Medida anunciada pelo Banco Central de Cuba entra em vigor neste sábado (6), após banco estrangeiro restringir operações com cartões internacionais em reação ao decreto dos EUA publicado em 1º de maio, ampliando os efeitos das sanções sobre pagamentos, receitas e atividades comerciais na ilha
De acordo com o G1, Cuba vai suspender, a partir deste sábado (6), as transações com cartões Visa e Mastercard, após o endurecimento das sanções dos Estados Unidos contra o país.
O Banco Central de Cuba informou a decisão nesta quarta-feira (3) e atribuiu a medida às restrições impostas por um banco estrangeiro responsável pelo processamento das operações.
Segundo a autoridade monetária cubana, esse banco limitou suas atividades depois de um decreto dos EUA publicado em 1º de maio. O texto ampliou de forma significativa as sanções ao comércio com a ilha.
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Com isso, Cuba deixará de receber receitas da venda de bens e serviços pagos com cartões reconhecidos internacionalmente. Entre eles, estão Visa e Mastercard, duas das principais bandeiras usadas em operações financeiras globais.

Banco Central de Cuba cita impacto direto nas receitas do país
O Banco Central de Cuba afirma que a decisão afeta diretamente a capacidade do país de processar pagamentos internacionais por meio de cartões de crédito.
“Como resultado dessa decisão, Cuba não poderá mais receber receitas da venda de bens e serviços por meio de cartões reconhecidos internacionalmente, como Visa e Mastercard”, declarou o órgão.
A suspensão cria, portanto, um novo obstáculo para atividades comerciais que dependem de pagamentos com cartões internacionais. A medida também ocorre em um momento de maior pressão econômica sobre o país.
Segundo o banco, uma instituição financeira estrangeira adotou a restrição após o decreto americano. As sanções dos EUA passaram, assim, a gerar efeitos diretos sobre o processamento de pagamentos na ilha.
Decreto dos EUA publicado em maio ampliou restrições comerciais
O decreto dos Estados Unidos, publicado em 1º de maio, ampliou as sanções relacionadas ao comércio com Cuba.
Empresas estrangeiras passaram a rever sua presença no país desde a publicação da medida. Investidores também buscaram reduzir exposição a instituições cubanas sancionadas pelo governo americano.
Nas últimas semanas, o endurecimento das sanções levou companhias de diferentes setores a deixar Cuba. Entre elas, aparecem redes hoteleiras, companhias aéreas e empresas globais de transporte marítimo.
A suspensão das transações com Visa e Mastercard representa, portanto, mais uma consequência prática desse cenário de restrições.
Empresas estrangeiras se afastam de instituições sancionadas
O avanço das sanções mudou o comportamento de empresas internacionais que atuavam em Cuba.
Segundo o texto-base, redes hoteleiras, companhias aéreas e empresas globais de transporte marítimo deixaram o país nas últimas semanas. Investidores estrangeiros também passaram a evitar vínculos com instituições da ilha atingidas pelas sanções americanas.
O impacto, dessa forma, não fica limitado ao setor financeiro. A medida também alcança turismo, transporte, comércio e serviços ligados à presença estrangeira em Cuba.
O ponto mais imediato envolve os pagamentos com cartões internacionais. A partir de sábado (6), Cuba deixará de processar transações feitas com Visa e Mastercard.
Sanções dos EUA pressionam operações financeiras em Cuba
A suspensão anunciada pelo Banco Central cubano coloca as operações financeiras internacionais no centro da disputa entre Cuba e Estados Unidos.
Embora Cuba tenha comunicado a medida, a origem da restrição está ligada à decisão do banco estrangeiro que processava as transações. Esse banco limitou suas atividades após o decreto americano de 1º de maio.
Consumidores, empresas e prestadores de serviço que dependem de cartões internacionais passam a enfrentar novas limitações no país.
Cuba também perde uma fonte de recebimento ligada à venda de bens e serviços pagos por meio de bandeiras globais. Diante desse cenário, até que ponto a

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