Com investimento de R$ 544 milhões, maior pacote de asfalto da história promete pavimentar 33 bairros, ampliar drenagem e iniciar obras a partir de 2026 em Campo Grande
O maior pacote de asfalto da história de Campo Grande começa a sair do papel com um investimento de R$ 544 milhões em infraestrutura viária. A expectativa da prefeitura é usar esse montante para pavimentar mais de 400 km de ruas até 2028, em uma ofensiva urbana que mira principalmente as regiões que ainda convivem com lama, poeira e dificuldade de acesso. Para a gestão municipal, o programa se consolida como o maior pacote de asfalto da história da capital sul-mato-grossense, tanto pelo volume de recursos quanto pela quantidade de bairros atendidos.
Hoje, Campo Grande ainda tem cerca de 1.050 km de vias sem asfalto, o equivalente a quase um terço da malha urbana. A meta oficial é pavimentar aproximadamente 38% dessas ruas de terra, beneficiando 33 bairros em diferentes regiões da cidade. Ao mesmo tempo, o projeto inclui drenagem e recapeamento em áreas já pavimentadas, numa tentativa de combinar expansão de infraestrutura com manutenção da malha existente.
Como será financiado o maior pacote de asfalto da história
O financiamento do programa foi estruturado em várias frentes.
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A principal fonte são créditos junto ao Governo Federal, autorizados após a assinatura de termo com o Ministério da Fazenda e a aprovação de um Plano de Equilíbrio Fiscal pela Secretaria do Tesouro Nacional, o que ampliou a capacidade de endividamento do município.
Além disso, R$ 100 milhões em emendas da bancada federal complementam o desenho financeiro, reduzindo a pressão sobre o caixa local e permitindo que o maior pacote de asfalto da história seja contratado em fases.
Na primeira etapa, a prefeitura projeta uma licitação da ordem de R$ 236 milhões, voltada principalmente para pavimentação e sistemas de drenagem nas áreas mais críticas.
Quando as obras devem começar e qual é o cronograma
O cronograma divulgado pela Secretaria de Infraestrutura e Serviços Públicos prevê que a licitação da primeira etapa seja concluída até fevereiro de 2026, com início efetivo das obras em abril de 2026.
A partir daí, os contratos devem avançar por etapas, com previsão de execução até o final de 2028, quando a prefeitura espera atingir a marca de mais de 400 km de vias pavimentadas.
Segundo o secretário Marcelo Miglioli, a estratégia é manter planejamento rigoroso, evitando paralisações por falta de recurso ou problemas de projeto.
A lógica é distribuir frentes de serviço entre diferentes regiões, priorizando ruas estruturantes que garantam acesso a escolas, unidades de saúde, corredores de ônibus e áreas comerciais.
Quais serão os impactos nas ruas e na rotina dos moradores
Na prática, o maior pacote de asfalto da história deve provocar mudanças diretas no cotidiano dos moradores dos 33 bairros contemplados.
A prefeitura trabalha com uma projeção de cerca de 1,5 milhão de metros quadrados de pavimento, o que representa não apenas a cobertura de ruas de terra, mas também a qualificação de rotas já utilizadas por linhas de transporte coletivo e veículos de serviço.
Antes das obras, muitas dessas regiões convivem com ruas de barro, atoleiros em dias chuvosos, poeira intensa na estiagem e dificuldade de acesso para ambulâncias, caminhões de coleta e transporte escolar. Com o avanço do programa, a expectativa é de:
Melhor mobilidade, com redução do tempo de deslocamento e mais segurança para pedestres e motoristas
Menos poeira e lama, o que tende a aliviar problemas respiratórios e acidentes em períodos de chuva
Valorização imobiliária, já que bairros pavimentados atraem novos serviços, comércio e investimentos privados
Drenagem, esgoto e recapeamento: o que entra no pacote
O foco principal é o asfalto, mas o desenho do programa vai além da simples camada de pavimentação.
Os contratos preveem a instalação de sistemas de drenagem, com galerias, bocas de lobo e dispositivos de escoamento para reduzir alagamentos e erosões.
Sem drenagem adequada, o pavimento se deteriora mais rápido, elevando o custo de manutenção e reduzindo a vida útil das obras.
Em paralelo, a prefeitura planeja articular o avanço da pavimentação com a expansão progressiva da rede de esgoto e com um programa de recapeamento das vias já asfaltadas, cuja licitação está prevista para 2026.
A ideia é que o maior pacote de asfalto da história também funcione como alavanca para outras frentes de infraestrutura, evitando o cenário em que se asfalta primeiro e só depois se abre valas para instalar tubulações.
A relação entre o pacote de asfalto e outras obras de infraestrutura
O esforço em pavimentação convive com um conjunto de outras intervenções estratégicas em Campo Grande. Entre as obras citadas pela administração municipal estão:
Viaduto na região da Coca-Cola, voltado a reduzir conflitos de tráfego em um dos acessos importantes da cidade
Reforma da antiga rodoviária, com instalação de sistema de ar-condicionado e requalificação do espaço
Corredores de ônibus e novas estações de embarque nas avenidas Marechal Deodoro, Gunter Hans e Bandeirantes
Parcerias com o Governo do Estado para obras em bairros como Itamaracá, Itatiaia e Moreninha
Essas intervenções, somadas ao maior pacote de asfalto da história, compõem uma agenda de infraestrutura que tenta atacar simultaneamente mobilidade, transporte público, drenagem e requalificação urbana.
Desafios que ainda precisam ser enfrentados
Apesar da escala do programa, o desafio de Campo Grande não se esgota com os R$ 544 milhões.
Mesmo com a pavimentação de mais de 400 km até 2028, ainda haverá kilometragem remanescente de ruas sem asfalto, além da necessidade contínua de recapear os 3,5 mil km de vias já pavimentadas.
Outro ponto sensível é a expansão do sistema de esgoto, que segue como um dos gargalos estruturais da cidade.
Sem coordenação entre pavimentação, drenagem e saneamento, o risco é perder parte dos ganhos com remendos sucessivos no pavimento e custos elevados de manutenção.
Por isso, técnicos e gestores insistem em planejamento integrado, com cronogramas alinhados entre prefeitura, concessionárias e governo estadual.
No longo prazo, o maior pacote de asfalto da história só será considerado bem-sucedido se, além do impacto imediato na lama e na poeira, conseguir reduzir custos de manutenção viária, ampliar o acesso a serviços públicos e fortalecer o ambiente de negócios nos bairros atendidos.
Para você que mora em Campo Grande ou conhece bem a realidade das ruas de terra na cidade, qual deveria ser a prioridade número um na escolha dos 33 bairros beneficiados por esse maior pacote de asfalto da história?

Esse papo e velho entra ano e sai ano e nd muda ,olha o jardim noroeste, asfalto uma minoria de ruas ,e o restante? Cadê? So média pra poder se reeleita. Se depender do meu voto ta lascado. O povo ta cheio de promessas,
Á ids idéias são excelentes pois os nossos queridos parlamentares não podem só enxugar gelo o ano todo investindo os nossos impostos pagos só em benefícios de fazer politicagem eles precisam fazer Projetos em benefícios em prol da população isso é ser inteligente como fizeram com o meu querido bairro Nova Lima no qual eu moro e sou o vice presidente assim como eu quero q façam tbm no jd Columbia abraços
Faz o L kkkkkkkk