Funcionário terceirizado ligado ao governo dos Estados Unidos foi preso na ilha de São Martinho, no Caribe, após investigação do FBI apontar o suposto desvio de US$ 46 milhões em criptomoedas do Serviço de Delegados dos EUA, em operação realizada com cooperação internacional
Um funcionário terceirizado do governo federal acusado de roubar US$ 46 milhões em criptomoedas foi preso na noite de quarta-feira na ilha de São Martinho, no Caribe. A prisão foi confirmada pelo FBI após uma operação realizada com autoridades internacionais.
Prisão em São Martinho após investigação sobre criptomoedas
John Daghita foi detido por agentes da lei na noite de quarta-feira na ilha de São Martinho, segundo informou o diretor do FBI, Kash Patel, por meio de publicações feitas nas redes sociais. A operação ocorreu no Caribe e envolveu autoridades internacionais.
Fotos divulgadas pelo FBI e pela polícia de São Martinho mostram Daghita sendo conduzido algemado, tendo uma piscina ao fundo do local da prisão.
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O caso envolve o suposto roubo de US$ 46 milhões em criptomoedas pertencentes ao Serviço de Delegados dos Estados Unidos.
Imagens divulgadas mostram dinheiro e equipamentos ligados às criptomoedas
Outras imagens publicadas pelas autoridades mostram uma mala cheia de dinheiro apreendida durante a ação.
O material foi fotografado ao lado de diversos pen drives e de um passaporte que também foi apresentado nas imagens divulgadas online.
As fotografias foram compartilhadas pelo FBI junto com registros da polícia local de São Martinho. A divulgação ocorreu após a prisão do suspeito, que é apontado como responsável por desviar milhões em criptomoedas.
Operação contou com cooperação internacional
De acordo com Kash Patel, a operação que resultou na prisão foi realizada em cooperação com autoridades internacionais.
Entre os parceiros envolvidos estavam a Unidade de Crimes Graves da Equipe de Cooperação Internacional da Gendarmaria Nacional Francesa em Saint Martin.
Também participou da ação o Grupo de Intervenção da Gendarmaria Nacional de Guadalupe. A atuação conjunta permitiu a localização e a prisão do suspeito relacionado ao caso de criptomoedas.
Autoridades afirmam que investigação continua
Até o momento, não está claro como John Daghita conseguiu acesso às criptomoedas que pertenciam ao Serviço de Delegados dos Estados Unidos.
As autoridades não divulgaram detalhes sobre o método usado no suposto desvio.
Em declaração pública, Patel afirmou que o FBI continuará atuando para localizar e prender pessoas envolvidas em crimes financeiros. Segundo ele, a agência seguirá trabalhando continuamente com parceiros internacionais para responsabilizar suspeitos de fraudar contribuintes americanos.
