Diante dos avanços do Brasil em tecnologia submarina com o programa Prosub, a Argentina planeja modernizar sua frota naval através da aquisição de submarinos usados, uma medida econômica que busca manter a competitividade regional sem exceder os limites orçamentários do país.
Enquanto o Brasil celebra os avanços de seu programa Prosub, com a entrega de submarinos de ponta, a Argentina não fica para trás. O país vizinho, conhecido por sua rivalidade histórica e ambições estratégicas, busca expandir sua capacidade militar submarina. O chefe do estado maior conjunto, General Xavier Isaac destaca a importância deste movimento para a segurança nacional e a proteção dos recursos naturais argentinos.
A Argentina enfrenta desafios econômicos significativos, o que complica aquisições novas e caras. Por isso, o plano inclui investir em submarinos usados, uma opção mais econômica e imediata. Embora menos vantajosa que a construção própria — uma vez que não promove transferência de tecnologia como o programa brasileiro —, essa estratégia permite à Argentina manter suas competências navais sem comprometer o orçamento de defesa.
Modernização que visa recuperar e fortalecer a capacidade naval argentina, após a perda da habilidade de construir submarinos do zero
Esses esforços são parte de um plano maior de renovação e modernização que visa recuperar e fortalecer a capacidade naval argentina, após a perda da habilidade de construir submarinos do zero. O governo argentino reconhece que modernizar a frota é crucial, mesmo que o equilíbrio entre custos e necessidades estratégicas seja um desafio constante. General Xavier Isaac expressou otimismo sobre o progresso do projeto até o final do ano, enfatizando o compromisso do país em permanecer competitivo em águas internacionais.
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Decisão de investir em submarinos usados reflete uma abordagem prática e adaptada às realidades econômicas atuais
Este movimento estratégico não apenas equilibra as forças na América do Sul, mas também reafirma o papel da Argentina como uma potência naval relevante na região. A decisão de investir em submarinos usados reflete uma abordagem prática e adaptada às realidades econômicas atuais, garantindo que a Argentina continue a ser um jogador chave no cenário geopolítico marítimo.


Como faze manda Coricolo
Isto me cheira corrupção e ****, se sua família esta morrendo de fome vc tem que trabalhar para se organizar satisfazendo suas necessidades básicas e não comprar uma arma velha. Só fará isto se houver alguém ganhando na compra e na venda.
Para compreender a importância das Malvinas, deduzam….O Presidente General Galtieri errou. Acreditou que ocupando as ilhas, a Grã Bretanha não iria se importar e nem viria guerrear. Mesmo sabendo que em eventual pós guerra atômica, as Ilhas Malvinas poderão ser um dos territórios que permanecerá com oxigênio ótimo para respirar. Alguém crê que a Inglaterra devolverá a área ocupada ou não? Além de quê, o Porto lá é altamente estratégico…Sempre tem submarinos nucleares estacionados por lá…