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Concorrente da Havan inaugura megaloja de 4.000 m² na Paulista, mira 100 mil visitantes por mês e usa superloja modelo para abrir 50 unidades gigantes com cinco marcas integradas físicas

Publicado em 11/12/2025 às 11:05
Galeria Magalu inaugura megaloja de 4.000 m² na Paulista; concorrente da Havan aposta em estratégias digitais e expansão varejista nacional integrada.
Galeria Magalu inaugura megaloja de 4.000 m² na Paulista; concorrente da Havan aposta em estratégias digitais e expansão varejista nacional integrada.
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Galeria Magalu abre megaloja de 4.000 m² no antigo espaço da Livraria Cultura, na avenida Paulista, prevendo 100 mil visitantes por mês, integração de cinco marcas, 150 áreas de ativação, teatro, acervo da Pinacoteca e novas estratégias digitais que embasam a expansão para mais 50 unidades físicas gigantes da rede.

Concorrente direta da Havan, a Galeria Magalu inaugurou sua megaloja de 4.000 m² na avenida Paulista, em São Paulo, nesta terça-feira, 9 de dezembro de 2025, ocupando o antigo espaço da Livraria Cultura. A empresa detalhou ao mercado o projeto, que nasce com a ambição de transformar a unidade na maior em faturamento de toda a rede.

A varejista prevê receber cerca de 100 mil visitantes por mês na nova galeria, que integra cinco marcas do grupo em um único endereço físico estratégico. O megaespaço reúne áreas para ativações de 150 marcas, teatro para eventos, parte do acervo da Pinacoteca, serviços de customização de produtos e as primeiras lojas físicas da Época Cosméticos e da Estante Virtual, além de novas estratégias digitais pensadas para fortalecer o ecossistema Magalu.

Megaloja na Paulista vira vitrine da ofensiva contra a Havan

Apesar de já ocupar posição de destaque no varejo brasileiro, a Havan viu a concorrência acender um sinal de alerta com a abertura da Galeria Magalu na avenida Paulista.

A nova megaloja de 4.000 m² foi desenhada para ser ao mesmo tempo vitrine e laboratório da rede, reunindo em um só ponto os principais ativos físicos e digitais do grupo.

De acordo com as projeções internas, a unidade da Paulista deve se tornar a campeã de faturamento da rede Magalu, apoiada no fluxo intenso da região, na alta visibilidade do endereço e na combinação de experiência física, tecnologia e serviços em tempo real.

O espaço é tratado como peça central na estratégia de reposicionamento competitivo frente à Havan e a outros grandes players do varejo.

Cinco marcas do grupo juntas e 150 espaços de ativação

Na nova galeria, o grupo reuniu cinco marcas sob o mesmo teto, em um modelo que busca explorar ao máximo o conceito de ecossistema.

O megaespaço integra diferentes operações do Magalu em um único fluxo de circulação, estimulando o consumidor a transitar por várias categorias de produtos e serviços dentro da mesma visita.

Além das marcas principais da companhia, a Galeria Magalu reserva áreas para ativações de 150 marcas parceiras, permitindo lançamentos, experiências imersivas e eventos promocionais contínuos.

O projeto inclui ainda um teatro para eventos corporativos e culturais, parte do acervo da Pinacoteca, espaços dedicados à customização de produtos e um ambiente batizado de casa da influenciadora virtual Lu, figura central da comunicação digital da varejista.

Outro destaque é a chegada das primeiras lojas físicas da Época Cosméticos e da Estante Virtual, marcas do grupo até então concentradas no ambiente on-line.

Ao trazer essas operações para dentro da megaloja de 4.000 m², o Magalu testa na prática como o público responde à migração de negócios nascidos digitais para um formato híbrido, que combina presença física e venda on-line no mesmo endereço.

Estratégia omnicanal e novas frentes digitais

Segundo o CEO do Magalu, Frederico Trajano, a empresa já era reconhecida como multicanal, mas o ecossistema completo ainda não estava totalmente integrado, principalmente nas marcas adquiridas nos últimos cinco anos. A Galeria Magalu surge exatamente para materializar essa integração.

