centralização da produção na matriz em Apiúna faz parte de um plano mais amplo de expansão nacional.
A empresa afirma que vive um novo momento de crescimento no mercado brasileiro e que a reorganização da estrutura produtiva pretende dar suporte a esse avanço previsto para 2026.
Ao concentrar as operações em uma única unidade industrial, a gigante têxtil busca maior integração entre equipes e processos internos.
A companhia destaca que a medida foi analisada com atenção e considera diferentes aspectos do negócio, sempre com o objetivo de sustentar o crescimento e manter a competitividade em todo o país.
Reorganização operacional busca eficiência e entregas mais rápidas
No comunicado oficial, o grupo ressalta que a decisão está inserida em um processo de reorganização operacional.
A concentração da demanda de trabalho em Apiúna é apresentada como uma estratégia para aumentar a eficiência, otimizar recursos e alinhar a produção às exigências de um mercado mais competitivo.
A empresa afirma que a mudança pretende garantir entregas mais pontuais, rápidas e alinhadas ao padrão de qualidade da marca, reforçando o compromisso com o nível dos produtos oferecidos.
Para 2026, o objetivo é sustentar o crescimento previsto sem abrir mão da qualidade que consolidou a gigante têxtil entre os principais nomes do setor em Santa Catarina.
Gigante têxtil tenta reduzir impacto social das demissões
Ciente dos impactos sociais do fechamento da unidade, a gigante têxtil informou que já iniciou conversas com outras empresas da região de Otacílio Costa.
A intenção é divulgar um banco de talentos com os nomes dos profissionais desligados, facilitando a recolocação no mercado de trabalho local.
Paralelamente, o Grupo Brandili afirma que a equipe de gestão de pessoas permanece disponível para orientar os trabalhadores afetados, oferecendo apoio e informações sobre os próximos passos após o encerramento das atividades na unidade serrana.
Diante desse cenário, o que você acha: a estratégia dessa gigante têxtil justifica o fechamento da fábrica em Otacílio Costa e as demissões realizadas, ou a empresa poderia ter buscado alternativas diferentes?

Lamentável, triste. Mas é a normalidade, dizem especialistas, conhecedor da política, só relato, pois sendo a político e apartidário, dizem mais, que temos hiper queridos, permanente em campanha, dono e colocador de cabrestos, fortes e querids pelo usuário, faz isso com seus votantes, e com aidia suja, de perfeita simbiose, tanto que tem agregado diversas, pois o enricomento de tais é gigantesco e rápido, agora conseguiu uma que está em cima do muro, até passou, tal como o querido dono do cabresto, poder e dos seus supremos ditadores e auto blindagem, defensor e perpetuação do ditador do país caribenho, o da fome, pobreza e obrigou seu povo a se refugiar e fugir, o daqui tão querido adorado exaltado pela mídia suja, aq pega montanha de recursos públicos, refugiados que fugiram do tirano de lá, já gosta, querem, e isaltam o querido, ditadores supremos e executivo,. Visto vfeliente ainda é só parte de refugiados, que exaltam e idolatram os nós queridos e adorados ditados, com tanta propaganda e enganos porque não faria e o teriam tal nível, não se tem notícias de estarem aceitando o cabresto e rédeas de tal querido… Fato é afirmam estar já assegurada a eleição, pelo e ou não , metade da população, de algum modo já recebe e ou depende, gostam eou querem o cabresto e as rédeas curtas para garantir o seu no poder
Eu nem sei como essas empresas ainda estão aguentando tanto imposto desses governos ****, que só sabem roubar, ganância do inferno, e roubo pra todo lado, segurança zero, saúde zero, nada está bom nesse Brazil, povo acorda…..essa empresa e só u a de muitas que fecharam…. calma que vai piorar…..
Santa Catarina segundo jorginho Melo **** disse que era melhor estado pra investir povo trabalhador.
Não importa o estado, a carga tributária do país é insustentável em qualquer lugar, mesmo alguns governadores ou prefeitos, dando incentivos. Ja Tem empresas mudando para o Paraguai.