Para a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis os 25% estão dentro das exigências contratuais atuais, acordadas entre Petrobras e o Governo em 2019
Os FPSOs de Búzios 5 e Itapu que foram encomendados pela Petrobras para produzir no pré-sal da Bacia de Santos, terão conteúdo local global mínimo de 25%. Crise do petróleo e pandemia faz Petrobras hibernar plataformas, reduzir investimentos e tomar outras medidas emergenciais
Leia também
- Modec iniciou ontem 24 de março, vagas de emprego de ensino médio para atividades no FPSO Carioca
- Para atender contratos de óleo e gás em Macaé, Engeman iniciou ontem (25) processo seletivo para vagas offshore
- Em meio a pandemia e crise do petróleo, produtores independentes pedem suspensão de pagamento de royalties ao MME
Para a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis os 25 % estão dentro das exigências contratuais atuais, onde em 2019 o termo aditivo do contrato de cessão onerosa acordado entre a Petrobras e o governo federal alterou os compromissos de nacionalização dos projetos.
-
Com 100 pallets descartados e ferramentas simples, projeto cria abrigo de 23 m², recicla madeira usada no transporte de ajuda humanitária e transforma moradia provisória para refugiados
-
Escócia cria tijolo feito com mais de 95% de entulho reciclado, elimina a queima em forno e tenta reinventar uma peça usada em obras há quase mil anos
-
Em Taipei, 1,5 milhão de garrafas plásticas recicladas deixaram de ser lixo, viraram blocos de construção e formaram um pavilhão de nove andares para uma exposição internacional
-
Favelas na Índia pintaram telhados de branco para enfrentar calor de 46 °C, refrescar casas abafadas, melhorar o sono, reduzir gasto de energia e aliviar até o esforço da geladeira
A Resolução ANP n° 726/2018 flexibilizou as exigências de conteúdo local nos contratos de E&P, reduzindo o índice global mínimo de UEPs para 40% – mesmo percentual estabelecido para a construção de poços. Já as atividades de coleta e escoamento terão de cumprir 25% de nacionalização.
A expectativa é que os FPSOs Búzios 5 e Itapu encomendados pela Petrobras para produzir no pré-sal da Bacia de Santos entrem em operação em 2022 e 2024, respectivamente.
Batizado como Almirante Barroso, o FPSO de Búzios 5 foi contratado à japonesa Modec, que encomendou quatro módulos com o Estaleiros do Brasil, no RS e dois com o estaleiro Brasfels de Angra dos Reis, no RJ. Já a unidade está sendo construída pelo Cosco, na China.
A integração do FPSO Cidade de Campos dos Goytacazes (P-74) foi feita no Rio Grande do Sul pelo estaleiro EBR, sendo a P-74, a primeira das quatro plataformas a serem instaladas no campo de Búzios.
Os cascos de todas os FPSOs que operam no ativo foram convertidos em parte pelo grupo Enseada Indústria Naval, no Rio de Janeiro, e parcialmente em estaleiros asiáticos, que também integraram a P-75 e a P-77. Já a P-76 foi integrada pela Techint, no Pontal do Paraná (PR).
A fabricação e operação do FPSO de Itapu estão sendo licitadas pela Petrobras, com entrega de propostas prevista para 20 de abril.
por – PetróleoHoje

Seja o primeiro a reagir!