A lógica é usar a megaloja de 4.000 m² como palco físico de uma estratégia que continua sendo profundamente digital.

Na prática, isso significa conectar estoques, meios de pagamento, aplicativos, marketplace e experiências presenciais em um só fluxo, permitindo que o consumidor descubra produtos no espaço físico e conclua a compra on-line, ou faça o caminho inverso com retirada e relacionamento na loja.

Para o comando da companhia, ter presença física continua fazendo diferença, sobretudo em categorias em que o teste, a experimentação e o contato direto com o produto ainda pesam na decisão de compra.

A Galeria Magalu busca transformar esse contato em uma experiência ampliada por conteúdos digitais, ativações de marca e serviços adicionais que aumentem o tíquete médio e a recorrência.

Piloto na Marginal Tietê triplicou faturamento e liberou expansão

Antes de lançar a grande vitrine da Paulista, o grupo testou o conceito em um projeto piloto em loja do Magalu na Marginal Tietê, também em São Paulo.

Na ocasião, a unidade passou a abrigar operações físicas do KaBuM! e da Netshoes, duas marcas do ecossistema que nasceram digitais.

O resultado foi considerado decisivo. Segundo a empresa, a loja faturava cerca de 5 milhões de reais como ponto único do Magalu e saltou para 21 milhões de reais em novembro, após a entrada das outras marcas em formato de outlet.

O desempenho do piloto foi visto internamente como prova de que a convergência entre marcas e canais pode multiplicar o faturamento sem necessidade de abrir diversas lojas isoladas.

Com esse histórico, a Galeria Magalu na Paulista foi desenhada para servir de modelo concreto de expansão.

A companhia planeja abrir mais de 50 megalojas com 4.000 m², replicando o conceito de integração de marcas, ativações, serviços e experiência digital em novos endereços estratégicos pelo país.

A definição das próximas cidades ainda não foi anunciada, mas a direção indica que o foco estará em grandes centros urbanos com alto fluxo e forte relevância comercial.

Megaloja como símbolo da nova disputa no varejo

A inauguração da Galeria Magalu em um dos endereços mais icônicos de São Paulo reforça que a disputa por atenção, fluxo e faturamento no varejo físico continua intensa, mesmo com o avanço das vendas on-line.

Ao ocupar o antigo espaço da Livraria Cultura com uma megaloja de 4.000 m² recheada de tecnologia, cultura e serviços, o grupo envia um recado direto à Havan e aos demais concorrentes.

Mais do que abrir uma loja, o Magalu transforma a Paulista em palco para uma nova fase de sua estratégia, combinando expansão agressiva, integração de marcas, experiências presenciais e reforço digital.

O desempenho da unidade, medido em visitantes, tíquete médio e resultados por marca, será acompanhado de perto pelo mercado, que enxerga na galeria um termômetro da força do varejo físico em um cenário cada vez mais híbrido.

No seu caso, você se anima a visitar uma megaloja de 4.000 m² como a da Paulista ou prefere continuar concentrando suas compras apenas nos canais on-line?

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Iara
Iara
14/12/2025 11:16

Muito bom…
Sou de Campinas Sp e acho que comporta uma mega loja como essa da Paulista

Celia
Celia
13/12/2025 10:34

Meu Deus!
Desde quando Havan, foi concorrente do Magalu.
Quem é Havan?
Kkkkkkkkkkk

João Roberto Campos Gonçalves
João Roberto Campos Gonçalves
12/12/2025 19:45

Eu jamais irei nessa loja sabendo que a veinha do magazine luiza é a proprietária.
Vou deixar a canja e o 9 dedos comprarem á vontade na loja da sua amiga: a veinha do magazine

Aguinaldo Humberto
Aguinaldo Humberto
Em resposta a  João Roberto Campos Gonçalves
12/12/2025 22:40

A empresa vai falir se você não for gastar seu salário mínimo lá

Maria Heloisa Barbosa Borges

Falo sobre construção, mineração, minas brasileiras, petróleo e grandes projetos ferroviários e de engenharia civil. Diariamente escrevo sobre curiosidades do mercado brasileiro.

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